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Friday

Gazua – Convocação (2008) – Edição de Autor

Finalmente o disco de estreia dos Gazua! Ainda me lembro do gozo que me deu ouvir a demo que me enviaram há um par de anos. O meu grande medo na altura foi: “ok, é porreiro, mas daqui a nada estão a acabar por falta de apoio de editora e público”. Ainda bem que me enganei e a banda insistiu e persistiu. Infelizmente, não houve nenhuma editora a apostar neles e tiveram que lançar isto por conta própria. O que é que andam as editoras a fazer? Lançar bandas pré-fabricadas saídas de telenovelas juvenis? Bah! Em frente! Essa triste história já nós conhecemos. O disco está nos escaparates e isso é que interessa. Agora cabe ao público Português apostar neles, comprar o disco, comprar t-shirts e outro merchandising, marcar concertos com eles e ir aos mesmos.
Gazua é um power-trio, na verdadeira ascensão do termo, composto por João (voz / guitarra, ex-Corrosão Caótica, ex-Carbon-H, ex-No-Counts), Paulinho (baixo, ex-Jardim Do Enforcado, ex-M.A.D., ex-Spitz Buben, actualmente nos Kamones) e Quim (bateria, ex-Condenação Pacífica, ex-Civic) que não gravou a bateria no disco mas que faz parte da banda actualmente. O passado dos 3 membros já fala por si!
Em relação à gravação propriamente dita, resta apenas dizer que foi feita nos estúdios Crossover com o Sarrufo. Tudo o que tem saído destes estúdios, com mão do Sarrufo, tem uma qualidade inegável. Som forte, poderoso, limpo, mas com aquela crueza necessária ao género. Até a capa e toda a apresentação do disco estão sublimes. E vem em formato digipack, um formato que eu adoro e que prefiro em detrimento da normal caixa de plástico.
“Convocação” inclui 10 temas de puro Rock ‘N’ Roll / Punk Rock em cerca de 35 minutos que remetem para os primórdios de Xutos & Pontapés, Censurados e Peste & Sida, revelando também influências de nomes míticos como Ramones, Clash, New York Dolls, Patti Smith, Motörhead, AC/DC, Rose Tattoo, Thin Lizzy, MC5, Sex Pistols, entre outros. Abre em força com “Se tens vontade de gritar”, um tema potente, rápido, com melodia e refrão sing-a-long contagiantes, a lembrar Censurados no seu melhor; seguem “Morres devagar” e “Fazia tudo outra vez” a trazer à memória os Xutos dos 80s; “Evolução (1974)” traz de volta a velocidade num registo mais agressivo e mais Punk; “Sair da escuridão” é um forte candidato a hit-single; “O que é que estás aqui a fazer” continua com o pé no pedal, Peste & Sida / Censurados à memória; “Mil dedos” é mais lenta mas não perde a força do Rock tradicional, cru e puro; “Freneticamente falando” traz como convidado João Pedro Almendra (vocalista dos Peste & Sida); “Punição” tem uma batida fortíssima; fecha-se o ciclo (sim, porque ao acabar voltamos a carregar play e reiniciar o disco!) com “Vou explodir” com mais um refrão cantarolável.
Uns segundos de silêncio… O quê? Já acabou? Carrega no play depressa! Quero mais! Não deixes baixar a adrenalina! Ainda estou de braços no ar com a minha “air guitar”, a riffar como se não houvesse amanhã!
Para colocar ao lado de “No One To Follow” dos Anti-Clockwise, outro do género que também respira Rock por todos os poros. Infelizmente passou algo despercebido neste marasmo que a cena musical nacional actualmente! Esperemos que não aconteça o mesmo a este “Convocação”.
Um forte candidato a disco do ano em Portugal E só agora começou 2008. O Rock não morreu em Portugal! Estão todos convocados para a celebração. Dá-lhe Gás(zua)! Rock ‘N’ Roll Up Your Ass!!! RDS
95%

Thursday

Gazua - Entrevista

1 – Fala-me um pouco da história dos Gazua desde a sua concepção até à data.
Os Gazua tiveram um arranque um pouco atribulado... A banda começou por minha iniciativa e do Fred (ex baixista de censurados), e nessa altura tinhamos o Pedro Cardoso na bateria (que participa neste disco como convidado). Deram-se alguns concertos, e depois da saída do Fred por falta de disponibilidade para um projecto a tempo inteiro a banda sofreu algumas alterações à formação até chegar aquilo que é hoje. O Paulinho surge através de um amigo em comum, e o Quim trabalhava nos estúdios em que nós ensaiávamos. Desde há um ano que temos esta formação fixa, e por isso estava na hora de avançarmos para o disco.

2 – Descreve os processos de composição e gravação deste disco de estreia “Convocação”.
A composição deste disco parte de uma série de ideias que vinham já de trás, ainda antes desta formação estar composta. O que fizemos foram alguns arranjos, mas o disco já estava pensado e pronto a arrancar há algum tempo. Em relação à gravação, correu muito bem. Estivemos 16 dias nos estúdios Crossover em Linda-a-Velha a trabalhar com o Zé Pedro Sarrufo, e penso que se encontrou um excelente ambiente de trabalho. E acima de tudo, muito profissional.

3 – Sobre que assuntos incidem as letras contidas neste disco?
Este conjunto de letras têm um cariz muito pessoal, falam muito de persistência, de lutarmos por aquilo em que acreditamos. Falam também das interrelações entre pessoas, e da forma como às vezes é tão difícil alcançar uma harmonia.

4 – Quais são as vossas influências musicais, assim como outro tipo de influências externas à música?
Penso que somos essencialmente três viciados em música. Temos idades compreendidas entre os 34 e 36 anos e estamos metidos nisto até ao pescoço. Eu pessoalmente estou neste momento a ouvir muito os Clash, a Patti Smith, o Wayne Kramer (ex-MC5), Thin Lizzy... o Quim sei que é fã incondicional dos Iron Maiden, Slayer... e o Paulo ouve bandas como Discharge, AC/DC... são gostos variados, temos todos um espectro de gostos musicais muito alargado.

5 – O disco é lançado em regime de edição de autor. Porque é que a banda optou por esta via? Não há editoras a apostar nesta sonoridade ou não surgiu nada entretanto e decidiram levar a vossa avante, não deixando “morrer” o trabalho da banda?
É mesmo essa segunda hipótese. Ninguém se mostrou interessado em investir neste disco, e se essa parte nos teria que caber a nós, então não se justificava ter o selo de um editora. Penso que nesta fase de arranque da banda e com o mercado em baixa não é fácil arranjar quem arrisque um investimento num produto que não dá garantias. Não foi nada que não estivéssemos à espera. Já cá andamos todos há muito tempo, e não vamos deixar de passar a mensagem por uma questão destas.

6 – Como é que estamos de concertos de promoção ao disco? E em relação a outro tipo de promoção, tais como entrevistas, rodagem em rádios, etc?
O lançamento oficial do disco é no dia 16 de Fevereiro na Academia de Linda-a-Velha, e vamos ter uns quantos concertos a partir dessa altura. Antes disso só mesmo o concerto com os Italianos The Cummies no Espaço dos Desastres. Confirmado está também um concerto em Sintra no dia 23 de Fevereiro, e estamos a aguardar umas quantas respostas em relação a alguns concertos no norte e sul do país. Vamos tendo a agenda actualizada no nosso espaço do Myspace. Em relação a rádios o CD já chegou a algumas e sei que tem passado por exemplo na antena 3. As entrevistas vão chegando, mas penso que os meses de fevereiro, março e abril serão mais atarefados nesse sentido.

7 – Como vês a evolução da cena Underground nacional desde que nela entraste até hoje? Que bandas, editoras, promotores de concertos, revistas e outros da cena musical podes realçar?
Acima de tudo realço sempre as iniciativas de pequena dimensão, que se conseguem mexer quase sem meios e o fazem sem a interferência da indústria mais mainstream. De qualquer forma acho que hoje temos que ser melhores para entrar na cena musical. A fasquia subiu muito e isso agrada-me. É difícil ter uma opinião em relação à industria sendo-se músico... achamos sempre que não fazem o suficiente. Quando as bandas começam a crescer é que entendem que muitas vezes tudo se resume a números, e isso é muito desmotivante, mas é isso que faz mexer a indústria. Talvez ache que nos deixamos influenciar demasiado pelo que vem de fora e desvalorizamos muito o que temos cá dentro.

8 – Como é que surgiu a colaboração do João Pedro Almendra dos Peste & Sida?
Bom, este disco fala de persistência, e quem conhecer pessoalmente o João Pedro sabe que ele é um sobrevivente.
Há com certeza outros, mas ele é uma pessoa que reflecte exactamente aquilo que quisemos transmitir com este disco. Já nos conhecíamos, por isso foi simples e estamos muito satisfeitos. Foi sem dúvida uma mais valia.

9 – Tens agora espaço para deixar uma última mensagem aos leitores da Fénix.
Venham conhecer os GAZUA. Em disco ou ao vivo!!
E de uma maneira geral, não fiquem em casa agarrados aos computadores... vão aos concertos, a outros espectáculos e saiam para os copos com os amigos.
Um abraço a todos!!

Gazua: http://www.myspace.com/gazua

Questões: RDS
Respostas: João (vocalista e guitarrista)

Friday

Sandalinas – Fly To The Sun (2007) – Metal Heaven

Este é o segundo trabalho, sob esta designação, do guitarrista de origem espanhola Jordi Sandalinas. Novo trabalho, nova banda, nova editora. Depois de ter editado “Livin On The Edge” em 2005 através das Massacre, eis que surge a Metal Heaven para lançar a nova proposta. Quanto à banda, desta feita Sandalinas conta com a ajuda de Rick Altzi (voz, At Vance), Patrik johansson (bateria em estúdio, Yngwie Malmsteen), Mick Cervino (baixo em estúdio, Blackmore’s Night) e Elias Holmild (teclas, Dragonland). Ao vivo juntam-se à banda Álvaro Svanerö (bateria) e Mat Saint (baixo). Além desta banda principal há também participações do teclista Derek Sherinian (Dream Theater) e dos guitarristas Chris Caffery (Savatage) e Andy LaRocque (King Diamond). LaRocque foi também, tal como no primeiro registo, o produtor do disco e responsável pela masterização. Se todos estes nomes não bastarem, juntem-lhes ainda uma capa da autoria de Derek Riggs (Iron Maiden, Gamma Ray, etc). Hard ‘N’ Heavy ora a meio-tempo, ora rápido, mas sempre com muita melodia, e com a ocasional balada roqueira. Excelentes riffs de guitarra, uma voz potente mas melódica q.b., secção rítmica potente. Ao todo são 12 temas em cerca de 48 minutos muito acima da média. Para fãs da faceta mais melódica do Hard Rock e do Heavy Metal. 75% http://www.sandalinas.com/ / www.myspace.com/sandalinas / http://www.metalheaven.net/
RDS

Palace Terrace - Entrevista


1 – Palace Terrace (origin and meaning of the project’s name, short bio with highlights, discography, etc):
GB - Palace Terrace was formed after I had a vision for a vocal oriented album. I composed the "Flying Through Infinity" album shortly after releasing my solo album "Venomous Fingers". After completing the composition process for the album I began the search for a lead singer. It was an early Sunday morning that I put a call into Vocalist Jonathan Marshall. While speaking to Jonathan I explained to him that I had this progressive and neoclassical style album and would like for him to sing on it, without hesitation he agreed to record the tracks. I then further revealed to him the "Flying Through Infinity" concept I had, along with the seeds for the meaning and development of each song. After our conversation I sent him the entire album and the vocal production was underway. The band name was born when Jonathan and I were taking a break from recording vocals in my private studio. I was suggesting a name that sounded royal, majestic and "made for a palace". After further contemplation Jonathan said "Terrace"... "Palace Terrace". The timeline for the vocal production was extensive and extremely laborious, it wound up taking longer than I had anticipated due to studio scheduling, working and re-working John's improvisations and all my vocal parts. In the end the amount of time it took to complete was worth it to me, for it is satisfying both emotionally and intellectually.

2 – “Flying Through Eternity” (writing & recording process):
GB - I had composed the album on staff paper and also recorded the main body of music before ever approaching the other musicians. Once I brought Jonathan aboard we had worked intensely on the improvisations as well as the additional melodic and counterpoint sections I composed. Jonathan had written some lyrics based off of the "Flying Through Infinity" concept and seed ideas for the individual songs I had initially presented to him. I had also written lyrics to further project the song's original meaning. When we got together we melded our lyrics into what you hear on the album.

3 – Lyrics (influences, themes, messages) and the main lyrical concept of this record:
GB - In brief... it is a journey through space and time questioning what happens in higher dimensions, wondering if we'll find loved ones on the other side, wondering why we each go through the path we do, and then coming full circle back to a place to call home. As I previously mentioned the lyrics on the album were written by both Jonathan Marshall and myself. The concept of the album was influenced by my love and fascination of astrophysics.

4 – Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
GB - The album's front cover is depicting a soul flying through the universe, or rather flying through infinity. The artwork reflects the soul looking over planet Earth and all of it's inhabitance. The artwork was conceptualized, designed and created by myself. Along with the lyrics the album came out rather spiritual, without ever really insinuating a particular religion. It definitely conveys a sense of awe, inspired by the grandiose scheme of who, what and were we are.

5 – Musical and other kind of influences:
GB - The music on the album is highly influenced by strict classical composition techniques in combination with modern elements. There are vocal sections that I composed using strict 4-part writing rules and other sections that utilize extensive odd-meters and modern harmony. The song forms used on the album were not restricted to any particular structure and came out rather unique sounding.

6 – Lion Music:
GB - Lion Music I truly believe to be somewhat of a saviour record label that brings high caliber musicianship and captivating artists to the public. While they are indeed in the business of selling records, they too are much concerned with bringing something new, fresh, innovative and over the top to both fans and musicians alike. Lasse Mattson is a talented guitarist and musician himself which I think really aids in bringing to the label the high quality musicians associated with it.

7 – Tour to promote the record:
GB - With the proper management and support a tour is highly probable. We all want to play this material live and very much look forward to meeting and talking with the fans.

8 – Final Message:
GB - I look forward to releasing many more albums in the future of both instrumental and vocal types. I already have several hours of new material on staff paper waiting to be recorded, pieces that have already been recorded and am also continuously composing more material. It will never stop and look forward to bringing much more music to public for their enjoyment. A big sincere thanks to all my fans worldwide for all your continued enthusiastic support and feedback throughout the years.


Entrevistador: RDS
Entrevistado: George Bellas - Composer of Palace Terrace.

Tuesday

Airtime – Liberty Manifesto (2007) – Escape Music

Este é um projecto de Rik Emmett e Michael Shotton, os quais se conheceram num espectáculo orquestral no qual estavam a prestar as suas vozes. Já conheciam, e eram apreciadores, dos passados musicais um do outro em Triumph e Von Groove. Começaram a compor algum material juntos e o resultado final é este mesmo “Liberty Manifesto”, o qual é agora lançado sob a designação Airtime. Hard Rock bem melódico e com algumas inspirações clássicas, AOR, 80s Arena Rock e até Progressivas. O disco foi gravado apenas pelos dois músicos, encarregando-se Emmett das vozes, guitarras e baixo, enquanto que Shotton ficou a cargo da bateria, percussões, teclas e vozes de apoio. Um grandioso disco de Hard Rock melódico dos 80s transportado para o século XXI. Alguns temas a encher, isso é verdade, mas a grande maioria revela um excelente trabalho de composição. Para fãs de bandas como Led Zeppelin, Journey, Rush, Queen, Triumph, Survivor, Europe, Marillion, entre outras. 75% http://www.escape-music.com/
RDS

Michael Harris – Ego Decimation Profile (2007) – Lion Music

Esta é uma reedição do disco de 1996 “Ego Decimation Profile “ de Michael Harris. A ideia era remisturar e remasterizar o disco, o qual foi lançado numa altura em que as produções eram mais secas, conseguindo assim um som mais cheio e forte. Este é um dos discos mais “pesados” do guitarrista, com uma forte veia metálica, aliando ainda pormenores vindos do progressivo, Jazz, música de fusão, Funk e Neoclássico. Aconselhado a apreciadores de Hard ‘N’ Heavy de cariz instrumental apoiado na guitarra. 80% http://www.michaelharrisguitar.com/ / www.myspace.com/michaelharrisguitar / http://www.lionmusic.com/ / www.myspace.com/lionmusiclabel
RDS

Sin Dealer – Dying To Live (2007) – Self Released

No outro dia chegou-me às mãos esta estreia auto-financiada dos Canadianos Sin Dealer, “Dying To Live”. Ora, pensei eu, mais uma banda do típico Hard Rock Norteamericano / Canadiano desinspirado, sem qualquer tipo de ideias ou atractivos, com uma produção caseira. Enganei-me redondamente. O disco inclui 10 temas em pouco mais de 44 minutos e meio de orientação Hard Rock com influências de Southern e Stoner Rock. Algumas ideias de Heavy Rock dos 70s e apontamentos mais doomy / sludgy dão o ar de sua graça ocasionalmente. Grandes riffs de guitarra, bem potentes mas sem esquecer uma certa melodia cativante, secção rítmica pesadona e cheia de groove, voz grave e arranhada. Ora, depois de ler a nota de imprensa, é que passou a ser do meu conhecimento de que os membros de Sin Dealer já têm um passado forte com bandas como Sea Of Green, Sons Of Otis, Plasma Blast e Edwin & The Pressure. Não se trata propriamente de novatos. Os primeiros nomes que vêm à cabeça ao ouvir Sin Dealer são Godsmack, Corrosion Of Conformity, Alice In Chains, Brand New Sin, Cathedral e até mesmo Gorefest (na sua fase mais roqueira). Outras influências e congéneres a apontar podem ser AC/DC, Motörhead, Lynyrd Skynyrd. Steppenwolf, Molly Hatchet, Johhny Cash, Black Label Society ou Clutch. Um must para qualquer Hard Rocker que se preze! Uma edição de autor? O que andam as editoras a fazer? Rock ‘N’ Roll up your ass! 90% www.myspace.com/sindealer / http://www.metalqueenmgmt.ca/
RDS

Wednesday

MCM - Entrevista

1 – MCM (short bio with highlights, discography, etc):
MCM was started in 2003 by Alex Masi, Randy Coven and John Macaluso on the occasion of a tour of Mexico... soon thereafter an album was recorded titled RITUAL FACTORY which was released in 2004... MCM has since toured various parts of the world recorded several of the concerts from which the new album 1900-HARD TIMES was compiled.
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2 – “1900 – Hard Times”:
1900-HARD TIMES is a collection of live pieces that were mixed and edited by me (Aex Masi) in my studio in Hollywood, California. The pieces were improvised for the most part with the exclusion of intro parts and endings and some riff in the middle of them, MCM is based on improvisation and the reason it seems to work so well is due to the length of our musical friendship and the confidence we have in each other as musicians.
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3 – Musical and other kind of influences:
The music is influenced by all of our respective experiences through the years... I bring the classical, acid, indian, experimental ideas, Randy brings the funk and John brings the rhythmical madness....
At the end what comes out though is very much the sound of MCM which is quite unique....
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4 – Lion Music:
The album is released by Lion Music as was the first MCM.
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5 – Tour to promote the record:
We are looking to the spring for some shows in Europe and possibly the US, anyone interested in having us perform in their country, city, is welcome to contact us through any of our official websites and myspace sites (Alex's, Randy's or John's).
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6 – Final Message:
Listen with open ears and an open mind without preconceived ideas or expectations. Thank you.
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http://www.alexmasi.net/ / www.myspace.com/alexmasi / www.myspace.com/thealexmasiallaudiopage / http://www.alexmasi.net/ / http://www.randycovensite.com/ / http://www.johnmacaluso.com/ / www.lionmusic.com/mcm1900.htm
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Entrevistador: RDS
Entrevistado: Alex Masi

Tuesday

LION MUSIC

Angel Of Eden – The End Of Never (2007) – Lion Music
Este é o novo projecto de Roger Staffelbach, guitarrista dos Artension. Nesta nova aventura juntam-se a Roger o vocalista Carsten “Lizard” Schulz (Evidence One, ex-Domain), o teclista Mistheria (solo, Bruce Dickinson) e o baterista Rami Ali (Evidence One). Além da banda principal, o álbum conta com a participação de Steve DiGiorgio (ex-Testament, ex-Death, ex-Iced Earth, etc) que gravou todas as partes de baixo, John West (ex-Royal Hunt), David Shankle (David Shankle Group, ex-Manowar) e Ferdy Doernberg (Axel Rudi Pell). Em “The End Of Never” são apresentados 10 temas (mais 1 faixa bónus, uma fantástica versão de “You Don’t Remember, I’ll Never Forget” de Yngwie Malmsteen) de Metal Neoclássico. Riffs e solos de guitarra fantásticos, secção rítmica poderosíssima, vocalizações soberbas, é isto que este Anjo Do Éden nos oferece em pouco mais de 51 minutos. À típica sonoridade Heavy Neoclássico adicionam ainda algum do poder e velocidade do Power Metal Europeu assim como melodias e coros saídos dos 80s (tanto do Heavy como do típico Rock oitentista e até mesmo de musicais). Há já muito tempo que não ouvia um disco de Heavy / Power / Neoclássico que me fizesse vibrar tanto quanto este. Já o ouvi 3 vezes e não o pretendo retirar de perto do leitor tão cedo! Uma boa aposta para fãs de nomes como Artension, Yngwie Malmsteen, Royal Hunt, Survivor, Gamma Ray, Helloween, Symphony X, Virgin Steele, At Vance, Edguy, Kamelot, Epica, etc. 95% http://www.angelofeden.com/ / www.myspace.com/angelofedenband / http://www.rogerstaffelbach.com/ / www.lionmusic.com/angelofeden.htm

MCM – 1900 Hard Times (2007) – Lion Music
Este é um projecto que reúne 3 excelentes músicos da cena Hard ‘N’ Heavy, já com créditos firmados, Alex Masi (guitarra, loops), Randy Coven (baixo) e John Macaluso (bateria), daí a designação do MCM (Masi-Coven-Macaluso). Este é um disco que reúne 12 faixas gravadas ao vivo em diversos locais. A música de MCM é 80% de improviso, sem qualquer regra musical ou estruturas pré-fabricadas a restringir a criatividade dos músicos envolvidos, numa total liberdade de execução. O resultado é uma mescla de Hard Rock, Heavy Metal, Rock Progressivo, Jazz, Fusion e inclusive Drum ‘N’ Bass e música étnica. Desenganem-se os que já estão a pensar que isto deve ser um mero exercício demonstrativo de potencialidades técnicas, de músicos para músicos, algo perfeitamente aborrecido para o mero ouvinte. Nada disso, os MCM conseguem criar excelentes instrumentais de Hard / Heavy / Jazz / Fusion / Progressive que se ouvem muito bem. São cerca de 57 minutos de pura liberdade artística que irá agradar a fãs de qualquer um dos géneros acima mencionados. 85% http://www.alexmasi.net/ / http://www.randycovensite.com/ / http://www.johnmacaluso.com/ / www.lionmusic.com/mcm1900.htm

Palace Terrace – Flying Through Infinity (2007) – Lion Music
Palace Terrace é um projecto do guitarrista George Bellas (ex-Ring Of Fire, Mogg/Way). A este alia-se o tenor Jonathan R Marshall e o percussionista Sasha Horn. “Flying Through Infinity” é um disco conceptual, a história narra a viagem de uma alma pelo infinito do Universo, é uma história de introspecção da condição humana, nada que não se tenha já feito, portanto. A nível musical, lidamos aqui com um misto de Metal Neoclássico, Progressivo, e Hard ‘N’ Heavy tradicional, sempre com aquele ambiente cinematográfico, teatral e épico, típico de disco conceptual. Bellas é responsável por quase tudo no álbum, desde o conceito, composição, orquestrações, produção, assim como quase todos os instrumentos musicais. A nível lírico, como já referi, nada de novo; a nível musical, nada de surpreendente ou extraordinário. A nota de imprensa é um desfilar de termos técnicos musicais, o que dá a entender, e é mesmo isso que acontece, que a maior preocupação foi a de gravar algo perfeito a nível técnico, ficando a “alma” da coisa algo esquecida. Além disso, o som é algo mecânico e frio, algo que a mim particularmente me faz muita confusão. Apenas para fanáticos deste tipo de discos. Para mim, mais um disco mediano, entre tantos outros. 55% http://www.palaceterrace.com/ / http://www.georgebellas.com/ / www.myspace.com/palaceterrace / www.myspace.com/georgebellas / www.lionmusic.com/palaceterrace.htm

Lion Music: www.lionmusic.com / www.myspace.com/lionmusiclabel

Friday

The Roxx – Unleash Your Demon (2007) – Rockville Music / Point Music / GerMusica

Os veteranos Germânicos The Roxx formaram-se em 1984 e desde então já invadiram a cena Hard ‘N’ Heavy com diversos discos de originais e ao vivo. Podem-se contar três fases distintas na carreira da banda, sendo esta a terceira. Este é o novo trabalho de estúdio e intitula-se “Unleash Your Demon”. 10 temas em pouco mais de 46 minutos de Hard Rock com toques de Heavy Metal dos 80 e algum Glam Rock à mistura, é o que estes The Roxx nos oferecem. Não é bem o meu estilo mas há aqui algumas ideias muito boas, embora seja tudo feito com um tipo de humor que não é bem o meu. Não só a nível de apresentação e letras mas também, e pior, a nível musical. A capa e apresentação geral do disco poderiam estar melhor mas, lá está, talvez não seja o meu tipo de humor e eu não aprecie a coisa no seu todo. Parece-me muito aligeirado e pouco sério. É claro que o Rock ‘N’ Roll deve ser, acima de tudo, diversão mas, mesmo assim... Tirando tudo isso ficavam com um disco do caraças! Para quem gosta de Hard Rock retro via 80s mas com um som moderno, de uma atitude aligeirada e divertida em relação ao Hard Rock e de nomes como Mötley Crüe, Ratt, Judas Priest, Twisted Sister, Gwar, Wasp (na sua vertente mais Glam), Alice Cooper (inícios dos 90s), entre outros. Os outros afastem-se porque vão detestar. 70% http://www.theroxx.info/ / www.myspace.com/therwalroxx / http://www.rockville-music.com/

Wednesday

METAL HEAVEN

The Steve Grimmet Band – Personal Crisis (2007) – Metal Heaven
Este é o novo projecto de Steve Grimmet, conhecido pela sua única e poderosa voz, e por ter feito parte de bandas como Grim Reaper (3 discos), Onslaught (um disco) e Lionsheart (um disco). Nesta nova aventura Grimmet alia-se a Ian Nash (Lionsheart), Ritchie Walker e Pete Newdeck (The Shock, Paul Di’Anno). Hard ‘N’ Heavy poderoso mas muito melódico com reminiscências da década de 80 e algum AOR é o que esta Steve Grimmet Band nos apresenta em cerca de 50 minutos divididos em 11 faixas. Riffs fantásticos, solos deslumbrantes, melodias e coros cativantes, secção rítmica poderosa e segura e, claro, a voz exemplar de Steve Grimmet. O disco foi produzido por Dennis Ward (Pink Cream 69) e Pete Newdeck. Há ainda a salientar participações especiais de Eric Ragno (teclas, Jeff Scott Soto) e Carsten Schulz (Evidence One). Um dos melhores discos de Hard Rock / AOR / Heavy Metal melódico que ouvi nos últimos anos. Aconselha-se tanto aos fãs da velha guarda como aos mais novos aliados do som eterno. 95% http://www.metalheaven.net/

Road To Ruin – Road To Ruin (2007) – Metal Heaven
RIIR é um novo projecto do guitarrista Lars Chriss (Lion’s Share) e do baixista / teclista Sampo Axelsson (Glenn Hughes, Lion’s Share). A estes juntaram-se posteriormente Thomas Broman (Electric Boys, Glenn Hughes, Audiovision, Hughes Turner Project, John Norum) na bateria e Matti Alfonzetti (Skintrade, Jagged Edge, Alfonzetti) na voz. A ideia principal era utilizar as ideias que tinham que não cabiam nos Lion’s Share (mais numa linha Heavy Metal), e que eram mais direccionadas para o Hard Rock dos 70s e 80s, na linha de bandas como Rainbow, Thin Lizzy, Whitesnake, Deep Purple, Led Zeppelin, Black Sabbath. A estreia homónima está aí e contém 9 temas de Hard Rock duro, balançado e com algum peso mas sempre com muita melodia. Tem bons riffs e solos de guitarra, melodias e refrões cativantes, uma secção rítmica segura e uma voz melódica mas com uma certa aspereza necessária ao estilo. Não é o melhor disco do estilo dos últimos anos, mas destaca-se de tantos outros que vão sendo editados hoje em dia. Destaco temas como “The Only One”, “Face Of An Angel”, “Pleasure And Pain” ou “Walk The Line”. Para os fãs do Hard Rock mais tradicional e das bandas já mencionadas. 70% http://www.roadtoruin.org/

Vengeance – Same/Same… But Different (Alive) (2007) – Metal Heaven
Este veterano quinteto Holandês já deu muitas cartas na cena Hard Rock Europeia e mundial nos seus 24 anos de existência. Quem gosta deste tipo de Hard Rock mais tradicional e melódico já os deve conhecer com certeza; quanto ao resto do pessoal, bom, a banda também não é das mais populares, sendo mais uma banda de culto que uma banda de massas, mas esta é uma boa oportunidade para os ficar a conhecer. “Same/Same... But Different” foi gravado na sua última digressão Europeia com Axel Rudi Pell e Sinner. Os Vengeance fazem aqui uma espécie de “best of”, incluindo temas clássicos como “Arabia” ou “She Is The Woman” alternados com material do seu mais recente disco de estúdio “Back In The Ring”. A mistura foi feita por Michael Voss (Mad Max, Voices Of Rock). Apenas para os aficionados do estilo e nomes como AC/DC, Thin Lizzy, Deep Purple, Europe, Saxon, etc. 70% http://www.vengeanceonline.nl/ / www.myspace.com/vengeancebackinthering

Empire – Chasing Shadows (2007) – Metal Heaven
Este é já o 4º disco do projecto Empire do guitarrista Alemão Rolf Munkes. A banda mantém-se quase a mesma com Munkes, o baixista Neil Murray (Ex-Gary Moore, Ex-Black Sabbath, Ex-Whitesnake) e o baterista Mike Terrana (Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell, etc), com a excepção de já não estar no micro Tony Martin (ex-Black Sabbath) mas sim outro dotado das cordas vocais, Doogie White (ex-Ritchie Blackmore's Rainbow, Yngwie Malmsteen, Cornerstone). “Chasing Shadows” é a continuação lógica de “Raven Ride”, um disco que já me havia agradado imenso (deve haver um crítica por aí algures). Excelentes riffs, melodias cativantes, solos fantásticos, uma voz soberba e, nem se devia referir, pois devia estar implícito, uma secção rítmica irrepreensível! O disco foi produzido pelo próprio Munkes nos seus Empire Studios e inclui 10 temas em pouco mais de 48 minutos plenos de Hard ‘N’ Heavy com bases tradicionais mas com um som moderno. Irá com certeza agradar tanto a fãs da velha guarda como aos mais novos. 85% www.myspace.com/empirerocksyou

RDS

Friday

LION MUSIC

Dogpound – III (2007): Como o título pode dar a entender, este é o 3º trabalho dos Suecos Dogpound. Hard Rock melódico com certas nuances de AOR. A produção ficou a cargo de Peter Tägtgren nos seus Abyss Studios e está irrepreensível. Som forte e cheio mas mantendo a faceta melódica da banda bem patente. Não é bem o meu estilo de banda, tende muito para os temas mais lentos, mas há por aqui uns temas bem “catchy”, apelativos e cantaroláveis. No entanto, mais temas “uptempo” não lhes faziam mal nenhum e ao vivo eram capazes de resultar bem lado a lado com estes “midtempo” / “slowtempo”. Ao todo são 14 temas que podem agradar a amantes do lado mais melódico do Hard Rock, Glam Rock e AOR. 65% http://www.dogpound.da.ru/ / www.myspace.com/dogpoundsweden / www.lionmusic.com/dogpound3.htm

Mind’s Eye – A Gentleman’s Hurricane (2007): Novo trabalho para os Suecos Mind’s Eye. Este trabalho conceptual é apresentado num formato triplo com CD, banda desenhada e DVD com “making of”. Infelizmente, o meu promocional só comporta o CD, daí eu não poder escrever umas linhas sobre os restantes formatos. A música continua na mesma linha, Metal Progressivo com influências tanto da velha escola como da nova escola. No entanto, este é o trabalho mais pesado do trio até à data. Heavy / Power bem pesado de contornos Progressivos, melódico, com uma toada épica a acompanhar o conteúdo lírico, mas com um forte sentido de canção. A componente lírica é uma espécie de policial / thriller acerca dos desabafos de um assassino contratado por uma ordem secreta, isto é, o tipo de novela tão em voga hoje em dia. Resta ainda referir a participação vocal de Mia Coldheart das hard-rockers Crucified Barbara. Os fãs da banda não vão ficar desiludidos, muito pelo contrário, assim como os fãs deste tipo de Neo-Prog / Prog-Metal. Para quem ainda não conhece a banda, aconselho vivamente esta obra-prima. 85% http://www.roundrec.com/ / www.myspace.com/eyeofthemind / www.lionmusic.com/agh.htm

Vendetta – Tyranny Of Minority (2007): Disco de estreia pelo recém-formado projecto do guitarrista / vocalista Britânico Edward Box. Hard ‘N’ Heavy de inspirações oitentistas. Os 12 temas aqui apresentados não maus de todo mas não trazem nada de novo. É material pouco inspirado, lugar-comum, sem malhas a destacar, solos / ritmos / melodias pouco inspirados. Parece-me ser um trabalho feito um bocado à pressa e não me agrada muito o resultado final. Talvez tenham tentado manter o espírito da coisa mais directo e simples mas, penso que fracassaram e lançaram um álbum muito abaixo da média, sem força para rivalizar com algumas pérolas (poucas!) que vão sendo lançadas hoje em dia no mesmo género. Além disso, detesto a produção do disco, ficou com um som muito plástico e sem vitalidade, em especial a bateria que ficou muito abafada e sem força. Próximo! 50% http://www.vendetta-theband.com/ / www.myspace.com/nosafehole / www.lionmusic.com/tyranny.htm

Lion Music: http://www.lionmusic.com/ / www.myspace.com/lionmusiclabel / www.youtube.com/LionMusicFinland

Monday

Simone Fiorletta - Entrevista

- Simone Fiorletta (short bio, discography, highlights, …):
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Endorsement: “D’Orazio Strings” “Jim Reed Guitars”
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At seven year-old I got near the music studying piano with the M°. Gianluca Spalvieri (an European level pianist). At twelve I bought my first electric guitar studying first as self-taught person then taking private lessons. Among the various studies, I frequented the triennial course given by Percento Musica in Rome where I "knew" the instrument with teachers such as Umberto Fiorentino, Franco Ventura, Massimiliano Rosati, Stefano Micarelli and others. At the same time, for two years, I studied flamenco guitar with Roberto Valle. In the last times, now and then, I take lessons with Micarelli and Rosati.

DISCOGRAPHY AND WORKS:
Between 1998 and 2001 I recorded four demo: two as guitar player ( Infinite Dreams and Souls ) and two with Moonlight Comedy (…And The Moonlight Dispelled A Mistery and Second Shadow ), thanks to which I received several proposals by different Italian and international labels. In September 2004 was released the first Moonlight Comedy album ( The Life Inside ) produced by Legend Music in Rome and distributed in 26 nations by Lion Music (www.lionmusic.com) , the Finnish label. In October 2004, the Milanese label Videoradio released in Italy my first album (The Beginning).After the success of both the albums ( The Life Inside appreciated by world criticism and The Beginning that got the first place among the more downloaded albums of Vitaminic ) I have had the honor to sign a Lion Music contract as guitar player; so in September 2005 I released Parallel Worlds , my second album, this time a worldwide distribution. This album has got for various weeks the Top10 in Germany, Norway and in the famous American Guitar9.
In February 2006 I start the recordings of the new Moonlight Comedy album, relesead by Lion Music in February 2007.
At the same time I was working for my new album with:
Andrea De Paoli ( Labyrinth ) – Keyboard;
Pasko ( Loredana Bertè , Cans – Hammer Fall ) – Bass;
Tony Liotta ( Santana, Sting, Tina Turner, Chick Corea and many more) – Drums.

My new album will be released in July 2007 by the same Lion Music.

Always in 2007 / 2008 I will be present on the new album of the big Tony Liotta's Human Steps , with international fame artists.

In 2000 I was the guest in a Neil Zaza's live in concert in Rome.
I work also as session in different studios in Italy, playing also different musical styles.
Since October 2004 I'm a founder partner of the Music Station, center of music lessons, I'm the electric guitar teacher, concert hall and two studios.

- “My Secret Diary” (writing process, recording process, guest musicians, label, …):

MSD was born because, as all my works, I want play my life, my emotions. I love talking about me writing instrumental songs, so I am always the only author of my works. Generally I write songs starting from a rhythmic guitar line to program drum and bass. When it's done the song skeleton I begin to think about the melodic line of the soloist. Sometimes I demand that my drum'n'bass ideas were respected while if I know the potentialities of my musicians I let they express themselves.
In this album I am surrounded by exceptional musicians. For the whole album I am supported by Andrea De Paoli (Labyrinth) on the keyboards, Pasko (Cans) on the bass and the legendary Tony Liotta (Santana, Sting and more) on the drums and percussions.
I have also had a good special guest in a song: William Marino (Mina, Sandy Marton and more) who play the solo in "Good Bye".
This album has also been released by the excellent Finnish Lion Music.

- Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
The whole artwork is by Armando Pizzuti, good graphic artist as well as bass player of my Prog Metal Band Moonlight Comedy (http://www.moonlightcomedy.com/ - www.myspace.com/moonlightcomedy).
"My Secret Diary" cover represents a hand that holds among the fingers a little diary, to give the idea of something personal, not visible to the others, with a background that recalls some emotions transfered in the songs.

- Live tour to promote the new record:
Now I don't want to do a real tour because I'm making a tour with the Moonlight Comedy, but this doesn't want to say that I won't make promotional live for this album.

- Musical (and other) influences:
Talking about soloist guitar player I love a lot Joe Satriani, Neil Schon and Neil Zaza, anyway in my works I simply try to play all my emotions, my feelings.

- Final Message:
First of all I would anticipate you that I'm working with Milan Polak (Billy Sheehan, Paul Gilbert, Marty Friedman and more) on vocals and guitars, Andrea De Paoli (Labyrinth) on the keyboards, Domenico Citriniti and Armando Pizzuti (Moonlight Comedy) on the bass, Tony Liotta, Andrea Scala (Moonlight Comedy) and Marco Aiello on the drums. I thank you and all your readers to have spent part of your time with me. I invite you to visit http://www.simonefiorletta.it/ or www.myspace.com/simonefiorletta

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Entrevistador: RDS
Entrevistado: Simone Fiorletta
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Lion Music: http://www.lionmusic.com/

Wednesday

METAL HEAVEN / GERMUSICA

Os StoneLake apresentam em “World Entry” (Metal Heaven, 2007) 9 temas de Heavy / Power do mais tradicional e “lugar comum”. Toques sinfónicos, progressivos e Hard Rock complementam a equação. O que aqui está é bom, mas falta aquele “quê” que os torne numa alternativa válida a tantas outras bandas do género. De qualquer modo, há aqui algumas boas ideias e a audição não se torna maçadora. Para os fanáticos / coleccionistas do género. 75% http://www.metalheaven.net/ / http://www.stonelake.se/

Os Soul Doctor e o seu disco “Blood Runs Cold” (Metal Heaven, 2007) seguem a linha Hard Rock clássico de nomes como AC/DC, MSG, Whitesnake, Led Zeppelin, Deep Purple, Bad Company, etc. 10 temas para a estreia desta banda que inclui no seu line-up o vocalista dos Fair Warning, Tommy Heart. Para os devotos do Hard Rock mais tradicional, simples, directo, duro, com melodia. Gostei e aconselho. 80% http://www.metalheaven.net/ / http://www.souldoctorrocks.com/ / www.myspace.com/souldoctorrock

Para o fim desta crítica, uma edição da promotora Alemã Germusica, os ShadowLand e o seu disco de estreia “Falling” (GerMusica, 2007). Heavy Metal melódico é o que nos é oferecido nestas 10 faixas. O material é bom, mas não é nada de novo ou original. Contudo, a banda apresenta algumas boas ideias e muitas potencialidades para futuros trabalhos. Resta esperar para verificar o desenvolvimento desta jovem banda e, entretanto, ir ouvindo este “Falling”. 75% http://www.germusica.com/ / www.myspace.com/shadowland1

RDS

AOR HEAVEN

Primeiro nome, Decoy, o disco é “Call Of The Wild” (AOR Heaven, 2007). O projecto é da responsabilidade do guitarrista Torben Enevoldsen (Section A) e do vocalista Peter Sundell (Grand Illusion). Hard ‘N’ Heavy inspirado na década de 80 do mais simples, directo e pleno de “lugares comuns” do género. Há aqui alguns temas porreiros mas que não passam disso mesmo. Mais do mesmo. Não torna este produto numa compra essencial. “Baixem” um tema ou dois e se gostarem, a escolha é vossa. 70% http://www.torbenenevoldsen.com/
Razorback e o seu novo disco “Deadringer” (AOR Heaven, 2007) também se apoiam no Heavy Metal tradicional com uns toques de Hard Rock de inspiração 80s. Não é a salvação do género mas, que é um bom álbum de Hard ‘N’ Heavy melódico, lá isso é verdade. Para quem não sabe, a banda inclui o guitarrista Rolf Munkes (Empire), o vocalista Stefan Berggren (Company Of Snakes) e o baterista Mike Terrana (Rage, Masterplan, etc), e é complementada por Chris Heun no baixo e guitarra ritmo. 75% http://www.rolfmunkes.com/ / http://www.empire-studios.de/
O vocalista Paul Sabu tem em “Strange Messiah” (AOR Heaven, 2007) aquela que é mais uma tentativa de um músico / compositor de sessão de compor e gravar os seus próprios temas. É certo que o homem já trabalhou com nomes como David Bowie, Alice Cooper, Madonna, Shania Twain, Lee Aaron, Wasp, etc, assim como escreveu músicas para diversas séries e filmes de TV, mas isso não quer dizer que se possa esperar o melhor deste disco. Hard Rock típico da década de 80 é o que se pode ouvir nestes 10 temas. Há aqui algumas boas malhas mas, apenas isso, um disco que se ouve, chega-se ao fim e não se pretendo voltar a carregar play. É daquele tipo de discos que se ouve sem estar a prestar muita atenção, quando se está a fazer outra coisa qualquer que requer mais atenção. Para os fanáticos dos 80s. Falta ainda referir que os músicos envolvidos fazem parte de bandas como Lee Z, Mad Max, Biss, Casanova, Demon Drive, Bonfire, Pretty Maids. 70% http://www.paulsabu.com/
Segue “Voice Of Rock MMVII” (AOR Heaven, 2007), um disco que reúne 10 vocalistas da cena AOR / Hard Rock mundial. A base instrumental é formada por Michael Voss (Silver, Casanova), o mesmo que trabalhou com Paul Sabu no disco antes apresentado, Chris Lausmann (Frontline, Bonfire), Angel Schleifer (ex-Bonfire, também no disco de Sabu), Tommy Denander (Radioactive) e Bertram Engel (Peter Maffay, Udo Lindenberg). Infelizmente o meu promocional é daqueles com os temas incompletos, contendo apenas 3 temas na sua versão final. De qualquer modo dá para ouvir e ter uma ideia do produto final. Os nomes presentes são James Christian (House Of Lords), Jean Beauvoir (Crown Of Thorns, Plasmatics), Goran Edman (Yngwie Malmsteen, Street Talk), Gary Barden (MSG), Harry Hess (Harem Scarem), Robin Beck, Terry Brock (Strangeways, Slamer), Dan Reed (Dan Reed Network), Steve Overland (FM, Shadowman), Johnny Gioeli (Hardline, Axel Rudi Pell). Ouve-se o disco com algum gosto mas, mais uma vez, nada por aí além. Para os coleccionadores e fanáticos do género apenas. 70%
O último para a AOR Heaven é o segundo álbum para os Germânicos Human Zoo, “Over The Horizon” (AOR Heaven, 2007). Hard Rock forte, com uma sonoridade bem moderna, riffs potentes, secção rítmica forte, voz exemplar. Aconselho. Falta ainda referir que a produção (exemplar, diga-se já) ficou a cargo de Dennis Ward dos Pink Cream 69. 75% http://www.humanzoo-music.de/ / www.myspace.com/humanzooband

AOR Heaven: http://www.aorheaven.com/

RDS

ESCAPE MUSIC

Os Last Autumn’s Dreams têm em “Saturn Skyline” (Escape Music, 2007) 11 temas de Hard Rock que variam entre o midtempo e o uptempo com muita melodia reminiscente dos 80s (leia-se AOR). Há aqui alguns bons riffs de guitarra, uma secção rítmica competente, melodias e refrões cativantes, voz meio “rasgada” mas segura. Gostei mas, começa melhor do que acaba, a meio começa a tornar-se algo aborrecido. Mesmo assim, AOR / Hard Rock melódico que pode agradar a amantes do género. 65%
Seguem os Jet Trail com “Edge Of Existence” (Escape Music, 2007). Hard Rock / Heavy Metal uptempo bem potente mas com muita melodia. Boas malhas com grandes riffs de guitarra, secção rítmica potente e uma fantástica voz feminina, forte e segura mas melódica quando necessário. Recomendo. 80%
Última para a Escape, os Daydreamer e o seu disco homónimo, “Daydreamer” (Escape Music, 2007). 11 temas de Hard Rock / Heavy Metal melódico com contornos progressivos e sinfónicos reminiscentes de nomes como Elegy, Consortium Project, Ayreon, Evegrey, entre outros. Nada de novo ou original mas bem tocado e com algumas ideias interessantes. Apenas para os fanáticos do género. 65%

Escape Music: http://www.escape-music.com/

RDS

Thursday

LION MUSIC

Twinspirits – The Music That Will Heal The World (2007): Novo projecto para o Italiano Daniele Liverani, responsável pelo projecto Genius Rock Opera. O estilo? Metal progressivo pois claro! O próprio Daniele Liverani se encarregou de escrever, compor e produzir todo o material do disco. Os músicos que o acompanham nesta aventura são bons, mas limitam-se a reproduzir o seu trabalho. Hoje em dia é muito difícil encontrar um disco de Progressive Metal que satisfaça plenamente. Excelentes músicos, um punhado de bons temas, riffs bem sacados à 6 cordas, algumas melodias cativantes, mas nada mais do que isso. Mediano. Se faltar aquele "quê" a mais, que distinga o projecto de tantos outros, então é apenas mais um. E aqui falta. Ouve-se um disco ouviram-se todos. Este é bom, mas é apenas mais um. RDS 65% www.twinspirits.com / www.myspace.com/twinspiritsband

Awake – Illumination (2007): Mais Progressive Metal. Este vindo da Inglaterra. Primeiro senão: detesto este tipo de produção de bateria, soa mecânica, precisa-se de um som mais orgânico. À parte disso, gostei mais deste disco que do anterior, uma aproximação mais Britânica ao estilo. Não conheço o disco anterior mas, segundo o comunicado de imprensa, este disco está mais directo e menos progressivo. Ideias progressivas, outras mais sinfónicas, um pouco de AOR. O disco foi gravado e produzido por Tom Englund, guitarrista e vocalista dos Evergrey, o qual também contribuiu com vozes de apoio, assim como o guitarrista Hendrik Danhage (também do Evergrey) contribuiu com um solo. Gostei, mas não vai ser a salvação do género. Hum… podia dar mais pontuação mas esta bateria…! RDS 70% www.awakemusic.net / www.myspace.com/awakemusic

Joop Wolters – Out Of Order (2007): Entramos agora nos terrenos dos discos instrumentais. Este é o terceiro disco a solo para o guitarrista Dinamarquês Joop Wolters. E quando digo solo, digo mesmo solo. O homem compôs, produziu e gravou todos os instrumentos, fora algumas participações especiais de amigos. Não foge muito à regra dos discos de guitarra, devaneios instrumentais infinitos, passagens por todos os géneros e subgéneros do Rock, Pop, Progressivo, Jazz, Blues, etc. Discos que, na sua maioria, agradam apenas aos músicos envolvidos e a outros músicos. O homem até pode tocar muito bem mas, se não há nada de novo, original ou ousado na sua música e na sua maneira de compor ou tocar… É apenas mais um disco de guitarra, entre tantos outros. E para variar, não gosto da produção, muito menos da típica bateria programada (na maioria das faixas). E para chatear ainda mais, são 16 temas! RDS 60% www.myspace.com/joopwolters

Simone Fiorletta – My Secret Diary (2007): Último da Lion Music por agora. Outro disco de guitarra. O Italiano Simone Fiorletta tem neste registo o seu segundo a solo. Este é um pouco mais interessante do que o acima revisto mas, mesmo assim, continua a ser aquele típico disco instrumental que agrada apenas a músicos. È um disco mais homogéneo e mais centrado no lado Hard Rock / AOR mas isso até o torna mais monótono. E mais uma vez, a bateria soa mecânica! Mas por sorte, são apenas 10 temas. Venha o próximo de Joe Satriani, por favor! RDS 60% www.simonefiorletta.it / www.myspace.com/simonefiorletta


Lion Music: www.lionmusic.com

Monday

Somniae Status - Entrevista

- Somniae Status (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …):
First of all thank you guys for support you’re giving us and of course thanks to fenixwebzine friends.
With SOMNIAE STATUS we mean a sort of “state of imagination”, the meaning well fits our personal approach to themes and lyrics as well to the music of course. We couldn't find a good solution in English so we thought to Latin.
Somniae Status formed in 1996 by Randy Mion, Fabio Tumiati and myself. But we completed the line-up only in 1999 with Breeze Danieli and Andrew Vekk. In 2002 we recorded our debut album “Cassandra”, co-produced by Alex De Rosso and us. The album was released in 2003 by Adrenaline Records and it received very good feedbacks from press and audience attending to our gigs around Italy. Just before the tour ending, Breeze was replaced by Ivan and in the meantime we have been doing some promotional activities with gigs and demonstrations for the companies we have endorsements with, in particular B.C.Rich guitars and Hughes&Kettner amps. In 2004 we recorded a cover version of Queensryche's “I don't believe in love” released through Steelheart Records, and we started writing “Echoes” with our producer Pat Scalabrino, still continuing performing live around the country. We recorded Echoes at the New Sin Studios with Luigi Stefanini and Dragonheart Records offered to us a deal for this new album Echoes. And today, we are proudly supporting and promoting this album!

- “Echoes” (rehearsing / writing process, recording process, label, …):
Echoes is about moods and feelings, an introspective trip through everyone’s own experiences. We started writing Echoes after a while from our first album Cassandra. During that time we were gigging a lot, and many early ideas came out during sound checks or somehow doing stuff all together. At that time we also met our producer Pat Scalabrino, and we started writing tons of material, his support and supervision were absolutely fundamental.
Echoes was recorded, mixed and mastered by Luigi Stefanini at the New Sin Studios, where other bands like Labyrinth, Vision Divine and Domine spent some of their recording sessions. Luigi is a very professional and good guy, we made a wonderful work with him. We fixed some ideas and rearranged some passages during the recording sessions, and I think that Luigi’s contribution is a additional magic for the final result. Indeed, we came up with a co-production of Pat and Luigi!
We knew Dragonheart records since several years ago, since they have a very good exposure in the scene. Then, our producer Pat Scalabrino got in touch with Enrico Paoli at Dragonheart, introducing Echoes and ourselves. Dragonheart liked the album and they offered to us a deal. We have to say that Enrico and all his staff are very good guys, and we are doing a very good work with them regarding the promotional activities.

- Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …):
I have to say, we all have an insane dark nature. The lyrics of the songs walk through introspective themes leaded by various states of mind. There is a common thread along the lyrics, moods recall to mysterious trips through the feelings that people experience while questioning about his existence. Life choices that come back from the past… Echoes, indeed!

- Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
We found an Italian artist by browsing the DeviantArt repository. We were searching for the right designer and we definitely got it! His name is Nicola Coin and his artwork is simply amazing, he caught exactly the spirit of the album, the right contents with textures that perfectly fit into the music.
When we first met him, he was given the music and the lyrics and we said to him “go for it!” and we definitely got it!

- Live tour to promote the new record:
We're hard working on it 'cause live stage is our natural habitat, and hopefully we should gig a while after the summer..

- Musical (and other) influences:
Within the band and yet within ourselves there are a lot of different influences. The earlier influences started with our passion for prog-rock bands like Yes, Kink Crimson, Fates Warning or Queensryche, moreover our thrash love for Slayer or Anthrax and finally we're also fashinated by hard rock bands like Whitesnake.
On the other hand, we all currently appreciate Nevermore, Stone Sour, Sevendust and many other bands that are more influencing the general sound of our songs. I hope these influences have somehow helped us find our personal sound!

- Final Message:
Thank you guys at fenixwebzine and all the friends of the zine for support, we'd love you to get in touch with us through our site www.somniaestatus.com and www.myspace.com/somniaestatus

Entrevistador: RDS
Entrevistados: Alex Danieli & Randy Mion

Sunday

Compilação online "80 De Rock" (2007)

Mais uma compilação de música nacional para download gratuito. Esta colectânea é composta por algum material mais antigo que serve de atractivo para os saudosistas, assim como material novo, para os que querem estar sempre atentos ao que se vai fazendo em Portugal na área da música moderna. A iniciativa parte do responsável pelo blogspot "80 de Rock". Cantava Zeca Afonso "Venham mais cinco", pois eu digo que cinco não chegam, e que venham muitas mais deste género! RDS
80 De Rock: http://80derock.blogspot.com

Friday

Union Mac - Entrevista

1. Brief History:
Kristoffer and Mikael met in a mutual project called Mixtur wich was a production group designed to write and produce music to different events. In this project we were going to make a modern sound 80ies rock for a record company but instead of doing that “Union Mac” was created…

2. General Concept:
The idea of Union Mac was to have a red line of inspiration from everything through the 70, 80, 90ies rock era but with a more modern touch and some kind of unik sound to it.
We wanted to shake up the konventionell sound a little bit so to speak.

3. Bands / projects, previous / present:
Kristoffer have been working a lot with different bands and projects along the years souch as Prisoner, Rainmaker, Sayit, Radioactive, etc, while Mikael mostly have been working with his own ideas and participated on different local projects in Sweden.
For now we are headed towards our second album with Union Mac.

4. "Lost In Attraction" (comments):
The process has been quite long since we both work in different areas and have familys etc to take in to consideration but it also has been a creative journey to remember and to be inspired by for the next album.

5. Lyrics:
The lyrics are intended to effect people in a positive way by saying that life is hard but you are not alone in it. I have tried to reflect on feelings that we all struggles with in the ordinary life.
Why? Well my philosophy on this is that if you are going to take time out of your life to write something you should have something of importance to say and at least try to do it right (don’t know if i succeded).
Influences therefore are everything and everyone, we are all influenced by each other I think.

6. Live Shows:
None so far, but you never know.

7. Future Projects:
Union Mac 2 for now then we´ll see.

8. Final Message:
We only hope that we can spread some joy to the rock-audience out there and thank everyone that support us by buying the album.
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Entrevistador: RDS
Entrevistado: Kristoffer (Vocals, Keyboards)

Escape Music: www.escape-music.com
GerMusica: www.germusica.com