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Tuesday

RELAPSE RECORDS

Já estou a começar a ficar farto destes promocionais com os temas divididos em 99 faixas. Isso e as editoras que agora teimaram em fazer promopools online e querem que a imprensa faça o trabalho todo (fazer o download, escrever a crítica, entrevistas, enviar os links e/ou cópias de todo esse trabalho). Sinais dos tempos. Para os jornalistas que são pagos para fazer esse trabalho, óptimo. E as pessoas, como eu, que fazem tudo isto no seu tempo livre, à borla, apenas pelo gosto à música? Isto tudo para quê? Para dizer que tenho em mãos 5 CD-Rs (sim, nem são CDs originais) com as malditas 99 faixas. Adiante, aqui vão umas linhas rápidas sobre isto e sigo para outros. Sim, porque ainda há pessoal que envia “the real thing” e merece um “tempo de antena” mais prolongado.

Antigama “Warning” (2009): Brutal! Simplesmente brutal. Grindcore com apontamentos que vão desde o Death ao Crust, algum Industrial / Noise pelo meio, passando ainda por material mais avantgarde e técnico. Metam no mesmo caldeirão Nasum, Cephalic Carnage, Pig Destroyer, Messhugah, Voivod, Napalm Death e Disrupt. Rápido, pesado, técnico, intenso, sufocante. É assim o som Antigama. 90% http://www.antigama.net/ / www.myspace.com/antigama

Buried Inside “Spoils Of Nature” (2009): Já tinha gostado muito do anterior “Chronology”. Este segue uma linha similar, mas está mais cru, denso e pesado. Para quem ainda não conhece, os Buried Inside anda pelos territórios do Post-qualquer. São 8 temas que assimilam influências de nomes como Neurosis, Isis, Pelican, Cult Of Luna ou Mogwai. E passo ao seguinte porque estar a olhar para faixas de 7 segundos faz-me doer a cabeça. 75% http://www.buriedinside.com/ / www.myspace.com/buriedinside

Obscura “Cosmogenesis” (2009): Ex-membros de Pestilence e Necrophagist reunem-se para gravar 10 temas de Death Metal técnico com muitos toques progressivos e avantgarde. Muito peso, brutalidade, alguma melodia a acompanhar. Gostei do que ouvi. Para fãs de Cynic, Atheist, Pestilence, Watchtower, Death e Cannibal Corpse. 85% www.myspace.com/realmofobscura

Tombs “Winter Hours” (2009): Trio Norte-Americano. Em 10 temas faz-se a fusão Post com Punk com Noise com Stoner com Black. Pesado, intenso, denso, e muito assente nos ambientes claustrofóbicos. Para fãs Killing Joke, Godflesh, Black Flag, High On Fire, Deathspell Omega, Today Is The Day, Isis, Boris e outros que tais. 75% www.myspace.com/tombsbklyn

Zombi “Spirit Animal” (2009): Sendo eu fã de bandas sonoras, o anterior trabalho destes Zombi havia-me agradado imenso. Bom gosto, têm estes tipos, pensei eu ao descortinar algumas das suas influências. Novo trabalho, mesmo estilo, um passo em frente. Aqui adicionam-se ainda algumas guitarras para dar outra dimensão ao som Zombi. Cinematográfico, progressivo, ambiental, psicadélico, espacial. Ainda não conhecem? “Shame on you”! Se gostam de Goblin, Tangerine Dream, Trans Am, Tool ou as bandas sonoras kitsch dos 70s e 80s (leia-se John Carpenter, exploitation, giallo, 70s horror, sci-fi, 80s low budget action, etc), este á uma opção apelativa. 90% http://www.zombi.us/

RDS

Saturday

Nailed – Hatred, Failure & The Extinction Of Mankind (2008) – Anticulture

Este é o segundo álbum de estúdio dos britânicos Nailed. São 8 temas em pouco mais de 30 minutos de duração. Death Metal old-school, com toques de Grindcore e Gore, brutal, rápido, intenso, é o que nos apresentam. As influências passam por bandas Norte-Americanas, tanto da velha escola como da nova, tais como Suffocation, Malevolent Creation, Dying Fetus, Nile, Deicide, Cannibal Corpse, etc. A secção rítmica é competente mas nada de extraordinário, das guitarras saem bons riffs de Death Metal mas que deixam uma certa sensação de déja-vú, a voz tem um tom Gore mas acaba por saturar pois não há grande versatilidade. Não me interpretem mal, isto é um disco potente, mas que soa igual a tantos outros. Mediano. Talvez para curtir ao vivo. 55% www.myspace.com/naileddeathmetal / http://www.anticulture.co.uk/
RDS
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Nailed - Hatred, Failure & The Extinction of Mankind (Live)

Thursday

Misery Index – Traitors (2008) – Relapse

Os Misery Index estão de volta com o sucessor do fabuloso “Discordia” de 2006. “Traitors” continua na mesma linha de sempre, fusão de Death Metal, Grindcore, Hardcore e algum Crust com aquele travo “old-school” mas com uma abordagem moderna. As influências continuam lá todas e são sempre as mesmas, passando pelo Death / Grind da velha escola de Napalm Death, Terrorizer, Brutal Truth ou Suffocation, até ao Crust / Core de Assuck, His Hero Is Gone ou Disrupt. É mesmo deste tipo de Death Metal que eu gosto, não daqueles irritantes ataques de blastbeats do início ao fim de um disco (também os há aqui mas de uma forma mais equilibrada). Riffs surpreendentes a voar em todas as direcções, ritmos demolidores que nos criam palpitações no peito, tudo encimado por uma voz grave a meio caminho entre o gutural e a linha Hardcore. Não mudou mesmo nada no som dos Misery Index. Reciclar e regravar. Mas isso interessa mesmo? Nem sempre a repetição de ideias é algo de negativo (que o digam os AC/DC ou os Motörhead). É fixe, é brutal, é “groovy”, é rápido, é viciante, tem alma a rodos. Que se há-de fazer? Curtir e deix’andar. Isto incita mesmo a entrar num quente e suado “moshpit” com os “horns up” bem alto e a fazer “headbanging” como se não houvesse amanhã. Venham mais discos destes. E penso que consegui chegar ao fim da crítica sem escrever um único palavrão. Acreditem que é o que apetece mesmo dizer ao ouvir “Traitors”. Foda-se! Não resisti. 80% http://www.miseryindex.com/ / www.myspace.com/miseryindex / http://www.relapse.com/
RDS
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Misery Index - Conquistadores ("Discordia", Relapse 2006)

Monday

Agenda Of Swine – Waves Of Human Suffering (2008) – Relapse

Incluindo no seu line-up elementos de bandas como Benumb (Pete Ponitkoff, vocalista), Vulgar Pigeon (Jeff Lenormand na guitarra, John Gotelli na bateria) ou Alter Ego (Jason Benham, guitarra), estes Agenda Of Swine (completa-se a banda com Emad Jaghab no baixo) apresentam-nos o seu disco de estreia “Waves Of Human Suffering”. São cerca de 35 minutos divididos por 13 temas de fusão Grindcore, Crust e Crossover (inícios dos 90s). Alternando entre o material mais rápido e o mais lento e groovy, entre o material de orientação mais metaleira e o de linhagem Punk / Crust, os Agenda Of Swine conseguem manter o ouvinte atento do início ao fim. O som está suficientemente nítido e poderoso mas mantém a crueza necessária ao género. Para quem gosta do seu Grindcore mais old-school com a mistura certa de elementos Punk e Thrashcore. Para fãs de Napalm Death, Brutal Truth, Benediction, D.R.I., Cryptic Slaughter, Adrenalin O.D., Nausea, Die Kreuzen ou Benumb. 80% www.myspace.com/agendaofswine / http://www.relapse.com/
RDS

Fuck The Facts – Disgorge Mexico (2008) – Relapse

Novo trabalho para os canadianos Fuck The Facts. Estes inserem-se num conjunto de bandas da nova cena extrema que faz a fusão de estilos como Grindcore, Crust, Hardcore, Sludge, e tudo o mais que vier à rede. Vale tudo para criar um som extremo mas original (ou com intenções disso). Isto pode ser bom ou pode ser mau. Pode resultar ou não. Depende sempre da banda em questão, da sua motivação, das suas capacidades musicais, da percentagem de cada estilo adicionada à mistura, entre outros factores. E os Fuck The Facts? Não são propriamente novatos, mas também não são veteranos. Não conheço muito bem o corpo da sua obra mas, pelo que ouço neste novo “Disgorge Mexico”, as variáveis acima referidas verificam-se pela positiva. Há capacidades instrumentais, boas ideias bem encaixadas, atitude, espírito. Alternando entre o Grind mais desenfreado, o groove de orientação Sludge / Crust ou passagens mais experimentais, a música dos FTF é tudo menos monótona. Não é das minhas favoritas nesta linha mas é uma boa opção em detrimento de inúmeras bandas com uma tendência mais Metalcore / Deathcore. Estes fogem mais para o lado Grind / Gore / Experimental. Para fãs de nomes como Brutal Truth, Nasum, Misery Index, Converge, Botch, Job For A Cowboy, Gorerotted, The Black Dahlia Murder, The Red Chord, Tragedy ou Integrity. 75% www.myspace.com/fuckthefacts / http://www.relapse.com/ / www.myspace.com/relapserecordseurope
RDS

Tuesday

The Rotted - Interview

1 – New record, new band name. Why did you decided to change the name from Gorerotted to The Rotted?
It’s basically due to a combination of things that have made it clear to us that we’re not Gorerotted anymore. There’s only Tim and me left from the first album now, our sound has expanded hugely, the gore lyrics have gone and it just feels like we’ve done everything we wanted to with Gorerotted. Starting again as The Rotted has given us all a new enthusiasm and a new sense of freedom, and any limitations Gorerotted had put on us have gone. We’ve laid our old band to rest in a respectful manner, and we’ll always be proud of the things we did in those days, but now we’re looking to the future.

2 – Are you satisfied with this new album “Get Dead Or Die Trying”, the songs, the recording process, production, final product?
Yes, very, when we were in the rehearsal studio at the beginning of the year the songs just took on this whole new life. I don’t think any band should release an album that they’re not totally satisfied with and that doesn’t feel completely relevant to them. We’re all 100% behind this album and everything that went into it

3 – In the recording process you worked with producer Russ Russell and James Dunkley. How did you ended up working with them? Are you satisfied with their work?
We found a video documentary about Russ on the internet when we were looking for producers, and after watching him talk about his work and after seeing how much enthusiasm and skill he has, we knew we wanted to work with him. We wanted a crisp and clear production, but we didn’t want a robotic, lifeless production like a lot stuff we hear these days, when everything’s been totally processed. This sounds like a band playing, it’s a very organic record, very intense, and very aggressive. But it’s also very catchy and musical too.

4 – Right now, your music is a blend of several styles, Punk, Crust, Thrash, Death, Grind, Black and even some Classic Rock and Heavy Doom. Which bands do you listen to and influence you to write music for The Rotted? And books? And movies?
There’s no specific bands that we’ve taken ideas from, it’s not been a case of hearing someone doing something that we like and then trying to incorporate it into our work, but more the fact that the styles we’re all into is obviously going to have shaped the way we write, so our music’s basically a mix of extreme metal, punk and rock, or any decent guitar-based music, like you said. I don’t feel anyone should surpress anything when writing, I think all of your personality should go into your music, and if you’re into a range of styles, you shouldn’t discount certain ideas just to fit into a specific genre or to appeal to a specific group of people. Write from the heart and write what you believe in and your music will come out interesting and passion filled.

5 – “Get Dead Or Die Trying” is a funny title (and so are some of the song titles). What does it means? What kind of subjects influenced you to write the lyrics for this record?
It’s basically the idea that in order to live a fulfilling life on this earth, we sometimes do things that are bad for our mental and physical wellbeing. It’s something we’re all guilty of, it’s kind of like the whole ‘killing yourself to live’ idea. It sums up the ideas behind pretty much every song on the record. Lots of things that have actually happened to me have influenced what I write, it makes much more sense that I tell of the horrors of reality than of made up horror and violence. Speaking of things I’ve experienced first hand means I can offer a more genuine and intense performance than if I were to simply sing about made up subjects I have no real experience of.

6 – The cover artwork by Mick Kenney is awesome. I don’t know why but it reminds me of 77 Punk style and, mainly, Sex Pistols. What does it mean? Is it connected somehow with the lyrics?
It’s based on the lyrics to the song Get Dead Or Die Trying, it’s about being out on the street, alone, broke, desperate and just not wanting to be a part of the society that walks on by, but instead drinking yourself to death and taking the easy way out. The British flag is there because we have a very British sound, and we’re paying homage to the incredible metal and punk bands that were spawned on our tiny island. My lyrics are about life here in London, so it fits with us perfectly

7 – Do you have a tour prepared to promote the record?
We have some summer festivals like Wacken and Summer Breeze, but right now we’re working on a full European tour. We want to take this album to as many people as possible and we’re all very focused on just getting back on the road right now.

8 – You have now some space for a final message.
I’d like to say thank you to everyone who’s supported us over the years, especially those who can see what we have done as being a positive thing. I hope everyone new to the band will get a chance to see us live and have as good a time as we always do. We’ve only been to Portugal once but we’d love to come back and party with you guys again.

Questions: RDS
Answers: Ben McCrow, Vocals

www.myspace.com/therotted / www.myspace.com/gorerottedmetal / www.myspace.com/mbpreview / http://www.metalblade.de/ / www.myspace.com/metalbladeeurope

Sunday

The Rotted – Get Dead Or Die Trying (2008) – Metal Blade Records

Devido a diversas mudanças de formação, e até de sonoridade, os Britânicos Gorerotted decidiram mudar o seu nome para The Rotted (como já eram apelidados pelos fãs). Novo nome, novo trabalho, nova sonoridade, nova vida. Apesar de todas estas mudanças não se pode falar propriamente de uma viragem brusca, mas sim de uma progressão natural em relação a aquilo que tinham vindo a fazer. “Get Dead Or Die Trying” é, portanto, o digno sucessor do anterior “A New Dawn For The Dead” (Metal Blade, 2005), afirmando um passo em frente no som Rotted mas sem esquecer o passado.
Punk, Crust, Death, Grind, Black, Doom Rock, tudo faz parte da amálgama sonora dos The Rotted, passando as influências pelo Death / Grind / Gore de nomes como Cannibal Corpse, Napalm Death, Carcass; pelo Punk / Crust de Discharge, Exploited ou GBH; ou até o som mais tradicional de Motörhead ou Black Sabbath.
Fantásticas ideias retiradas de todos os quadrantes musicais já referidos; riffs ora mais viscerais ora mais técnicos; secção rítmica extremamente técnica, complexa e versátil; voz também ela muito versátil; são estes os ingredientes que formam a música dos Rotted, tudo encimado por um som consistente, poderoso e limpo mas com aquele toque cru e visceral necessário ao género. A gravação, mistura e masterização de Russ Russell (Napalm Death, Exploited, Lock Up, Dimmu Borgir) são uma mais valia para esse resultado final. Russell foi ainda assistido nas gravações por James Dunkley (Blaze Bailey, Crass, Fields Of The Nephilim, Crowbar). Quanto à capa, responsabilidade de Mick Kenney (Gorerotted, Napalm Death, Annal Nathrakh), não sei porquê mas faz-me lembrar o Punk de 77, em especial os Sex Pistols mas, de certa forma, encaixa na perfeição no som da banda.
O anterior disco já era um portento da música extrema do século XXI e, pensava eu, era quase impossível de ultrapassar mas os Rotted conseguiram-no com este “Get Dead Or Die Trying”. Um dos melhores discos de música extrema que tive o prazer de ouvir nos últimos anos. Recomendo vivamente! 95% www.myspace.com/therotted / www.myspace.com/gorerottedmetal / www.myspace.com/mbpreview / http://www.metalblade.de/ / www.myspace.com/metalbladeeurope
RDS

Friday

Soilent Green - Interview

1 – New record, new label. How did you ended up signing with Metal Blade? Are you satisfied with their work with the band so far?
Very satisfied, they have done an amazing job for us. We had finished up our contract with Relapse and we both had a mutual feeling of wanting to part ways. A lot of the folks at Metal Blade have been fans for years, so they swooped in and we are completely happy with the change so far.

2 – Are you satisfied with this new album “Inevitable Collapse In The Presence Of Conviction”, the songs, the recording process, production, final product?
Yeah we are very proud of the new record. The recording process was our smoothest ever. I was all just a real good time. WE had a lot of drama we had to come to terms with and this album was a way to leave all the negativity behind. A true cleansing.

3 – The album was produced by Erik Rutan. How did you ended up working with him? Are you satisfied with his work?
We are more than satisfied. We have been friends with Erik before he recorded us. We met him when we toured with Morbid Angel and hit it off. We talked then about recording us. Once we did Confrontation with him we knew would want to go back and this time it went even smoother. He has the ability to record the organic tones that we like. He is an awesome producer and friend.

4 – Your music is a blend of several styles, from Grindcore to Death, from Sludge to Southern Rock, from Punk to 70s Heavy Rock, and even some Funk Rock. Which bands do you listen to and influence you to write music for Soilent Green? And books? And movies?
I usually lately have been listening to anything but metal to get my influences. A lot of blues and r/b, also I’m a huge jazz fan. Al Green, Curtis Mayfield. Coltrane, Miles Davis, Charlie Patton, Howling Wolf are a few of our favourites. Movies and books I read are not really direct influences on our music.

5 – “Inevitable Collapse In The Presence Of Conviction” is a strange title (and so are the song titles). What does it means? What kind of subjects influenced you to write the lyrics for this record?
It is the basic idea of no hope. We have had a lot of drama in our history so at the time we had a feeling of why are we still doing this. We had to dig a little and realize why we even started, for the love of playing music. As far as the actual lyrics that is Ben’s department. I just write the music and let him do his thing.

6 – The cover artwork for this record is awesome but quite enigmatic. Who is responsible for the frontcover and what does it mean? Is it connected somehow with the lyrics?
The cover was done by John Van Fleet. He’s a huge icon in the U.S. comic industry. We are old comic nerds so it was an honour to work with him. It is connected somewhat to the concept of no hope. The actual cover is only one out of the three that John did for us. The girl in flight is connected to the very machine that is giving her that gift, symbolizing that no matter how hard you try you are set up for failure.

7 – Do you have a tour prepared to promote the record?
We have been on tour for about 9 weeks so far. We Played with Erik and Hate Eternal then went straight to Death Angel and Godforbid, And now we are with Dethklok. We are doing the only show of the Ozzfest too. We are really happy to be able be still be doing what we do twenty years in.

8 – You have now some space for a final message.
Well thank you for your time. And I guess just that if you did what we do then please if you have the chance come see us live. We like to pride ourselves as a live band and feel that is where we are most comfortable. Thanks again CHEERS!

Questions: RDS
Answers: Brian Patton (Guitar)

http://www.soilentgreen.net/ / www.myspace.com/soilentgreen / http://www.metalblade.de/

Thursday

Soilent Green – Inevitable Collapse In The Presence Of Conviction (2008) – Metal Blade Records

Os Norteamericanos Soilent Green estão de volta com um novo trabalho de estúdio. Desta vez a edição é feita via Metal Blade, a sua nova editora. São 11 novos temas, em cerca de 42 minutos, de fusão Death, Grind, Sludge, Stoner, Southern Rock e Hardcore. A produção do disco esteve a cargo de Erik Rutan, por isso, já sabem o que esperar em termos de som. Um som poderoso quanto baste mas limpo o suficiente para ouvir tudo o que se vai passando neste “caos” sonoro. Confesso que a primeira vez que ouvi estes SG, há dez anos com “Sewn Mouth Secrets” (1998), achei estranha a fusão de estilos. Hoje já estou mais “calejado” nas diversas vertentes exploradas pela banda, daí já conseguir desfrutar na sua plenitude a descarga Grind / Sludge. Pesado, poderoso, brutal. Ora mais rápido nas descargas Grindcore, ora mais balançado e groovy na vertente Sludge / Southern. As restantes influências dão ainda outra cor ao quadro geral. Um disco ao mais alto nível daquilo que a banda consegue fazer. Aconselho vivamente aos fãs da banda e a fãs de música extreme em geral! 85% http://www.soilentgreen.net/ / www.myspace.com/soilentgreen / http://www.metalblade.de/
RDS

Zero Tolerance #22 – Mar/Apr. 2008

Já se encontra disponível o novo número da revista Britânica Zero Tolerance. Este número 22, respeitante aos meses de Março e Abril, faz capa com os Suecos Meshuggah. Além da banda Sueca, a ZT #22 inclui Death Angel, Cavalera Conspiracy, Children Of Bodom, Bauhaus, Diamanda Galas, CCCC, Porcupine Tree, Dismember, Jarboe & Justin Broadrick, entre muito outros. As habituais críticas a CDs, DVDs, livros, jogos e as secções técnicas, ajudam a preencher as 128 páginas. Desta feita não temos direito a 1 CD bónus, mas sim a 2! Ao todo são 33 bandas / temas que incluem, entre outros, Meshuggah, Cavalera Conspiracy, Septic Flesh, Corporation 187, Aghast, Warpath, Destructor 666, Isole, Averse Sefira ou Dismember. O preço é de £3.30 (preço original, não sei ao certo em Euros, é só fazer o câmbio).
http://www.ztmag.com/
RDS

Monday

Burning Skies – Greed. Filth. Abuse. Corruption (2008) – Lifeforce Records

Terceiro trabalho para os britânicos Burning Skies. Nesta nova proposta enveredam por um estilo mais brutal, violento e pesado que nos predecessores “Murder By Means Of Existence” e “Desolation”. As influências Hardcore ainda abundam, mas o estilo é muito mais Death / Black / Grind. Já me tinham chamado a atenção nas anteriores propostas, mas neste “Greed. Filth. Abuse. Corruption” estão muito mais ao meu gosto. Aprimoraram a fórmula e neste momento encontram-se no topo da sua forma. Riffs incisivos, secção rítmica brutal, vocalizações alternadas entre o guttural, o gritado e um registo mais “core”. Para fãs de Morbid Angel, Suffocation, Cannibal Corpse, Converge, Slipknot, Job For A Cowboy, Neaera, Regurgitate ou Nasum. Aconselho vivamente! 80% www.myspace.com/burningskies / http://www.lifeforcerecords.com/
RDS

Braindrill – Apocalyptic Feast (2008) – Metal Blade Records

Este é o disco de estreia dos Norteamericanos Braindrill. Ao todo são 10 temas, em cerca de 35 minutos, de puro Death / Grind / Gore bem brutal, extremamente técnico e com as habituais letras Gore a acompanhar. Até mesmo a capa não foge ao habitual cenário Gore. Está tudo muito bem tocado, é brutal, é técnico quanto baste, mas ao fim de algum tempo começa a aborrecer. É sempre a mesma fórmula, as mesmas ideias, violência sonora do início ao fim (exceptuando as linhas melódicas no último tema “Sadistic Abductive”). Cannibal Corpse, Suffocation, Carcass, Dying Fetus, Cattle Decapitation, Job For A Cowboy, entre outros, são nomes a apontar no universo Braindrill. Só mesmo para os fãs diehard do género Ah, a Metal Blade aproveitou para criar mais um rótulo para os seus discos. Lembram-se da cena “New Hate” para o Metalcore? Bom, agora é “The new X-treme”. Se isso quer dizer que agora vão direccionar as suas escolhas para as cenas brutais, então temos editora. 70% http://www.metalblade.de/ / http://www.myspace.com/braindrill
RDS

V/A – Portugal Índio Contra As Comemorações Dos Descobrimentos (06) & Compilação Antimilitarista Ibérica (06) – Deflagra

O blogue Deflagra reeditou em CD duas das compilações, da primeira metade da década de 90, do colectivo Crack! Inicialmente editadas em K7, estas compilações são “Portugal Índio Contra As Comemorações Dos Descobrimentos” (1992) e “Compilação Antimilitarista Ibérica” (1994). A primeira, tal como título indica, é composta apenas por bandas nacionais. Incluem-se Alcoore, Noites De Nevoeiro, X-Acto, Desordeiros, Hipocondríacos, Inkisição, Evisceration, Subcaos, P.V.L.A., Culto (O)Culto, K.E.G., Corrosão Caótica e Humor Cáustico. Bandas de Punk, Hardcore, Grind e Experimental reuniram-se para demonstrar o seu desagrado para com o questão retratada no título da colectânea. A segunda já reúne bandas Portuguesas e Espanholas. Arrghh!!!, Barrakos, Simbiose, Foragidos Da Placenta, Ostakulo, Kuero, Ezin Izan, Kloakao, Booby Trap, K.N.O., Caos Social, Mol e Estado De Sítio. Mais uma vez o título indica a causa em questão. Em termos estilísticos esta colectânea não foge muito do universo Punk / Hardcore / Crust.
A descrição dos originais está feita. E quanto à reedição em CD? Quando soube disto fiquei logo em pulgas para ouvir este material de novo. Tenho a “Portugal Índio…” no formato original em K7, mas a “Antimilitarista”, infelizmente, nunca cheguei a adquirir. Ora, o que aqui se encontra não são edições profissionais. Passaram as fitas originais para o formato digital, de um modo caseiro e não muito competente, gravaram em CD-Rs, “formataram” as capas e livretes originais para o formato CD, fotocopiaram, rasgaram (sim, porque vêm rasgadas e não cortadas à tesoura, sequer) e “voilá”, está feita a reedição.
Isto pode ser visto pelas duas perspectivas. Os originais já eram edições Underground, K7s gravadas, capas fotocopiadas. Aqui mantém-se o carácter Underground. O que interessa são os temas subjacentes, os ideais, a causa. Até porque os temas em questão ainda se mantêm actuais. Por outro lado, estas peças de histórias do cenário Underground Português e Espanhol mereciam outro tratamento, melhor apresentação, melhor som. Quanto mais não fosse pelo devido respeito às bandas incluídas. Além disso, o preço unitário é exagerado tendo em conta este tipo de apresentação geral. 10 euros é mesmo muito. A minha modesta opinião, é claro! Conseguia-se fazer melhor com o mínimo de recursos, pois hoje em dia está tudo mais facilitado, e ainda se vendia por uns 5 ou 6 euros.
De qualquer modo, está-me a dar um gozo enorme reviver todas estas bandas e faixas, pois eu vivi o Underground com mais intensidade na primeira metade da década de 90, daí ter apanhado toda esta onda de bandas, editoras, colectivos, etc.
Aconselhado a quem viveu esses tempos, quem tem os originais em K7, amantes da M.M.P. e Underground, coleccionadores e saudosistas.
Já agora, nos CDs refere-se que as gravações podem ser copiadas, alteradas ou difundidas, sendo apenas necessário registar apenas a fonte. Por isso mesmo, espalhem estas peças de história, não as deixem morrer!

Para comprar os CD-Rs ou para mais informações, contactem o Nunes Zarelleci do Deflagra:

http://deflagra.blogspot.com/

Zarelleci: Apartado 1623 – 4108-007 Porto.
zarelleci@gmail.com

Friday

Inhumate – At War With… (DVD 2007) – Grind Your Soul

O som? Os Inhumate são Franceses e tocam um Grindcore perfeitamente primitivo e influenciado pelos dois primeiros discos de Napalm Death (até parte do logótipo da banda e reminiscente desses tempos). Lembro-me de ouvir o disco de estreia destes tipos (devo ter isso por aí em K7 com capa fotocopiada) e, ao que parece, não evoluíram nada. A nível musical, nada de relevante. O DVD? Este retrata um concerto dado pela banda a 15 de Outubro de 2005, em Strasbourg, o qual serviu para comemorar os 15 anos da banda. A apresentação está muito boa e há uma boa qualidade de vídeo (5 câmaras, a edição está muito boa) e áudio (o som está potente). O concerto? Quanto ao concerto em si, o vocalista parece exagerar todos os seus movimentos e atitudes, faz cara de mau, bate com o microfone na cabeça repetidamente, tudo como se isso aumentasse a agressividade e intensidade da música. Apenas o faz parecer um perfeito lunático! Passados 10 minutos de iniciar a actuação há uma invasão de palco e toda aquela gente fica por lá até ao final da actuação, apenas a abanar a cabeça e a fazer monte. Se não fossem as 5 câmaras instaladas para a gravação vídeo, nem se viam os músicos durante toda a actuação. Parece-me tudo demasiado exagerado, apenas para ficar no DVDzito comemorativo! E nem falo na minha aversão a ouvir a língua Francesa! Mas isso já tem a ver comigo, não tem nada a ver com o DVD e a banda. Em resumo? A captação áudio / vídeo está perfeita. A apresentação está muito boa. A música da banda, bem, há algumas faixas bem conseguidas, mas há outras propostas bem mais interessantes por esse mundo fora, a fazer este tipo de Grind old-school. O concerto, como já disse, parece-me tudo muito exagerado, e então o público que assentou arraiais no palco dá-lhe um ar mais de paródia do que de concerto brutal. Além dos 48 minutos desta actuação, temos como bónus 5 temas ao vivo de diversas fases da banda, com imagem e som sofrível em todos os casos. Há bootlegs e bootlegs, e estes são dos maus. Para os fãs da banda e maníacos do Grindcore apenas. 60% http://www.inhumate.com/ / www.myspace.com/inhumate

The Red Chord - Dread Prevailed (Metal Blade 2007)

Thursday

Simbiose – Evolution? (2007) – Major Label Industries

Novo trabalho de estúdio para os mestres do Crust nacional, Simbiose. E já lá vão 16 anos! Este disco marca a mudança de editora para a recém formada Major Label Industries e algumas mudanças de formação. Ao todo são 10 temas que em pouco ultrapassam os 28 minutos de duração. O estilo é o mesmo de sempre, Crust veloz com toques Grind e Hardcore e com a recente incorporação de alguns riffs e ritmos oriundos do Thrash, o que alias, já se verificava no disco anterior. As letras também continuam na linha habitual, com a vertente sócio-política bem vincada, a alternar entre o português e o inglês. O disco foi gravado nos Crossover com o Sarrufo, local e pessoa já quase obrigatórios nos discos de Metal / Hardcore nacionais. Há fases assim! Mas o bom disto é que todas essas edições saem com um som fantástico! Há por aqui duas participações especiais, ambas de realce, Dean Jones (Extreme Noise Terror) em “The Lone Death” e João “Gordo” (Ratos de Porão) em “Ideia Deliróide” (este quase que passava por um tema de RDP). Na minha opinião não é tão bom como o anterior “Bounded In Adversity” mas mesmo assim não deixa de ser um álbum de Crust / Grind / Punk / Core / Metal do caraças! Muito melhor do que muito do material que se vai fazendo lá por fora, até mesmo por bandas com muito mais tempo de existência. RDS
80%
Major Label Industries: http://www.majorlabelindustries.com/
Simbiose: http://www.simbiosecrust.com/

Wednesday

Man Must Die - Entrevista

- Man Must Die (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …):
Man Must Die – are from Glasgow – Scotland and formed in 2002. We released our debut Album on Retribute Records called ...Start Killing in 2004 and have just released our second CD The Human Condition which is our Relapse Debut. The name Man Must Die came from a news reel i was watching years ago , when some womans son had just been murdered and she was screaming “that Man Must Die” about the murderer it was really hard hitting so it was perfect for the name of the band, so we rolled with it.

- “The Human Condition” (rehearsing / writing process, recording process, label, …):
We had a great feeling from the start of writing the songs for the human condition, everything seemed to take on a different feel and had the aggression that we really wanted to capture in the music, when you are rehearsing your tunes with your teeth gritted you know you are onto something haha, once the songs were written we headed over to Canada – Montreal and recording the CD with Jean Francois Dagenais (Kataklysm) we had a great time there and the recording went really well, was cool to sample recording life in a different country, really added to the feel.

- Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …):
The Lyrics on The Human Condition are very important to the Album, they encapsulate the anger to its maximum, the meaning of the songs on the CD have hit notes with people from all over, so many people have met with the lyrics on a personal level which is unusual for an extreme metal band, we write about the experiences in life, all the dark ones, the ones that really fuck us off at times, the lyrics on the cd are just as important as the music and should be checked out.

- Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
The artwork on The Human condition was done by an Iranian artist called Omid Nemalhabib, his artwork had caught our eye online and we got him to do the artwork on the CD which turned out nice and dark the way we wanted it, it all fits in with the overall feeling of the album too, which is cool.

- Live tour to promote the new record:
We are looking to tour as much as we can over the coming months, we start off with a small UK tour with Kataklysm and Aborted in October which will be a riot, and we are really looking forward to getting out to as many countries as we can, we are trying our hardest to make this happen, we feel its very important to promote your CD via touring so rest assured we will be out there as much as we can. Be great to meet some of the cool people who like what we do, buy our CDs and shirts etc, thatd be cool.

- Musical (and other) influences:
When it comes to musical influences with all four of us, we all love the extreme but the other influences are quite bizarre, dany our bassist is a massive folk/bluegrass lover and is an awesome acoustic guitarist, john (drummer) is a massive death metal fan, if theres a death metal band on the planet johns heard of them and has their CD, Joe our vocalist is a massive slayer fan, and also loves queen and iron maiden, and i love heavy metal/power metal and really extreme metal, but all in all the nucleus of MMD is pure steel haha, we all love the anger and rage that MMD produces and thats not gonna stop, if anything it`ll intensify.

- Final Message:
Just want to say a huge thanks for taking the time out to read this and hopefullu check us out, we love to hear what people think so get in touch, hope to meet you all at a show sometime soon, stay cool.

Entrevistador: RDS
Entrevistado: Alan McFarland
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Relapse Records: www.relapse.com
Man Must Die: www.manmustdie.net

War From A Harlots Mouth – Transmetropolitan (2007) – Lifeforce Records

Disco de estreia para estes Germânicos, depois do split EP com os Molotov Solution. Fusão esquizofrénica de grindcore, mathcore, e algumas pitadas de Jazz é o que a banda de Berlim nos propõe nestes cerca de 40 minutos divididos em 11 temas. Não se assustem já com a descrição! Não se trata de mais uma banda de Metalcore ou Deathcore ou algo do género. Brutal, poderoso, esquizofrénico, visceral, honesto. É assim o som dos War From A Harlots Mouth. Esta descarga musical vem acompanhada de um humor bem próprio, notório no nome da banda ou nos títulos de alguns temas como “Heeey… let’s start a band”, “Fighting wars with keyboards” ou “If you want to blame us for something wrong, please abuse this song!”. Bem mais interessante do que o que algumas bandas andam a fazer nestes espectros musicais, com muito mais sucesso comercial até. Para quem gosta de música extrema mas que quer a sua dose de experimentalismo e inovação sempre presente. RDS
90%
Lifeforce Records: www.lifeforcerecords.com
War From A Harlots Mouth: www.myspace.com/warfromaharlotsmouth

Thursday

Cephalic Carnage - Entrevista

- Cephalic Carnage (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …):
The name cephalic carnage means to slaughter the brain, we've been around since the beginning of 1997, me on vocals, zac and steve on guitar, john on drums, various bass players til now we have nicko on bass, we have the following cds, ”conforming to abnormality”, ”exploiting dysfunction”, ”lucis interval”, ”anomalies” and now xenosapian on relapse records, the highlights of touring have been going to amazing countries and seeing awesome crowds, smoking the finest grass the world has to offer, and playing big fests in europe.

“Xenosapien” (rehearsing / writing process, recording process, label, …):
Four months of practice, the same way we've have done every other album, we write stuff on our own the show the rest of the guys everybody add their own mark to it and that is that, I will title and write the words, we record with dave otero here in denver at flatline audio and our own studio hybrid studio, lots of blood and sweat, we are on relapse records in case you didn’t know.

Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …):
Life in general, life is too short we should learn to get along.

Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
That’s up to the listener, you make your own analogy on this that’s what its about your views on what you see about this, I don’t care to comment on it, buy it and see what its all about , to me its pretty self explanatory.

Live tour to promote the new record:
Tour the world if we can, for now tour with shitty metalcore bands.

Musical (and other) influences:
Heavy metal period, hockey, weed, the air, he sun, woman, life in general, living aal inspires.

Final Message:
Don’t let your meat loaf or your pussy willow. buy the new cephalic carnage cd, hopefully we can come to Portugal to play some shows for the freaks, but until then we will just try to be metal, thanx for the interview and the support.

Entrevistador: RDS
Entrevistado: Leonard Leal

Relapse Records: www.relapse.com
Cephalic Carnage: www.cephaliccarnage.net

Tuesday

Pig Destroyer – Phantom Limb (2007) – Relapse Records

Mas que puta de álbum! É mesmo isso que nos passa pela cabeça e nos sai dos lábios durante a primeira audição a esta descarga! Instantes após a curta introdução somos arremessados à parede por uma dose de brutalidade pura em forma de som e ficamos sem saber o que nos atingiu. A base é Grindcore mas há por aqui ornamentações de Thrash, Death e Hardcore. O som é bem pesado e rápido quanto baste mas os Pig Destroyer não alinham na brutalidade sonora apenas por isso mesmo, indo buscar influências a vários quadrantes da música extrema, ouvindo-se muitos riffs de guitarra claramente inspirados no Thrash old school da década de 80 e inícios de 90, algum Hardcore, Crust, Sluge e alguns apontamentos mais Death Metal do que Grind. Ao longo de todo o álbum ouvimos várias mudanças de ritmos, riffs, ideias, e não necessariamente de tema para tema., mas até nos próprios temas, tudo sempre com grande destreza musical e muita imaginação. E como depois da tempestade vem a bonança, o disco fecha com um “tema” mais ambiental, como que a dar-nos um pouco de descanso após tanta porrada que acabamos de levar. Item essencial na discografia de todo o apreciador de música extrema! RDS
95%
Relapse Records: www.relapse.com / www.relapse.com/ecards/PD/
Pig Destroyer: www.pigdestroyer.net