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Tuesday

V/A – Metal Assault 2007 Vol.1 (DVD 2007) – Nuclear Blast

Começo esta pequena crítica por informar de que este não é um DVD de venda directa mas sim uma edição promocional. O DVD inclui um vídeo de cerca de 20 minutos com promoções aos lançamentos da Nuclear Blast no intervalo de Janeiro a Junho de 2007, assim como 7 videoclips do mesmo número de bandas. Muito rapidamente faço uma pequena apreciação destes mesmos promoclips, sendo as pontuações atribuídas à parte vídeo e não ao áudio!
Os Dinamarqueses Mnemic e o tema “Meaningless” iniciam a sequência. Novo disco, novo vocalista, o mesmo estilo de sempre. O clip segue a mesma linha dos anteriores da banda, com imagem futurista e com pequenas “falhas” a dar ideia de filmagem antiga. Não é nada de transcendental mas cumpre a sua função. É muito melhor do que os habituais clips de bandas a tocar na garagem ou num estúdio fechado ou das filmagens ao vivo. 70%
Os Norteamericanos Chimaira e “Resurrection” trazem o habitual vídeo das bandas dos USA, pose de machão saído do ginásio, mulheres com fartos seios, pancadaria, só falta mesmo o carrão de marca. É pena o clip porque a música é até acima da média da nova vaga do NWOAHM. 50%
O Finlandês Marco Hietala (também dos Nightwish) e os seus Tarot apresentam “Ashes To The Stars”. Música fabulosa, refrão memorável, vídeo com imaginário futurista intercalado com filmagens da banda a tocar. Acima da média. Gostei. 70%
Os Noruegueses Sirenia têm em “My Mind’s Eye” o melhor vídeo deste conjunto. E, na minha modesta opinião, também a melhor faixa. O refrão não é memorável, mas sim todo o tema, de início ao fim! O clip também é fabuloso, típico cenário Metal / Rock Gótico. 90%
Os Mendeed e “The Dead Live By Love” aproximam-nos do fim. A banda está a tocar numa floresta e está a nevar. Uma rapariga de branco jaz no chão. O seu espírito ou alam ergue-se do corpo e vagueia pela floresta. Encontra-se com um homem. Isto deve ter alguma ligação à letra da música. Não é mau mas também não é nada de transcendental. 70%
Os Canadianos Kataklysm e “To Reign Again” continuam na sequência. O habitual clip de que falava há pouco com filmagens ao vivo e tema de estúdio por cima. Mais uma forma de promover o novo álbum do propriamente fazer um clip com alguma qualidade e valor artístico. 40%
Para finalizar, a boa disposição dos Knorkator e “Alter Mann”. Vídeo animado. Já havia visto outro clip da banda e era uma curtição. É pena eu não falar alemão, as letras parecem ser hilariantes. E os vídeos seguem as mesmas. Fica o vídeo e a nossa imaginação a correr! 80%
RDS

Nuclear Blast: http://www.nuclearblast.de/

NB distribuída em Portugal por Compact Records: http://www.compactrecords.com/

Biomechanical – Cannibalised (2007) – Earache

Terceiro trabalho de originais para os Londrinos Biomechanical. São 10 faixas de Metal ultra-técnico com tendências Cyber (linha Fear Factory, Mnemic, Strapping Young Lad), progressivas e de “film music”. Pesado, potente, rápido, brutal. A voz está a meio caminho entre Ron Halford fase “Painkiller” e Devin Townsend nos seus SYL, com um toque de Phil Anselmo era Pantera. Aliás, a banda não se fica por aqui na “ligação” aos Judas Priest, tendo sido este disco misturado por Chris Tsangarides (o qual co-produziu com a banda o referido disco de 1990). Às já referidas bandas pode-se ainda aliar nomes como Nevermore (na técnica e saturação de pormenores) ou King Diamond (vozes e alguns ambientes). Isto é tão intenso e rápido, com tantas coisas a acontecer ao mesmo tempo (leia-se: muito boas ideias e assimilação de influências) que acaba por se tornar um pouco saturador. Apesar de ser muito bom., é algo cansativo de ouvir. Além disso, os “blips” deste promocional que tenho em mãos não ajudam nada! Apenas para os ouvidos mais “calejados”. De qualquer maneira, fãs dos nomes já referidos irão gostar deste disco. 70% http://www.earache.com/

Distribuído em Portugal por Compact Records: http://www.compactrecords.com/

Nora – Save Yourself (2007) – Trustkill

Este é o terceiro e novo trabalho para os Norteamericanos Nora. Depois da banda ter passado por diversos problemas, após o lançamento de “Dreamers And Deadmen” de 2003, e do vocalista Carl Severson se ter mantido ocupado com a sua Ferret Records, eis que surge este novo “Save Yourself”. São 10 temas de típico Hardcore Norteamericano, algures entre o peso e agressividade do NYHC e as influências do Thrash da velha escola, com alguma influência Sludge aqui e ali. Faz-me lembrar a fúria das bandas dos inícios da Victory Records (antes de passar a editar Emo) conjugada com a imediatez dos riffs Thrash. Metalcore estão vocês a pensar? Não é bem o estilo dessas bandas hoje em voga. Aqui utilizaria mais o termo Crossover (lembram-se dos inícios da década de 90?). Não é o melhor álbum do género mas é uma boa aposta para os fãs de bandas como Slayer, Sick Of It All, Earth Crisis, At The Drive-In, All Out War, Most Precious Blood, Hatebreed, Shutdown ou Converge. 80% http://www.norarockmachine.com/ / http://www.trustkill.com/

Distribuído em Portugal por Compact Records: http://www.compactrecords.com/

V/A – Tributo A Mão Morta – E Se Depois… (2007) – Raging Planet Records

1 – Dead Combo – Aum: Versão instrumental. Um tema sinistro como é “Aum” transformado numa fusão canção de embalar / Easy-Listening / Fado. Boa abertura de disco.
2 – WrayGunn – E Se Depois: Esquisito ouvir este tema Rock numa versão Electro Tango / Blues Rock. A visão dos WrayGunn deste tema. No mínimo interessante. Voz feminina.
3 – CineMuerte – Chabala: Versão Electropop / Gótico / Rock pelas mãos deste duo. Uma transformação do original ao Universo bem característico de CineMuerte. A voz feminina adiciona uma outra dimensão ao refrão. Gostei muito.
4 – Dr. Frankenstein – Anjos Marotos / Marraquexe (Pç. Das Moscas Mortas): Mais uma versão particular. Fusão de dois temas. Surf Rock instrumental com passagens spoken-word em tom lo-fi. Gostei. Simples mas funcional.
5 – The Temple: Budapeste (Sempre A Rock & Rollar): Uma das melhores versões. Este clássico, um dos mais conhecidos pelo público em geral, é aqui transformado num típico tema The Temple. Se não conhecesse o original diria que é mesmo um tema dos Temple. Fantástico!
6 – Bunnyranch – As Tetas Da Alienação: Blues Rock / Retro Rock. Os BunnyRanch apoderam-se do tema dos Mão Morta e fazem-no seu. Gostei.
7 – Balla – Oub’Lá: Um tema Rock tão forte como este, com uma letra agressiva, soa esquisito numa versão Electropop / Easy-Listening / Cabaret. A letra já não soa tão agressiva, anárquica, politicamente incorrecta mas sim… sarcástica, dissimulada, perigosa. Gostei da dicotomia letra / (novo) instrumental.
8 – Volstad – É Um Jogo: Outra das minhas versões favoritas. Versão Gótica / Dark Rock. A letra soa mais negra, intensa e depressiva. Muito bom!
9 – Houdini Blues – Charles Manson: Já conhecia esta. Por mais que ouça esta versão, soa-me sempre extremamente esquisita. Os Mão Morta numa linha Funk Rock / Disco-Sound / Electropop. O refrão está fantástico, o resto da letra é que soa desenquadrada e perde algum do seu sentido. Outra visão particular.
10 – [F.e.v.e.r.] – Vamos Fugir: Uma das melhores versões! Fantástico! Industrial Rock / Electro Metal / Gótico. Mais uma transformação do original ao universo característico da banda.
11 – D’Evil Leech Project – Cão Da Morte: Eu não consigo pensar noutro tema que se enquadrasse melhor naquilo que os D’Evil Leech fazem. Parece que este tema foi composto de propósito, tanto a nível instrumental como lírico, para o Electro / Industrial / Death Metal destes senhores. Gostei.
12 – The Ultimate Architects – Bófia: Versão Electro / Experimental / Industrial / Dark para “Bófia”. Gostei do resultado final. Letra muito bem enquadrada no instrumental de cariz electrónico. Uma outra maneira de ouvir os Mão Morta.
13 – Acromaníacos – Reví A Malvada Prima: Hardcore. Não sou grande fã do humor brejeiro dos Acromaníacos (o meu é mais linha Britânica, sarcástico, menos directo) mas esta versão está muito boa. Com o avançar do disco ouvem-se 1001 maneiras de refazer o universo Mão Morta, já por si bem ecléctico.
14 – Demon Dagger – Anarquista Duval: Thrash Metal. Outra que já conhecia. Já tinha ouvido ao vivo. Na altura soou apenas um pouco mais pesada que o original, nada mais. Esta versão de estúdio já me soa muito melhor. Gosto muito.
15 – Mécanosphère – Istambul (Um Grito): Adolfo (metade integrante deste projecto) a participar no tributo à sua própria banda. Uma oportunidade para ele de dar outra roupagem a este particular tema de “Mutantes S.21”. Ficou ainda mais esquisito. Parece Einstürzende Neubauten dos primórdios! Uma fabulosa versão esta.
16 – TwentyInchBurial – Em Directo (Para A Teelvisão): Versão Hardcore / Metalcore para um tema de tendência Pop. Mais uma das 1001 maneiras atrás referidas. Há outras mais interessantes, mas esta também está boa.

Desabafos Pessoais: Então ninguém se lembrou de fazer versões de “Lisboa”, “Barcelona”, “Quero Morder-Te As Mãos” ou “Maria Oh Maria”? É certamente difícil escolher entre toda a discografia dos Bracarenses! Os Moonspell não estavam para integrar este tributo? Seria interessante. Um calendário preenchido, com certeza. Este é um tributo a uma banda alternativa pelos instrumentos e vozes de bandas alternativas, mas seria interessante ouvir uma versão de Mão Morta pelos Xutos & Pontapés. Talvez num outro tributo mais “mainstream” que nunca se virá a concretizar (suspiro). Tantas bandas ficaram de fora que poderiam fazer versões interessantíssimas. Questões de logística, temos de compreender. Talvez um segundo volume num futuro próximo.

Considerações Finais: É interessante verificar que nenhuma das versões é igual ao original. Todas elas são introduções dos temas originais aos universos das bandas. A sensação geral é de que se está a ouvir uma compilação normal, com temas originais, e não um tributo. É assim que se presta tributo, pela assimilação de influências, ideias e consequente reinterpretação, não pela cópia descarada. Ponto positivo para todas as bandas por esta abordagem.
Além dos 16 temas áudio, inclui-se aqui uma faixa multimédia com dois vídeos para temas deste tributo, The Temple e Houdini Blues.
Falta ainda referir que as ilustrações foram cedidas pela artista plástica Ana Lima-Netto. Não tenho o livrete completo, mas a capa adequa-se na perfeição ao universo Mão Morta.

Balanço Final: Positivo.
Percentagem: 90%

Crítica por RDS

Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal

Friday

Vulture Industries – The Dystopia Journals (2007) – Dark Essence Records

Os Vulture Industries são Noruegueses e este é o seu disco de estreia (depois de duas maquetes em 2004 e 2005). A banda é composta por 5 membros já com alguma experiência proveniente de bandas como Sulphur, Black Hole Generator, Malice In Wonderland, Syrach, Enslaved (sessão) e Taake (sessão). A sonoridade assenta num Metal de teor sinfónico, experimental, progressivo e doomy. As comparações mais óbvias serão a Arcturus, Solefald ou Winds, mas estes Vulture Industries têm algumas ideias e uma maneira próprias de fazer este tipo de sonoridade e, acredito que, num segundo disco terão já a sua identidade bem demarcada. O disco foi produzido pelo vocalista e produtor Bjornar E. Nielsen (produtor de bandas como Helheim, Sulphur, Dead To This World, etc) nos seus Conclave & Earshot Studios, com a assistência de Herbrand Larsen e Arve Isdal (Enslaved). Para a capa do disco conseguiram a participação do conceituado actor Norueguês Helge Jordal. Uma boa aposta para quem gosta de Metal sinfónico, progressivo e das bandas acima citadas. 90% http://www.vulture-industries.net/ / www.myspace.com/vulture-industries / http://www.karismarecords.no/ / http://www.darkessencerecords.no/

Tuesday

V/A – Gallaecian Metal Compilation 2CD (2007) – Falcatruada

Duplo CD vindo da Galiza e que engloba 26 bandas / temas das mais variadas facetas do mundo do Metal: Hard Rock, Heavy, Thrash, Death, Black, Doom, Crossover, Progressivo, Gothic Metal, etc. Esta é uma edição que pretende promover e divulgar a cena Underground actual da Galiza, no que ao Metal diz respeito.
A iniciativa é de louvar e o mesmo devia ser feito em Portugal. Já houve em tempos essa preocupação mas deixou-se morrer. O pouco que se faz hoje em dia ou não tem a máxima qualidade, faltando-lhe algum trabalho extra para tornar a edição num objecto essencial e de culto, ou então são as habituais colectâneas on-line gratuitas, que não têm o mesmo factor de sedução que o CD, LP ou K7 nas nossas próprias mãos. Alguém ainda se lembra da mítica colectânea em duplo LP “The Birth Of A Tragedy”? Eu tenho um exemplar, he, he! Saudosismos à parte, continuo com a crítica a este lançamento.
O som é extremamente heterogéneo, o que é normal num lançamento deste género, mas isso não é o pior, o pior é mesmo o som de gravação de algumas bandas ser mesmo muito mau! Algum do material provém de discos e outro de maquetes. Ora, algumas das maquetes parecem mesmo ser ter sido gravadas no local de ensaio. Hoje me dia não há desculpa para esse tipo de som péssimo! Isso era nos bons velhos tempos em que ainda se tinha que lutar para fazer algo minimamente decente! Hoje até no quarto, no próprio computador se grava material com boa qualidade! Pessoalmente, gosto mais de algumas bandas que de outras, mas aqui isso não interessa, o que interessa mesmo é a divulgação da cena Galega de Metal. Cada um que compre, ouça, e escolha as suas preferências. Depois é só seguir as pisadas dessas bandas.
O livrete inclui um pequeno texto introdutório, fotografias das bandas, assim como informações básicas das mesmas (morada, website, discografia e line-up). Nem precisa de mais nada, está bom assim mesmo! As bandas envolvidas são (por alinhamento nos CDs): Trashnos, Codename, Tevra, Orfos, The Mirage, Sister Moon, Freedom Xlave, Ardegan, Talesien, Estrella Negra, The Fishfuckers, Icewind, In-Verno, Shroud Of Tears, Fallen Sentinel, Kathaarsis, Karnak, Descent, Skydancer, Unreal Overflows, Esenia, V-Zero, To Nowhere, Brokenflow, FaZE, Neira.
Uma colectânea para a Galiza, Espanha, Portugal e o mundo. 80%

RDS

Friday

V/A - "Círculo De Fogo #3 Pulsar"

V/A - "CÍRCULO DE FOGO #3 PULSAR"

Data De Edição: 13/10/2007
Visitem http://www.circulodefogo.com/ e façam o download (gratuito & autorizado) da compilação on-line "CÍRCULO DE FOGO #3 PULSAR".Contém 18 bandas portuguesas, direccionadas para as várias tribos do metal, do rock, do punk, do hardcore, do gótico e do progressivo: Assemblent, BlackSunRise, Bulldozer, BudHi, Drakkar, Dr. Zilch, Ethereal, Forgotten Suns, Millennium, Morbid Death, Namek, Painted Black, Prison Flag, Skypho, The Fire, Theriomorphic, Vittrah, Witchbreed.

The Red Chord - Dread Prevailed (Metal Blade 2007)

As I Lay Dying - Nothing Left (Metal Blade 2007)

Thursday

Simbiose – Evolution? (2007) – Major Label Industries

Novo trabalho de estúdio para os mestres do Crust nacional, Simbiose. E já lá vão 16 anos! Este disco marca a mudança de editora para a recém formada Major Label Industries e algumas mudanças de formação. Ao todo são 10 temas que em pouco ultrapassam os 28 minutos de duração. O estilo é o mesmo de sempre, Crust veloz com toques Grind e Hardcore e com a recente incorporação de alguns riffs e ritmos oriundos do Thrash, o que alias, já se verificava no disco anterior. As letras também continuam na linha habitual, com a vertente sócio-política bem vincada, a alternar entre o português e o inglês. O disco foi gravado nos Crossover com o Sarrufo, local e pessoa já quase obrigatórios nos discos de Metal / Hardcore nacionais. Há fases assim! Mas o bom disto é que todas essas edições saem com um som fantástico! Há por aqui duas participações especiais, ambas de realce, Dean Jones (Extreme Noise Terror) em “The Lone Death” e João “Gordo” (Ratos de Porão) em “Ideia Deliróide” (este quase que passava por um tema de RDP). Na minha opinião não é tão bom como o anterior “Bounded In Adversity” mas mesmo assim não deixa de ser um álbum de Crust / Grind / Punk / Core / Metal do caraças! Muito melhor do que muito do material que se vai fazendo lá por fora, até mesmo por bandas com muito mais tempo de existência. RDS
80%
Major Label Industries: http://www.majorlabelindustries.com/
Simbiose: http://www.simbiosecrust.com/

Wednesday

War From A Harlots Mouth - Entrevista

War From A Harlots Mouth (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …): We started War from a Harlots Mouth as a side-project just for the fun of it in late 2005. At this time we were a three-piece and looking for a second guitar player and a bass player. This wasn’t successful first, so we recorded the songs for our demo tape and the split with Molotov Solution still as a three-piece, but with a new drummer. After we finished the recording process, we found two dudes for the missing instruments and started preparing for the first shows.
Meanwhile 12 Gauge Records from California, USA offered us to release the recorded material and we agreed. We started playing more and more shows and soon got in touch with Lifeforce Records. Luckily they signed us and soon after that we finished writing the last tracks for our full length debut and recorded it.
A few more months later we played a European tour with Dying Fetus, Skinless and Cattle Decapitation and also a few shows with Ion Dissonance, Dead to Fall and Through the Eyes of the Dead. That was a real blast!
This is were we are now…waiting for the Album to be released in September and waiting for the next tour, that starts on august 6th.
The name “War from a Harlots Mouth” is dealing with a liar. It’s a complicated way to describe a lying person, but yeah…we like it complicated. ;)

“Transmetropolitan” (rehearsing / writing process, recording process, label, …): We started writing the first songs for “Transmetropolitan” just after the first studio session. With the addition of Filip and Daniel we were able to get deeper into the guitar work and work everything out with more details. We finally got a studio date for February 2007. At the end of 2006 our drummer unfortunately got a thrombosis in his arm, so we had to take a little time off. Finally we had to write the last few songs within two or three weeks. The recording process took 3 and a half week and went well.
With Lifeforce Records as our label we are really happy. We all grew up with their roster and they were our first choice, when we thought about looking for a label. Working together is a pleasure and it’s getting more and more exciting with a release date, coming closer and closer.

Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …): The lyrics of “Transmetropolitan” deal with a lot of social relationships of all kind, connected to the social life in big cities and communities. They are mainly influenced by the experiences we made and our life within our social surrounding. Sometimes the lyrics are easy to understand, “Fighting Wars with Keyboards” for example deals with Internet- and Community-Heroes, fighting wars nobody needs. “Heeey…let’s start a Band” is dealing with trends and their blind followers. Other lyrics, sometimes, are a lotta more personal, but all in all it’s not too difficult to understand, what we want to say and the messages are clear.

Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …): Bastibasti is the name of the artist, who created it and the whole artwork is coming out awesome! We just told him the name of the record and that it should be connected to cities and city-life in a weird and gloomy way. The cover itself is a capital as we see it: Big, dirty and devouring.

Live tour to promote the new record: We’ll play a summer tour through the UK, Belgium and Germany in august to pre-promote the record. You can see us on some festivals, too…the Summer Breeze Open Air for example. Check our touring schedule on www.myspace.com/warfromaharlotsmouth, to be up to date! ;)

Musical (and other) influences: Well… we are influenced by a lot of artists and music generally. We love to listen to a lot of different genres: Hip Hop, Hardcore, Metal, Ambient, Jazz, Singer / Songwriter, Southern Rock and what not. Finally technical Metal, chaotic Hardcore and Jazz our main influences for this band.

Final Message: Thx a lot for the interview. Check out our MySpace for everything, you maybe need to know! We hope to see some of you on tour in the near future…say hello!

Entrevistador: RDS
Entrevistado: Simon - Guitars

Machinemadegod - Entrevista

Machinemadegod: Machinemade God has a lot of different meanings, for example:
People worship things and media more than their gods, morals and their own lifes.
They depend on things like Television, Internet and other not important things.

Machinemade God was found in 2003, from the beginning on we took the band serious and we wanted to be more than a fun project, so we pushed the band as far as possible.
In 2004, after several successful shows, we recorded a selfproduced, four-track demo cd, to sell at shows. In 2005 we recorded our debut full-length “The Infinity Complex” which was released by Metal Blade Records, where we signed in 2005. We did some tours, i.e. a full European tour with Evergreen Terrace and played some shows and festivals. When things went more professional we had to replace our guitar-player due to personal reasons. We also were in the writing process for our second full-length “Masked”, which will be released via Metal Blade Records on the 24th of August.

Writing process: When we went to the studio the first time, we actually just recorded our songs.
This time, with “Masked” we really produced an album for the first time. We really thought about how the new songs and the record should sound like. We did a pre-production to make sure the ideas and the songs really work out.
We spent a lot more time while recording our album, to make sure everything turns out exactly the way we want it to. We didn´t want to just bring out an follow-up record which is basically the same record with another title, like some other bands do. We wanted to prove that we are able to write a really good record, that stands out and is totally different to the debut without losing our sound. We think that “Masked” is a 100% progress for Machinemade God. Technically on a higher level, mature songwriting and really diverse record.
We rehearse about two times a week and sometimes more before shows.
Metal Blade is treating us really good and I guess there´s nothing to complain from our side. They work really good and very hard for all their bands, and as far as I know there´s no band on the roster that is unsatisfied with Metal Blade.

Lyrics: A lot of the lyrics I write are personal related, cause that´s the easiest for me to write about me and my feelings and/or experiences I made in my life. I wanted to go further this time and write the lyrics more diverse.
Nemesis for example is about mankind exploiting the earth, polluting nature and about the loss of morals and wrong politics.
Voices is a song about never giving in, even though everything around you seems to break. For Those Who Care is one of my favourites. Cause of the band I didn´t really had the time to be there for my friends as much as I wanted to. Still there were certain people who always stuck with me and cared about me and about what I am doing, over years without complaining about me not being there for me. This was a way for me to give them something back, a small “thank you”, to show them that I don´t take everything for granted.

Album Cover: The Artwork was done my Magdalena Nowak from hellucinations.de . It actually shows a Mask, which represents the Album Title pretty well. It s all in Black and red/brownish colours. We wanted something that looks mystic, dark but not really evil. I think she did an awesome job with that one.

Live tour to promote the new record: We def. wanna tour as much as possible, not just to promote the new album, also because playing shows is what we really wanna do. There´s s something in the works, but nothing really confirmed yet, so I guess I leave it that way.
But mentionable is this years Summer-Breeze-Festival, where we appear.
All other dates will be posted on our website, Metal Blade´s website and on our MySpace page. So check back to these sites every now and then.

Musical (and other) influences: There´s no special band that influences our sound or the lyrics. I guess the main influence is life and the current moods of us while writing music and lyrics.
All of us have a real diverse taste in music.

Metalcore. Your opinion: Is a blurry, worn-out term without a real definition.

Final Message: Thanks for reading and remember to support your local scene!


Entrevistador: RDS
Entrevistado: Flo Velten – Vocals

Three - Entrevista

- Three (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …):

3 is a concept. We live in a 3 dimensional physical space, on the 3rd planet from the sun, experiencing time as past, present and future, in a form that consists of mind, body and soul. 3 is the apex of the triangle, the transcendence of our dualistic “good versus evil” view of life. 3 is evolution. 1(thesis) + 2 (antithesis) = 3 (synthesis).

3 is a band apart: Dark yet uplifting, spiritual without any connection to religion - theirs is a sound that transcends the genre conformity of modern pop culture. Rapid-fire acoustic guitar infused with dynamic percussion, animated drumming and thunderous bass culminate in a listening experience that is at once accessible and unique. Polyrhythms pulse within a symphony of driving guitars and melodic vocal acrobatics. 3 offers musicality without pretension.

3’s DISCOGRAPHY:

“Paint By Number” (2000) is a very melodic and diverse collection of songs. The producer chose to focus more on our pop sensibilities than our progressive ones but the music is still intricate and powerful. This record features the original line up of “3.” Chris Bittner on bass, who went on to co-produce all of Coheed’s records to date, and Josh Eppard who went on to be Coheed’s drummer. This record can be purchased online at http://www.planetnoiserecords.com/

“Half Life” (2002) was an attempt to capture the live energy of the band and add some studio polish. Most of it was recorded live in Kingston, NY. There are several other live tracks from radio and television performances as well. There is a good chunk of improvisation and this was also the funkiest era of the band. I had been touring with George Clinton a lot and it had a big impact on my writing. This record can be purchased online at http://www.planetnoiserecords.com/

“Summer Camp Nightmare” (2003) Our second official studio release, this record put the focus back on our deeper songs. It was a return to our Pink Floyd influences and also an evolutionary leap for the band as we really began to cultivate our own sound out of the myriad of diverse influences. This record has a very vintage sound as we used all old tube gear and removed all computers from the studio because we didn’t like the vibe. This record can be purchased online at http://www.planetnoiserecords.com/

“Wake Pig” (2005) By 2004 I had finally put together my dream line up including key members of the very band who’d influenced 3 in the early days, Peacebomb. The project had come full circle, making a matured return to our progressive roots. With the new team in place we took matters into our own hands, setting up a studio and recording our self produced Metal Blade Records debut. This is the record we’d always wanted to make. This record can be purchased online at http://www.metalblade.com/

“The End Is Begun” (2007) After touring Wake Pig for the last couple years we were good and ready to come home and create a new masterpiece. We had over 30 song ideas to choose from and eventually paired it down to 13. This time around our compositions are a bit less orthodox, there are also more progressive elements. TEIB has a bigger and more classic sound to it. It was mixed by Toby Wright, where as I mixed Wake Pig. This album has the feel of 2 different sides as well. The first half is very different from the last. This plays into the duality that we wanted to portray on this album. This is some of our best work to date. This record can be purchased online at http://www.metalblade.com/

“The End Is Begun” (rehearsing / writing process, recording process, label, …):
In general we were very inspired during the writing process. I think all the touring, all the places we’ve seen and people we’ve met serve to inspire us. I think the biggest challenge was working with a deadline. This one came down to the last minute. As usual they had to drag me out of the studio kicking and screaming. We recorded most of our record at Jerry Marotta’s studio right in our home town of Woodstock, NY. Because of limited resources, (time and money), I had to work on vocals at home while the band was finishing up other tracks at Jerry’s. When I had a large amount of work completed, I would return to the studio to back up all I had done. Well, there was a point where we had about a 2 week hiatus from Jerry’s, so I had built up quite a bit of work that needed to be backed up and transfered in to the main session. When I plugged in the hard drive to do so everything had disappeared. All the vocals I’d recorded, about 5 songs worth in total were missing. We were very close to the deadline so I was pretty much losing my mind. We ended up using a special file recovery program which recovered over 5,000 unnamed audio files from the drive. I spent the next 24 hours sorting through these files to find the vocals I had lost. Fortunately I found them all.

Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …):
Conceptually, much the album deals with the archetypal struggle, that final epic battle that looms upon the human horizon. The twist is that this battle takes place within us. All outer manifestations of it can be traced back to this inner struggle. . “Still I know you must continue, trying to win the war waged within you.” (from “Battle Cry”) Other songs, such as “Live Entertainment” touch on the irony of reality tv’s growing popularity amidst a population of people who avoid being conscious of their own realities. This record is a hybrid of melancholy and hope rising up out of the ashes of our self-destruction / deception. Perhaps the most meaningful song for me is “The Last Day” which reveals a positive spiritual outcome for all our human suffering. “Its the last day of the world, all the stars fired up to unfurl. Gonna meet you in the space within. You and I, we’ll race the light and win.”

Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
Our cover was designed by Damn Engine. We gave him some ideas and he took it and made it brilliant. He was listening to rough cuts of the record when he designed it, so it just feels right with the music. The cover is made up of two very different elements. A dark foreboding landscape, ravaged by some great war and a young girl holding 3 blue balloons looking out across the scene. I think they both represent important aspects of who we are as a band. Some of the darkest, most aggressive and technical musical moments on this record are balanced with soft and often sweetly simple vocal melodies. This is part of our duality, our paradox. That is what excites me as an artist, dark and light combining to create something new. The girl represents hope; she is the future, the next step in our evolution. Through her we can experience the end as a new beginning. The balloons are souls; she clips their strings and releases them from their earthly bonds.

Live tour to promote the new record:
We’ll be touring with Porcupine Tree and Dream Theater at different times throughout the next year. Its Rock ‘n’ Roll so anything can happen!

Musical (and other) influences:
Musical:
the Beatles, Led Zeppelin, Primus, Pink Floyd, The Police, Genesis, King Crimson, Rush, Metallica, Iron Maiden, Ojos de Brujo, Mahavishnu Orchestra, Radiohead, Stevie Wonder, Ani Difranco, Joni Mitchell, Elvis Costello, Elliot Smith, Imogen Heap, and many, many more...
Other: Rudolph Steiner, David Icke, Zechariah Sitchin, The Master Cleanser, Spacekateers, herbal remedies, Thoth, The Flower of Life and many, many more...

Final Message:
Thanks to you and to your readers! Be well, - Joey Eppard / 3
http://www.theband3.com/
www.myspace.com/3
www.myspace.com/joeyeppard
http://www.metalblade.com/
http://www.planetnoiserecords.com/

RELAPSE RECORDS – Agosto / Setembro / Outubro 2007

Quando vejo um envelope da Relapse ficou logo entusiasmado. Material de qualidade máxima, isso é certo! Este novo pacote promocional traz 4 discos, e que discos, diga-se já! O único senão é mesmo os 4 serem daqueles irritantes promocionais divididos em quase 100 faixas! É extremamente confuso e desencorajador tentar ouvir, criticar e, pior ainda, tentar rodar algum tema na rádio (quando eu o fazia, nos bons velhos tempos) deste tipo de CDs. Para evitar a pirataria na Internet antes do disco ser editado oficialmente. Pois sim! Isto vai lá parar na mesma! Alguém há-de dar a volta a este pequeno contratempo. Há amigos meus que conseguem os discos primeiro que eu, que os recebo directamente da editora para promoção! Bem, polémicas à parte, vamos à revisão destas quatro peças de arte.

Alchemist – Tripsis (2007): Esta sim pode ser apelidada de peça de arte! Os Australianos conseguem neste novo trabalho de estúdio fazer um revisão ao seu passado mais distantes conservando, no entanto, a sua característica inovadora e de experimentação. “Tripsis” traz 9 novos temas de Metal técnico e progressivo com raízes Death Metal e incorporação de elementos que vão desde o Rock psicadélico ao industrial, electrónico, gótico e até mesmo influências de música do médio oriente. Fãs de bandas como Voivod, Godflesh, Opeth, Neurosis ou Orphaned Land irão gostar desta rodela prateada. RDS 90% http://www.alchemist.com.au/ / www.myspace.com/alchemistau

Baroness – Red Album (2007): Os Norteamericanos Baroness têm em “Red Album” o seu primeiro disco de longa duração e primeiro para a Relapse. Nele nos são apresentados 11 temas de fusão Rock, Metal e Hardcore, sempre com uma vertente progressiva e experimental. Prefixos ou sufixos como Post, Psych, Prog ou outros que tais são mais que bem-vindos à designação da música deste quarteto. Pesado mas melódico, denso mas ambiental, este disco aborda as duas facetas, os dois opostos, luz e escuridão. Para fãs das novas propostas mais progressivas da música extrema. Para arquivar ao lado de nomes como Isis, Tool, Opeth, Mastodon, Botch, Pelican, etc. RDS 80% http://www.yourbaroness.com/ / www.myspace.com/yourbaroness

Coliseum – No Salvation (2007): Novo trabalho para os Coliseum, primeiro através da Relapse. À primeira descrição poderá parecer uma banda algo deslocada do resto do catálogo da já mítica editora mas, depois de ouvir um par de temas, chega-se à conclusão de que não destoa assim tanto quanto outras propostas recentes da Relapse. Punk / Hardcore / Crust bem cru, áspero, pesado, rápido, com muita garra e atitude. São 13 malhas em cerca de meia hora que em nada ficam a dever às suas influências mais directas, que passam por Discharge, Motorhead, Black Flag, Poison Idea, Negative Approach, entre outros. RDS 80% http://www.coliseumsoundsystem.com/ / www.myspace.com/coliseum

High On Fire – Death Is This Communion (2007): O tão aguardado novo trabalho dos High On Fire está quase a ser editado. Este é, com certeza, um dos álbuns mais aguardados deste ano da faceta mais extrema da música. E valeu a pena a espera! Quem, como eu, já tinha gostado muito do anterior “Blessed Black Wings”, não vai ficar desiludido com este novo ataque. 11 novos temas com um som cru, directo, intenso, pesado quanto baste, mas com melhor produção do que o anterior, desta feita a cargo do conceituado Jack Endino (Nirvana, Soundgarden). Para quem já conhece, não há muito mais a dizer, apenas que este é o melhor trabalho de sempre da banda, por isso, dia 24 de Setembro, abram os cordões à bolsa. Para quem ainda não conhece, imaginem uma fusão de nomes como Black Sabbath, Sleep, Slayer, Motorhead, Mastodon, Isis, Pentagram e Clutch. RDS 90% http://www.highonfire.net/ / www.myspace.com/highonfireslays

Relapse Records: http://www.relapse.com/ / www.myspace.com/relapserecordseurope

Friday

The Chapter - Entrevista

- The Chapter (origem / significado do nome, curta biografia, discografia, pontos altos, …):
Pedro Almeida: Os The Chapter formaram-se em Fevereiro de 2004 na Margem Sul (Amora – Seixal) por iniciativa do Pedro Antunes (baterista), Gonçalo Carvalho (vocalista) e João Gomes (guitarrista). Mais tarde junta-se à banda o Vasco Macau (baixista) e eu, Pedro Almeida (guitarrista).Somos uma banda com diversas influências dentro do metal, é notório no trabalho que temos vindo a desenvolver e que depois é apresentado ao vivo. Editámos recentemente o nosso trabalho de estreia, o EP “Into The Abyss”, onde estão todos convidados a ouvir e posteriormente a comentar o resultado desse trabalho!
The Chapter foi o nome que arranjámos para o nosso projecto. Queríamos essencialmente um nome que não remetesse para ideias clichés dentro do universo do metal. O nome “The Chapter” demorou algum tempo a ser encontrado mas foi algo que surgiu com naturalidade, ou seja sem pressões. Inclusive o nome surgiu no meio de uma brincadeira. As pessoas identificaram-se e depois foi tentar explorar dando um conceito à banda, associando-a ao metal. Temos recebido boas críticas e o saldo final é positivo. A ideia é continuar a trabalhar para alcançar-mos o nosso espaço. Conseguimos colocar os The Chapter numa compilação no Brasil com o tema “Wolf Be” o que dá uma óptima promoção naquela zona do globo e recentemente na compilação Nailed Skull (Net Label) com o tema “Into The Abyss”. No passado já partilhámos o palco com algumas das grandes bandas do metal underground. Vamos vendo reconhecido o nosso trabalho e valor.
Depois quem sabe começar a pensar em voos mais altos, sendo o sonho de qualquer banda e de qualquer músico. Nos The Chapter não passamos indiferentes.
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- “Into The Abyss” (ensaios / composição, processo de gravação, edição, …):
Pedro Almeida: O “Into The Abyss” trata-se de uma edição independente, editado em formato Digipack. Foi gravado no Floyd Records e produzido pelo Nuno Loureiro (Painstruck) e pelos The Chapter. O processo de gravação correu bastante bem. Houve desde de inicio uma empatia entre o Nuno e a banda, ouvimos os temas em conjunto, seguimos alguns conselhos, demos ideias e o resultado final foi melhor do que se estava à espera. Pena foi não termos tido outro orçamento, senão o “Into The Abyss” seria produzido de outra forma, sobre outras directrizes e com as mesmas pessoas. O EP conta com quatro temas, todos eles com sonoridades e influências diversas. Uma linha musical muito própria onde revelamos de alguma forma o nosso modo de interpretar a música, melódicos, intensos e tentando sempre colocar algum de novo. Sem deixar de fora o sentimento, emoção e intensidade, o que se pretende é criar aquela ligação de simbiose e preencher tanto a nós como a quem nos ouve, ou quem nos vê. Este EP de estreia foi o fruto de dois anos de trabalho que culminou numa festa de lançamento em Outubro de 2006, mais propriamente na noite de Halloween, no Cine-teatro de Corroios. Portanto o EP “Into The Abyss” ainda está fresquinho e com o calor de Verão recomenda-se. Já agora gostaria de agradecer, sem referir nomes, às pessoas que nos ajudaram tanto no processo de gravação como na colocação do nosso trabalho em alguns pontos de promoção, lojas on-line, FNAC’s… o nosso sincero obrigado e estamos gratos por isso.
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- Letras (influências, temas, ideias, mensagens, …):
Pedro Almeida:
Em relação às letras, todas elas são da autoria do Gonçalo (vocalista). Têm como inspiração algumas experiências pessoais que muitos de nós já tivemos oportunidade de passar, foi dada aquela carga emocional, fantasia, ficção e em alguns casos existe uma relação mitológica.
Pegando no tema que dá o nome ao nosso EP… A letra do tema “Into The Abyss” fala-nos por exemplo de um hipotético abismo, não necessariamente algo negativo para o ser humano, mas revela-se um percurso com queda de preconceitos e estigmas negativos que envolvem e assombram o ser humano. Portanto não se trata de algo com conotação negativa, pelo contrário. É o descrever de experiências, estados de espírito e uma relação entre intelectualidade com filosofia.
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- Capa / artwork do disco (quem, porquê, significado, …):
Pedro Almeida: A parte gráfica foi exclusivamente desenvolvida no seio da banda. Tal como o nome da banda, pretendíamos uma imagem que não remetesse para ideias clichés dentro do universo do metal e ao mesmo tempo que fosse apelativa. Criámos o nosso conceito e tentámos explorar ao máximo.Em relação ao artwork do EP, quisemos dar a ideia de um livro antigo, medieval, introduzindo um estilo clássico associando assim o nome da banda, em português “O Capítulo”. Queremos ser nós a escrever as páginas deste “livro” e esperemos que venha a ter muitos mais capítulos. Daí a importância de uma edição em Digipack.
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- Concertos / digressão de promoção:
Pedro Almeida: Os The Chapter têm vindo a promover o EP “Into The Abyss”, demos recentemente uma série de concertos e esperamos vir a dar muitos mais até ao final do ano. É sempre óptimo tocar ao vivo, chegar ao fim e receber criticas positivas. Conviver com os fãs que vão sendo alguns em especial na margem sul e por último a convivência com as outras bandas. Era excelente se pudéssemos tocar todas as semanas um pouco por todo o país sem excepção. Estamos a trabalhar nisso e a preparar os últimos meses do ano.
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- Influências musicais (e outras):
Pedro Almeida: De tanta diversidade musical que os The Chapter têm em cada um dos seus membros, existe uma linha musical que temos vindo a tomar e que provavelmente será a que vai sobressair mais no futuro. Identificamo-nos com Opeth, Katatonia, Daylight Dies, Orphaned Land, Stream Of Passion e Green Carnation por exemplo. Um som com uma vertente mais progressiva e experimental aliando a melodia e intensidade.
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- Mensagem final:
Pedro Almeida: Visitem o site da banda em www.myspace.com/mtchapter e lá poderão saber como adquirir o EP de estreia dos The Chapter assim como outro tipo de merchandise. Também poderão entrar em contacto connosco através do email thechapterband@gmail.com. Espero que gostem, comentem e que nos possam ver num concerto perto de vocês!A ti Ricardo, agradecemos-te a oportunidade de estarmos aqui e pela divulgação. Espero que gostes e que fiques fã :)
Cumprimentos a todos, Pedro Almeida (The Chapter)

Evergreen Terrace - Entrevista

- Evergreen Terrace (meaning of the name, short bio, discography, highlights, …):
Our name is from the Simpsons. We have been around a long time and seen a lot of shit. It has and still is fun. We have released a bunch of records but the only one you need to know about is Wolfbiker. The highlight of this band is when we hung out with Vanilla Ice, my life has not been the same since.

- “Wolfbiker” (rehearsing / writing process, recording process, label, …):
We practice a few times a week and worked on writing when we had new material. We wrote about 8 songs and then realized that they sucked ass so we started the writing process over. It took about 4 months to write and record Wolfbiker. Theses songs seemed to pour out of us for the most part, nothing was really forced, we just wrote what we liked and hopefully others will be into as well.

- Lyrics (influences, subjects, ideas, messages, …):
The lyrics are written about life and how we feel about life. From politics to religion to relationships to struggling in this world; they are all real and straight from the heart.

- Album frontcover / artwork (who, why, meaning, …):
Shaun Thurston did the artwork, he is a rad local artist in our town and it was a pleasure working with him. He did a great job capturing the feeling that they music produces.

- Live tour to promote the new record:
We are about to head out with August Burns Red, The Warriors, and Casey Jones. Then in Sept go out with Strung Out and then in December hit up Europe with Hatebreed, Agnostic Front, Ignite and more on the Persistence Tour. Then in Jan/Feb we will be out with As I Lay Dying.

- Musical (and other) influences:
Willie Nelson

- Final Message:
Leave it at the beep.


Entrevistador: RDS
Entrevistado: Joshua James (Guitar)
-
Evergreen Terrace: www.evergreenterracehxc.com / www.myspace.com/evergreenterrace
Metal Blade: www.metalblade.de

METAL BLADE RECORDS - Julho / Agosto 2007

The Red Chord - Prey For Eyes (2007): Segundo disco para estes Norteamericanos. Grind / Hardcore / Noisecore e alguns apontamentos Thrash / Death, muito técnico, mudanças bruscas, ritmos esquizofrénicos, riffs inventivos, ora rápido ora lento, letras perfeitamente insanas sobre os mais variados temas, misto de inteligência e humor sarcástico. Participações especiais de Nate Newton (Converge), John Davy (Job For A Cowboy) e Mirai Kawashima (Sigh). Gostei muito mais deste do que do primeiro lançamento, o qual não me tinha chamado muito a atenção. 90% www.theredchord.com / www.myspace.com/theredchord

Evergreen Terrace - Wolfbiker (2007): Mais uma Norteamericana. Novo trabalho, o primeiro para a Metal Blade. Para quem não conhece a banda, estes praticam um Hardcore de influências Punk Rock, Screamo e Metal. Já tinha ouvido outros trabalhos da banda antes e a base era mais Punk Rock, tingido por outros estilos, aqui a base é mais Hardcore e o resto dos estilos servem para "colorir" o resultado final. Está mais pesado, mais brutal, mais Hardcore, mais Metal, mas mantém a faceta mais melódica do Punk Rock. Está mais interessante do que o que eu já tinha ouvido. Apesar de não ser o meu estilo do dia-a-dia, gosto de algumas ideias contidas nesta rodela. Um interessante cocktail molotov de puro Crossover. 80% www.evergreenterracehxc.com / www.myspace.com/evergreenterrace

The Absence - Riders Of The Plague (2007): Outra vinda dos USA, mas esta com sonoridades mais Europeias. Este é o segundo trabalho para os The Absence. Death / Thrash melódico inspirado na cena Sueca com alguns toques de Thrash da Bay Area a complementar. Som poderoso, rápido, brutal, mas com muita melodia. Muitos pontos acima do seu antecessor, este novo registo está muito mais Thrashado, mais técnico e mais apelativo. Fusão perfeita entre o old-school e o new-school. Produzido por Jonas Kellgren (Scar Symmetry) nos Mana Studios de Erik Rutan (Hate Eternal). Além de uma versão de "Into The Pit" dos Testament, temos participações especiais dos guitarristas James Murphy (Death, Testament), Jonas Kjellgren e Per Nilsson (Scar Symmetry), Santiago Dobles (Aghora) assim como da voz de Jonas Granvik (Without Grief, Edge Of Sanity). Recomendado! 90% www.myspace.com/theabsence

Fueled By Fire - Spread The Fire (2007): Mais uma banda dos USA, mas estes pela fotografia, deduz-se serem de origem hispânica. Este disco havia sido lançado previamente com edição de autor mas vê agora edição mundial via Metal Blade, após contacto pelo próprio Brian Slagel à banda. Thrash Metal da velha escola com toques Crossover de inícios da década de 90, influência directa de Exodus, Nuclear Assault, DRI, Metallica (fase Kill ‘Em All), Flotsam & Jetsam, Whiplash, Agent Steel, etc. Som limpo o suficiente mas com aquele toque retro da década de 80 / inícios de 90. Até a capa é velha escola! Para guardar na prateleira junto aos recentes discos revivalistas de Municipal Waste, Rumpelstiltskin Grinder ou Dekapitator. Gostei muito disto. Long live Thrash Metal! 80% www.myspace.com/fueledbyfire

Machinemadegod - Masked (2007): Alemanha. Segundo disco. Continuam com o Metalcore do primeiro disco, o estilo está a morrer, há que progredir, de qualquer modo tentam abraçar outras influências e ideias tentando assim, obter uma sonoridade mais própria que os distinga do próximo. Não o conseguem. Nem a produção de Jakob Bredahl dos Hatesphere (os discos começam a sair das suas mãos todos "iguais") safa o disco. Está ainda "mais do mesmo" que o anterior disco,s e é que me faço entender. Eles tentam, mas não conseguem. Próximo! 60% www.machinemadegod.com

Neaera - Armamentarium (2007): Outra Germânica. Terceiro disco. Mais Metalcore, este mais orientado para o lado Deathcore / Grind da coisa. É bem mais brutal que Machinemadegod mas também não convence. Muito lugar-comum, muito linear, nada de novo ou original. Ao terceiro tema já farta. Leva mais uns pontinhos que a banda anterior por ter um som mais consistente e ter uma produção mais cuidada. Mesmo assim, daqueles álbuns que eu nunca vou ouvir completo, de uma ponta à outra. Segue já para a caixinha dos promos. 65% www.neaera.com

Metal Blade: www.metalblade.de

Críticas por RDS