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Thursday

Cinemuerte - Entrevista

1 – O vosso nome é intrigante. O que é que significa “Cinemuerte”?
Cinemuerte dá nome a um festival internacional de cinema de terror. Achámos simplesmente piada ao conceito.

2 – Este é já o vosso álbum de estreia mas a banda é relativamente recente. Podes falar um pouco da história da banda desde o anterior projecto Nua até à data, referindo os pontos mais importantes?
O João e eu reencarnámos neste novo projecto, oriundo de NUA, banda de rock underground dos anos 90. Os NUA deram-nos 9 anos, 9 vidas de loucura, insensatez, desgraça. Os NUA permitiram-nos apreender as “regras do jogo”. Sim, a música é um jogo, como tudo na vida. Quem é nega, é tonto. A banda encerrou-se como tudo encerra em capítulos na vida.

3 – Cinemuerte é um basicamente um duo. Explica-me um pouco este conceito da banda.
Bem, dos NUA, sobrámos nós: as nossas ideias, a nossa vontade, a nossa paixão,....não desistir embora todos queiram-te de joelhos, dobrado, derrotado, humilhado. E nem sabes bem porque estás determinado a sofrer, mas há uma paixão intrínseca que não te larga. Estávamos de facto cientes das nossas capacidades e limitações....mas há que encarar toda a limitação como um desafio, uma oportunidade única para te desafiares, crescer, construir. Saberes até que ponto és capaz.. Requer alguma dose de loucura como referi há pouco. No fundo, se pensássemos muito, o João e eu teríamos talvez ficado pelo caminho, mas acho que essa despreocupação é comum aos dois.... Act! Do not think too much about it! Em relação ao conceito de banda a dois, claro, o trabalho quadriplicou, acrescentando curiosamente em paralelo produtividade. Sabíamos também que havia muito entendimento. Somos open-minded. Gostamos um pouco de tudo. Não somos nada limitados quanto a influências musicais. Se te dissesse que encaro a composição da música como a concepção da nossa personalidade: repara. Se viajares muito, passares pelos países mais comuns como pelos países mais estranhos deste mundo, isso trar-te-á uma riqueza estrondosa que irá definir-te enquanto pessoa. E nesta linha de pensamento, penso que o João e eu trazemos essa riqueza. Ouvimos tudo.

4 – A sonoridade dos Cinemuerte é muito ecléctica tem um pouco de Rock, Pop, Metal, Gótico e até electrónica. De onde provêm as inspirações para a sonoridade da banda?
Tal como te referi na resposta à questão colocada anteriormente, as inspirações vêm de todos os recantos sonoros. Mas devo acrescentar que a sonoridade, muito nasce também dos impactos visuais que vamos absorvendo diariamente, quer num filme, quer num episódio pessoal e que se consegue transmutar em som.

5 – Fala-me um pouco das letras deste disco e dos assuntos abordados nas mesmas.
Este disco irá amadurecer com o próximo. É de uma criança que se depara com um mundo estranhamente normal. Fala de Amor, ódio, o oxigénio que nos alimenta dia após dia. É de uma criança que não percebe. O trabalho foi escrito atendendo aos meus últimos quatro anos de vida.

6 – Como é que surge aqui a versão de “Entre dos tierras” dos Espanhóis Heroes Del Silencio, porque esta banda e porque este tema? É uma versão muito diferente do original, como é que surge esta recriação muito peculiar?
Estávamos no intervalo de um ensaio. Uma qualquer estação de rádio passava o tema. Achámos que uma versão em espanhol, seria um desafio. Geralmente, as pessoas são “chamadas” a versões de bandas anglo-saxónicas. Uma versão se não for um tanto diferente do original, é uma cópia, um plágio. Um desperdício de tempo, e uma facada nas costas de quem estás a querer prestar tributo.

7 – O disco foi gravado com o Armando Teixeira. Porque é o escolheram para esse trabalho e o que é que ele trouxe de mais valia para o disco?
Fizemos pesquisa. Analisámos trabalhos anteriores, e verificámos a compatibilidade entre os dois pontos. Procedemos à intersecção. O Armando Teixeira é um excelente produtor, para além de um excelente músico. De um vasto espírito criativo, conseguimos coordenar a viagem.

8 – A capa do disco é um pouco diferente daquilo que se poderia esperar pela música que vem na rodela prateada. Esperar-se-ia uma capa bem mais sombria, de tons negros e cinzentos. Como surge esta capa toda colorida e de orientação “cartoon”? Quem é que foi responsável pelo aspecto gráfico do disco?
O Pedro Zamith é o autor das ilustrações da capa. Quero frisar que, à excepção da capa que foi concebida propositadamente para este album, se tratam de excertos de quadros gigantes deste artista. Seguimos o seu percurso profissional há algum tempo. Como te dissemos, estamos atentos a tudo, aos referidos impactos visuais que se vão atravessando pelo caminho. Quanto às cores, se as temos, porque não abraçá-las? Num vermelho, tens a intensidade do calor. No azul, tens a frieza da vida. As cores são o nosso retrato.

9 – Como é que tem sido a aceitação ao disco, tanto a nível de imprensa como de público?
Desculpa, mas vou ter de abolir a palavra “aceitação”.... Um disco não nasce para um fim. É simplesmente expressão. Seria cruel quer para nós quer para o público dependermos de um objectivo. Uma criança nasce: é uma expressão da natureza. Apenas isso. Tudo o que daí advém é pura ilusão, maquinação do espírito.

10 – E em relação às actuações ao vivo, têm surgido muitas oportunidades de apresentar esta nova edição? Como é que têm corrido esses concertos?
Os concertos têm permitido dar vida à expressão. Curiosamente, até à data, os nortenhos são imbatíveis na sua frontalidade, humanidade, entrega. São os mais fiéis. Seguem tudo. Sabem tudo. Estão atentos. Em Lisboa, penso que dada a excessiva oferta de concertos, um concerto é mais um. Um concerto na Capital não toma a preciosidade como noutros cantos do país. Adoro pisar terra virgem. Os concertos têm sido substancialmente surpreendentes nas palavras de quem nos escreve: posso frisar que a abertura para HIM foi um marco. Estava com 42 graus de febre, e delirei em palco. Deliramos com o público espantado. Penso que o que mais caracteriza quem nos vê é o espanto. A abertura para o concerto de Paatos foi igualmente uma conquista de um novo público. De uma forma geral, os concertos quer em ponto grande quer em ponto pequeno, permitiram-nos ganhar uma capacidade de encaixe, adaptabilidade mui sui generis. É fantástico ter a oportunidade de sentir a dualidade.

11 – Quais são os vossos projectos para um futuro próximo?
O futuro já é presente: começámos a compor aquele que será o próximo capítulo. Temos alguns segredos que pretendemos matar muito em breve pelo que vos peço para nos acompanhar.

12 – Como vês a cena musical actual, Rock, Punk, Hard ‘N’ Heavy, etc, no geral e em particular em Portugal? Que novas bandas e/ou tendências te têm despertado mais interesse?
Hum...tenho seguido de perto. O metal começa a ressurgir. Mas o que mais tem sobressaltado à vista, é a conquista do Punk Hardcore que virou moda nas camadas mais jovens. A música sempre teve muito a ver com um estilo, com uma atitude. Aliás é atitude... expressão. Pessoalmente gosto de todos estes géneros. Acho que toda a música é válida desde que sentida.

13 – Em jeito de despedida, queres deixar uma última mensagem ou ideia ou algum assunto importante que tenha ficado por referir?
Bem o que quero mesmo é dizer-vos que queremos estar perto de quem nos lê, de quem nos ouve, de quem nos quer. Mas por vivermos debaixo de fogo, precisamos da vossa intervenção. Os Cinemuerte, não somos só nós, a banda. Somos um todo, o emissor e o receptor. Quero que entendam que somos só um. E que a vossa intervenção também nos faz bater o coração. Para palavras mais cruas mas necessárias, precisamos que intervenham junto das organizações, promotores de espectáculo, media, rádios, televisões. Respirarmos é existirmos actuando, e para tal peço-vos que ajam, intervenham para que possamos estar presentes. Exijam. Vivam.
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Entrevistador: RDS
Entrevistada: Sofia Vieira (Voz)
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Cinemuerte: www.cinemuerte.net
Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt

Friday

Autumn – My New Time (2007) – Metal Blade Records

Autumn é um sexteto Holandês que toca um Rock Gótico bem musculado, com groove e muita melodia. “My New Time” é o novo trabalho (3º) e o primeiro através da Metal Blade. A música dos Autumn difere do resto das outras bandas de Rock / Metal Gótico com vocalizações femininas pois não se insere propriamente na linha mais sinfónica, não se encaixa de maneira alguma na vertente mais pesada e obscura e não se pode integrar na vertente mais doomy, depressiva e melancólica. Tem um pouco de tudo atrás mencionado, influências de Rock mais tradicional, Metal, Pop, samplers electrónicos e inclusive alguns apontamentos progressivos. “My New Time” tem grandes riffs de guitarra, refrões, melodias, boas ideias bem executadas, uma excelente voz, secção rítmica forte e coesa, linhas de teclados bem encaixadas. O nome da banda retrata na perfeição a música pois nem é propriamente fria e cinzenta (Inverno), nem é propriamente solarenga e de temperatura amena (Primavera), tem um pouco de ambos, fica a meio caminho, tem algo de belo mas também tem algo de decadência, uma espécie de dicotomia vida / morte, uma transição entre ambos, o ciclo da vida (nascimento – vida - morte), logo, Outono será uma óptima estação para retratar “My New Time”. Uma boa aposta para quem gosta de bandas como Lacuna Coil ou The Gathering mas não quer mais um clone e sim uma banda com identidade. RDS
85%
Metal Blade Records: www.metalblade.de
Autumn: www.autumn-band.com

Tuesday

Xandria – Salomé: The Seventh Veil (2007) – Drakkar Records

Novo trabalho para os Germânicos Xandria. São cerca de 49 minutos divididos por 12 temas. O estilo é o mesmo de sempre da banda, Gothic Rock / Metal com uma abordagem Pop às músicas (no sentido de canção), elementos electrónicos / samplers e as habituais ambiências orientais, exóticas e de misticismo. A uma primeira audição soa “normal” ou mediano, igual a tantas outras bandas do género que hoje em dia pululam por esse mundo fora, mas a cada nova audição vamos descobrindo novos pontos de interesse e entrando aos poucos no espírito da música. A nível instrumental é muito bom, tem apontamentos interessantes, temas mais orquestrais (poucos, e bem menos intensos que outras bandas, mas mesmo assim a marcar a sua presença), temas com um aroma mais exótico, outras de orientação mais Pop / EuroPop, baladas semi-góticas (seja lá o que isto quer dizer!), há um pouco de tudo por aqui. Há ainda duas faixas que contam com um convidado especial, Mika Tauriainen dos goth-rockers Finlandeses Entwine. Temas a destacar? São muitos, quase todos os temas do álbum são potenciais singles, conforme o público-alvo que se pretende atingir, “Sisters Of The Light” é um fantástico tema que pode muito bem ser um hit, “Vampire” (mais um refrão apelativo), “Beware”, “Salomé” (mais calma com um forte toque oriental), “Firestorm” (mais roqueira, com toques góticos), “A New Age”, “Sleeping Dogs Lie” (outra roqueira), etc.
Sem estar a comparar, até porque os Xandria têm o seu próprio estilo e imagem, mas apenas para dar uma linha de orientação aos que não conhecem, podemos inserir os Xandria na mesma categoria de nomes como Nightwish, Within Temptation, Sirenia, Leaves’ Eyes, Epica, After Forever, etc. RDS
85%
Drakkar Records: www.drakkar.de
Xandria: www.xandria.de
Focusion: www.focusion.de

Thursday

Autumn - Entrevista

1 – The band exists since 1995 but, with this new wave of Gothic Rock / Metal female fronted bands, aren’t you scared that Autumn can be labelled as “just one more trying to jump into the train”? How would you say Autumn differs from the rest of those bands and what do you to have to offer?
Jan:
No, not scared. We released our first album in 2002, but already toured in 2001 with After forever. So I do not think that we are new in the scene and trying to profit from the hype generated by other bands. Although I have to admit that bands like the Gathering and Within temptation paved the way for a lot of bands in this genre, including our band. The fact that this happened already in the mid 90’s, shows that it is not a hype, but more of a consistent genre.
I think we differ from the other bands in the fact that we do not use massive orchestral and choral arrangements. We try to use a guitar-riff or synth-lead as the basis for a song. A bit more of a rock oriented way of writing songs. Also the voice of Nienke and the groove in the songs differs from most bands in the genre.

2 – There is a wide range of genres mixed up here and it seems that you have influences from several musical styles from 80s Gothic Rock, New Wave, Pop, Rock, Metal, Trip Hop, etc. What kind of bands do you listen and influence you to write music for Autumn?
Jan: Personally I am mostly influenced by the band Faith no More. They were able to blend in / use every genre or influence they liked, without losing their own identity. I admire this way of writing songs a lot and hope we can reach this level of songwriting as well. Making music without boundaries, that would be great! I think we already are a few steps towards this goal with this new album. Our approach of writing whatever you want and let every member fill in their view of the song, worked out great for us.

3 – After the releasing of the previous album there were some line-up changes. What happened with the previous members? In which manner do you think the new members contributed for the music of Autumn?
Jan:
After releasing the Summer’s End album in 2004 we were given the chance to tour through Germany with Within Temptation and do a lot of headliner shows in the Benelux. One of our guitar players, Jasper, left the band around that time because he could not combine the busy schedule of the band with his private life and daily job. Mats, the brother of our other guitar player Jens, filled in his spot. After a long period of promoting the second album we started to think about recording our third album. This process of creating new songs, the fact that we had to search for another label and the still busy schedule of touring around, combined with a daily job and a family life were the reasons that our keyboard player, Menno and bass player, Meindert left the band within one year from each other. They were replaced by respectively Jan Munnik on keys and Jerome Vrieling on bass.
Mats was already within the band when we started to write new material, so he contributed a lot to the basis of most songs. Jan Munnik came a bit later, but he had total freedom with filling in the synth lines and, as you can hear on the album, he did an amazing job! He came up with brilliant leads and twists to the songs. Through these leads the songs came alive. Jerome came when we were in the last stage of the pre-production. He gave his interpretation to already existing bass lines. But when you listen to a song like My New Time or Closest Friends Conspire, he put so much groove into the lines that it feels like they push the songs further like a non-stoppable train.

4 – In the press-release we can read “change, in the sense of progression, is the recurring theme in the new album”. What kind of subjects influenced you to write the lyrics for “My New Time”?
Jerome: The subjects of the lyrics vary from personal themes to more abstract poetic representations that don’t necessarily correspond to real-life experiences. Some can even be seen as humorous allegories; there is for instance one song that is quite a lucid metaphor for a very common house-pet, see if you can find out which one that is…

5 – Metal Blade Records is a label more focused on Heavy / Thrash / Death Metal and Autumn is not the usual band in their catalogue. How did you ended up signing with Metal Blade?
Jerome: You’re right, they don’t have a lot of gothic rock bands under contract, but they do have some more progressive sounding bands, and I guess the musical direction we are taking with Autumn appeals to them. Our guitarist Jens still had some contacts with Metal Blade due to his prior work with the band God Dethroned. Jens’ connection there made the ‘contact-line’ with the record company a lot shorter. His previous experience with them was a very good one, so after they heard the demo songs and said they were interested in Autumn, we soon signed the contract.

6 – The songwriting process changed as well. Instead of the previous and usual “rehearsal room brainstorming / jamming” you were trading mp3s through the internet. How did that way of writing the songs influenced the musical direction in the album?
Jens:
This time, instead of jamming together, we filtered our individual ideas and sent song concepts and structures to each other to elaborate upon. Since all of us have recording equipment at home, this meant we could take our time to come up with the best approach to individual songs. Working in this way, the songs formed layer by layer and this generated some surprising and inspiring results. We were able to work more focussed, motivated and much, much faster. We ended up having to choose a recording selection out of 40 songs. Tough choices, but this allowed us to filter out any weaker elements and ensure a well balanced and powerful selection of songs. This could never have been possible, had we not been through the changes of the past years.

7 – Are you satisfied with this new album, the songs, the recording process, production, final product?
Jan:
Very much, yes! I just got the digipack today and it has become what we wanted it to be. The artwork is sober but very stylish or elegant and the production, mixing and mastering, done by Arno Krabman and Jochem Jacobs , both young and very talented musicians and producers, have given the finishing touch to our songs.

8 – Do you have a tour prepared to promote the record?
Jan:
First we will do a club-tour trough Holland and some festivals in summer. Then for the fall of 2007 we are planning a tour trough Germany. Hopefully we can also do more touring through the rest of Europe. We’ll see!

9 – One final question. Why “Autumn”?
Jan:
The founder of the band and our former bass player, Meindert, came up with the name. It symbolizes the contrast between beauty and decay. This contrast can be found throughout every aspect of life. The name has kind of a gloomy feel (in the positive manner of speaking), that can also be found in our music.
Besides this, our tour manager believes that it is the best season of the year. I do not completely agree with that, hehe, but besides the cold and the rain, natures’ scenery is often great!

10 – You can leave now a final message if you want to.
Jens:
Thanks to all of you reading this for your interest in Autumn. If you have the chance to check out any of our music, we’d appreciate it if you’d drop us a line on our forum or MySpace profile. Furthermore, we hope to see you all on the road soon! Portugal would be a great country to visit and play. Thanks for your support!


Questions: RDS
Answers: Jens, Jerome and Jan

Metal Blade: www.metalblade.de
Autumn: www.autumn-band.com

Skeletal Family – Promised Land Live 1983-84 (2007) – Cherry Red

Este primeiro DVD dos Britânicos Skeletal Family inclui gravações ao vivo entre 1983 e 1984, além de um tema bónus em 2005 com a nova re-encarnação da banda, com uma nova vocalista. Uma curta entrevista também de 2005 e 5 vídeos promocionais completam a edição. Tanto a imagem como o som não são dos melhores, funcionando estas gravações apenas como meras curiosidades para os completistas e fãs da banda do que propriamente como introdução à música da banda. Digo isto porque eu próprio nunca tinha ouvido nada da banda até à data e, este DVD não me ajudou muito a entrar no seu mundo. Tive primeiro que procurar as gravações áudio originais para depois conseguir perceber melhor a banda. Rock Gótico de origem Punk da década de 80 é o que os Skeletal Family nos oferecem. Há aqui temas interessantes e parece-me que os Skeletal Family tiveram o seu impacto na altura, chamaram a atenção do falecido John Peel, fizeram a primeira parte de uma digressão dos Sister Of Mercy (a pedido dos próprio Andrew Eldridge), além de terem um par de singles nas tabelas alternativas do Reino Unido. Como já disse anteriormente, este DVD poderá apenas ter o seu interesse para os completistas e para os fãs da banda. Para ficar a conhecer a banda, façam como eu, procurem primeiro os discos oficiais de estúdio. A Cherry Red também tem um par de re-edições e “best of”s interessantes. RDS
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Cherry Red Records: www.cherryred.co.uk
Skeletal Family: www.skeletalfamily.com