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Saturday
[F.E.V.E.R.] “Resurrection” CDS (Raging Planet, 2010)
Os Fever nunca pararam de me surpreender
desde o início, tanto musicalmente como em relação a todo o conceito artístico
que envolve a banda. Só há um problema em relação à banda, e é o facto de termos
de esperar imenso tempo entre lançamentos. São EPs, singles, concertos
esporádicos, etc. Os Fever gostam de levar o seu tempo a fazer as coisas,
preparar tudo, deixar as arestas bem limadas, e têm sempre ideias diferentes e
conceitos inovadores que não falham. Mas essa longa espera entre edições é até
prejudicial para os mesmos; pelo menos nestes tempos em que a informação passa a
voar e bandas aparecem e desaparecem a cada segundo. Os Fever vão passando
despercebidos e nunca chegaram propriamente a ter o impacto, a aceitação e o
respeito que bem merecem.
Deixando estes desabafos de lado e passando ao registo que
tenho em mãos, o que temos é apenas um tema novo, 5 remisturas do mesmo, assim
como uma remistura de “Questions And Answers” dos Sci-Fi Industries feita pelos
Fever em 2007, uma pequena faixa multimédia e outro material ao qual não tive
direito neste promocional (óculos 3D e outras cenas que não percebi bem). Serve
apenas como aperitivo para o novo trabalho “Behold A Pale Horse”, supostamente a
editar agora em 2010 e que será composto por CD, DVD e livro. Tudo isto leva
imenso tempo a preparar e, como já referi, os Fever querem tudo perfeito. Por
isso mesmo, temos de esperar e desesperar. O que aqui está é bom. Desculpem.
Está é mesmo soberbo! Mas é muito pouco. Quero mais. E já! Tenho de ir buscar
todos os outros lançamentos da banda para matar esta fome. www.fever.web.pt / www.myspace.com/feveronline / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
85%RDS
Labels:
Alternative Metal,
Alternative Rock,
Gothic Rock,
Portugal,
Raging Planet,
Remixes
Albert Fish “News From The Front” (Raging Planet / Zerowork / Your Poison / Criminal Attack / Graver, 2009)
Segundo disco de originais dos Lisboetas Albert Fish, após a
estreia “Strongly Recommended” de 2002, e um split com os Brasileiros Garotos
Podres em 2006. Já ouvi a estreia, mas sinceramente não me lembro bem e nunca
adquiri o CD, por isso não posso comparar. O split nunca cheguei a ouvir sequer.
Mistura de Punk Rock sing-a-long com Hardcore melódico é o que nos oferecem. São
12 temas em cerca de 35 minutos. Tanto vão beber ao Punk ’77 ou Streetpunk, como
ao lado Hardcore da coisa, como às cenas mais melódicas de proveniência Fat
Wreck ou Epitaph dos inícios. Mas a fusão está bem feita e conseguiram criar uma
sonoridade bem homogénea. Tem força, rapidez, melodia, atitude. Não vai salvar o
Punk / Hardcore nacional, muito menos o mundial, mas gostei e recomendo. Edição
conjunta da Raging Planet com Zerowork, Your Poison, Criminal Attack e Graver.
www.myspace.com/albertfish77 / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
80%
RDS
Labels:
Criminal Attack,
Graver,
Melodic Hardcore,
Portugal,
Punk Rock,
Raging Planet,
Streetpunk,
Your Poison,
Zerowork
Blackjackers “Held Open May Cause Delay” EP (Raging Planet / Raising Legends, 2010)
Este é o EP de estreia dos Blackjackers,
uma banda que toca um Rock ‘n’ Roll que tanto tem de garage como de rockabilly.
É demasiado simples, tanto musicalmente como em termos líricos, para o seu
próprio bem. Não que simplicidade e clichés sejam maus, mas falta aqui qualquer
coisa. Até mesmo a capa é do mais simples e aparvalhado possível. A voz é
repetitiva e torna-se algo maçadora ainda a meio do disco. E ainda se põem a
inventar na última faixa com uma remistura fusão 80s New Wave e electrónica
kitsch dos 90s que destoa do resto. Ao vivo poderá resultar com toda aquela
loucura e diversão típicas do Rock ‘n’ Roll, mas em disco falta aquele extra que
faz as bandas relevantes. Não traz nada de novo, nem cativa particularmente. Mas
atenção! Também não é mau de todo. Há é aqui ideias que poderiam ter sido melhor
exploradas. São pouco mais de 21 minutos de música que servem de aperitivo para
a estreia de longa duração, a editar nos inícios de 2011. Aguarda-se algo com um
pouco mais de substância ou aquele “je ne sais quoi” que lhe falta para chamar a
atenção e sobressair do resto da manada. Edição conjunta com a Raising Legends.
www.myspace.com/blackjackersband / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
30%
RDS
Labels:
EP,
Portugal,
Raging Planet,
Raising Legends,
Rock 'N' Roll,
Rockabilly
The Dixie Boys “Mean Mean Gal” EP (Raging Planet / Raising Legends, 2010)
Novo trabalho para os Rockabillies lusos
The Dixie Boys. São apenas 17m19s e sabem a pouco. Há aqui algo de novo? Não. Há
aqui algo de original? Não. É tudo extremamente cliché, mas está bem feito e
transpira gosto e atitude. Estas coisas sentem-se de certa maneira, pelo menos
por quem gosta, vive e respira música, e nestes Dixies Boys isso sente-se.
Rockabilly dos 50s sem adições é o que temos nestes 7 temas. Talvez se ouça bem
e não seja maçador por serem apenas 17 minutos, por isso aguarda-se novo longa
duração para verificar se mais tempo prejudica o ambiente geral ou não. Falta
ainda referir que é uma edição conjunta com a Raising Legends. www.myspace.com/dixieboysrockabilly / www.myspace.com/raisinglegends / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
70%
RDS
Easyway “Laudamus Vita” (Raging Planet, 2010)
Este é já o terceiro álbum dos Easyway e, desta feita,
apresentam-nos um conceito diferente. A acompanhar o CD áudio vem um DVD que
inclui uma longa metragem, making of e videoclip do tema “The Viewer” (com a
participação vocal de Sarah Bettens dos K’s Choice). Nunca fui grande fã dos
Easyway mas, ao ler a nota de imprensa, mesmo antes de ouvir o disco e ver o
filme, pensei que algo mudaria na minha opinião. Mas infelizmente isso não
aconteceu. Não sou grande fã deste tipo de sonoridade Emo/Pop/Rock, e para que
algo me chame a atenção, tem de ter qualquer coisa mais que os clichés do
género. À primeira vista, gostei do conceito. Mas ao ouvir o disco, fiquei com
uma sensação de déja vu que se instalou no início e não saiu até ao final. Há
temas mais calmos semi-sinfónicos que funcionam mais ou menos (“The Viewer II”
por exemplo), temas mais “post-qualquer-coisa” e um pouco mais pesados
(“Setentia” ficou-me no ouvido), temas mais enérgicos e até com alguns toques
progressivos (“Luxuria”), ficando-se a maior parte pelo estilo típico dos
Easyway (“Aurora” tem uma toada sinfónica que me agradou), mas isso não chega
para safar os mais de 46 minutos que acabam, mesmo assim, por se tornar
maçadores para quem não gosta do estilo. A voz sempre no mesmo registo Emo
torna-se irritante ao fim de alguns temas. Falta-lhes mais dinâmica,
diversidade, e até alguma velocidade e peso (não estou propriamente a falar de
Metal, mas algo mais puxado dava outro ambiente Rock mais apetecível). Como já
referi, serve para fãs do estilo. Os outros, não irão encontrar muito que lhes
chame a atenção. De qualquer modo, palmas pela vontade de inovar e dar mais
qualquer coisa ao ouvinte (e neste caso, espectador também). www.easywayrock.com / www.myspace.com/easyway / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
65%
RDS
Labels:
Conceptual Record,
DVD,
Emo,
Portugal,
Punk-Pop,
Raging Planet
Miss Lava “Blues For The Dangerous Miles” (Raging Planet, 2010)
Não sei porquê, mas fiquei com a sensação de que os Miss
Lava eram uma banda instrumental de Post-qualquer-coisa. Devia estar a confundir
com outra banda. São tantas hoje em dia! É por isso que levei com uma bela
surpresa ao colocar esta rodela no leitor e carregar play. Chamem-lhe o que
quiserem. Stoner, 70s Heavy Rock, Psychedelic Rock, Rock ‘n’ Roll, Metal, Heavy
Doom, Post-Metal, etc. É tudo isso e muito mais. São 11 temas em pouco mais de
50 minutos e meio de muita intensidade, energia, peso, atitude, groove, riffs
contagiantes, melodias, ritmos apetecíveis, suor, bater de pé, air guitars e
headbanging. É isso mesmo. Um disco que em nada fica a dever ao que se faz no
género por esse mundo fora. Pensei que tão cedo não iria voltar a ouvir um
registo tão bom neste tipo de sonoridade. Estava enganado, e ainda bem. E não
vem de uma banda Sueca, Norueguesa, britânica ou Norte-Americana. Os Miss Lava
são Portugueses. Uma estreia em grande. www.myspace.com/misslavarock / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal / www.ragingplanet.pt
90%
RDS
Labels:
70s Heavy Rock,
Doom Rock,
Portugal,
Raging Planet,
Stoner
K2O3 “No Fio Da Navalha” (Infected Rec, 2010)
O primeiro disco da banda não me
conseguiu cativar, à excepção de um par de temas mais orelhudos. Já o segundo
estava mais a gosto e agradou. Este segue a mesma linha desse segundo registo,
mas para melhor. É aquela onda mais que conhecida e explorada do Rock / Punk, já
com cunho Luso posso dizer, que tanto vai beber ao Rock crú e directo dos Xutos
& Pontapés (dos bons tempos, leia-se) como ao Punk Rock orelhudo dos
Censurados. Sempre a abrir, mas com muita melodia e aqueles refrões
cantaroláveis que ficam na memória. Gosto muito deste tipo de bandas que ainda
teimam em tocar Rock (sem qualquer prefixo ou sufixo, apenas: ROCK) e cantar em
Português. Para colocar na prateleira ao lado dos discos de Xutos, Censurados,
Peste & Sida, Gazua, Mata Ratos, Tara Perdida, Anti-Clockwise, etc. Não
aquela lá do fundo que tem os discos a apanhar pó, mas a da frente em que
estamos sempre a mexer. Não vai ficar na história da música Portuguesa como um
dos melhores de sempre, mas é bastante satisfatório. Bate a pontos as tretas que
inundam o top nacional. É hora de ir buscar os anteriores discos e limpar-lhes o
pó, he, he. Ei! Espera aí! Não tenho o primeiro. Hum, falha a colmatar em breve…
www.myspace.com/k2o3
/ www.myspace.com/infectedrecordsdiy
80%
RDS
Thursday
Ho-Chi-Minh – It Has Begun (2009) – Raging Planet Records
Já havia ouvido falar muito bem destes Ho-Chi-Minh, mas nunca tive a oportunidade de ouvir a sua música. Este é, portanto, o meu primeiro contacto com a sonoridade deste quinteto de Beja. Fusão de Metal século XXI com elementos electrónicos é a sua orientação. O peso encontra-se sempre aliado a muita melodia; boas ideias abundam; a electrónica está muito bem encaixada. Novidade? Não. Originalidade? Não. Os 11 temas, em cerca de 47 minutos, não diferem muito daquilo que já fizeram bandas como Fear Factory, Spineshank, Mnemic ou Raunchy. Mas está bem feito, isso é certo. Não ficam nada a dever às suas influências. Mas, no geral, o disco não atinge a genialidade que faz os clássicos. Resta aguardar para saber se o futuro fará deles uma banda essencial. Para já, está muito bem. Pés na estrada, e toca a incendiar esses palcos de verão. 75% www.myspace.com/hochiminh / http://www.xuxajurassica.com/ / www.myspace.com/sonsurbanos / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
RDS
RDS
Humble – Step Into Nowhere (2009) – Raging Planet Records
Segundo disco para o trio Humble. Nunca ouvi o disco de estreia, “Get Up” (Sons Urbanos, 2007), por isso não poderei fazer uma comparação, mas lembro-me vagamente de ter recebido uma maquete por parte da banda. Se não estou enganado, na altura aquilo era mais Ska-Punk. Posso estar a confundir com outra banda. Digo isto porque, ao colocar a rodela no leitor, esperava ouvir precisamente esse tipo de sonoridade. Mas o que me surge das colunas são pouco mais de 38 minutos, divididos em 12 faixas, de um Ska / Reggae alinhado num formato quasi-Pop. Ouve-se bem, mas falta-lhe alguma genica e adrenalina. É demasiado “boa onda” para o meu gosto. Talvez por isso comece a cansar ao fim de algumas faixas. Faltam-lhe alguns temas mais “mexidos”. Deve-se ouvir bem numa qualquer esplanada da praia, com os amigos, a beber umas cervejas; ou então numa festa à noite, na mesma praia, na areia, com mais cervejas (he, he). 60% www.myspace.com/humblept / http://www.xuxajurassica.com/ / www.myspace.com/sonsurbanos / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
RDS
RDS
Men Eater – Vendaval (2009) – Raging Planet Records
Para ser sincero, e já o tinha dito na minha crítica ao disco de estreia, não sabia muito bem qual era o motivo do hype criado à volta dos Men Eater. “Hellstone” (Raging Planet, 2007), era um bom disco, que tinha os seus pontos de interesse, mas não era nada de transcendental. Ora, este “Vendaval” já me agrada muito mais. Para começar, os temas são mais curtos e direccionados para o formato de canção. Em segundo lugar, o som de Men Eater tornou-se mais dinâmico, pesado, intenso e menos experimental, ou seja, mais directo ao assunto. Mais Stoner (ainda se usa esta designação?!), mais 70s Heavy Rock, mais Sludge, mais Rock ‘N’ Roll. É uma orientação que a mim, particularmente, me agrada muito mais que o Post-qualquer-coisa do álbum de estreia. Gostei do que ouvi, embora se torne algo repetitivo lá para o meio. Os temas perdem alguma identidade e confundem-se, não ficando no final nenhuma letra ou melodia na cabeça do ouvinte. Apesar disso, chamaram a minha atenção e vou ficar atento ao que vão fazer no futuro. 70% www.myspace.com/meneaterdoom / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
RDS
RDS
Dawnrider – Two (2009) – Raging Planet Records
Desde o 7” de estreia que ando atento a estes Dawnrider. O disco de estreia, “Alpha Chapter” (Raging Planet, 2007), foi um portento de Heavy Rock de contornos retro. Neste novo trabalho afastam-se um pouco do 70s Heavy Rock dessa estreia e abraçam uma sonoridade mais Doom à la Sabbath / Pentagram / Saint Vitus com elementos de Space Rock / Psychedelic de inspiração Hawkwind e até algum 1969s Psychedelic Rock. Abre com a psicadélica “Scared Of Light”; “Evil Deeds” e “Redemption” puxam à costela Sabbath; “Irinia” ultrapassa os 12 minutos e é lento, arrastado, hipnótico, minimalista, com letra simples e curta (em português) levada à exaustão, tem ainda uns elementos de Folk mais para o final; “Queen Of The Mountain” e “The Hallow Path” voltam ao Heavy Doom dos 70s; “Walking Blind” do 7” é aqui regravada, mais Doom lento, agreste, pesado; fecha-se com chave de ouro com o instrumental “Maelstrom” numa toada Epic / Viking (?!uma faceta a explorar no futuro?!). Cerca de 51 minutos fazem “Two”, um disco que, particularmente, não me agrada tanto como “Alpha Chapter”, mas que não lhe fica muito atrás em termos de qualidade. Mais um tiro em cheio. 80% http://www.dawnrider.com/ / www.myspace.com/dawnriderdoom / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
RDS
RDS
Saturday
Assassinner - Entrevista
1 – Em primeiro lugar, e como enquadramento histórico de Assassinner e dos seus músicos, poderias dizer-me o que aconteceu aos Str@in para desaparecerem pouco após a edição do CD álbum de estreia?
Xne – Uma banda é sempre algo de muito efémero.
De facto, após a edição do trabalho de estreia dos Str@in e quando já tínhamos composto novo material para um segundo trabalho, divergências internas precipitaram o fim da banda.
Ora, entendendo a música como fonte de prazer, quando o ensaiar se torna algo de aborrecido e enfadonho, consequência de desentendimentos pessoais associadas a discordâncias musicais tudo se torna insustentável.
Tanto mais, que para uma banda lograr o que Str@in alcançou na sua época, presume uma enorme paixão pela música, verticalidade de carácter e determinação.
O facto de apenas três membros da banda terem continuado a entender a música como uma componente importante das suas vidas é em tudo revelador…
A música é para nós Assassinner uma fase para toda a vida… lol
2 – Fala-me um pouco da história dos Assassinner desde a sua concepção até à data.
Xne – Depois de Str@in seguiram-se alguns anos a deambular de projecto em projecto, sempre de cunho underground contudo menos ambiciosos que Assassinner lol.
Neste hiato fomos desenvolvendo capacidades e aperfeiçoando novas técnicas, pois enveredamos por caminhos que extravasavam o domínio do Hard & Heavy.
No entanto, nunca nos sentimos satisfeitos com o resultado final.
Dessa insatisfação surgiu a vontade de voltar a “casa” e trabalhar com aquilo que tínhamos, ou seja, um baixo e uma guitarra.
As vozes foram um acréscimo de trabalho, uma vez, que das audições que realizamos a vários interessados, os resultados pareciam, irremediavelmente, descaracterizar a essência da banda.
Para mim, não seria algo novo, uma vez que as vocalizações até à gravação de “Against the Rules” – Crackdown, incluindo as linhas de voz da mesma, foram asseguradas por mim apesar de gravadas pelo recente membro da banda, Nuno Anselmo.
Realidade, totalmente, nova terá sido para o Ary, que assim viu um acréscimo de trabalho e competências lol.
No que concerne à bateria, também não escapamos a longa travessia no deserto até, finalmente, se conjugarem as condições para o ingresso do guerreiro Raulzão lol.
Depois foi deixar fluir os ensaios e constatar que a química da malta jamais desaparecera. Não foi, nem tem sido tarefa fácil a conciliação da vida pessoal com a actividade da banda, no entanto, a gratificação de poder partilhar uma paixão com amigos de longa data tem falado mais alto.
Xne – Uma banda é sempre algo de muito efémero.
De facto, após a edição do trabalho de estreia dos Str@in e quando já tínhamos composto novo material para um segundo trabalho, divergências internas precipitaram o fim da banda.
Ora, entendendo a música como fonte de prazer, quando o ensaiar se torna algo de aborrecido e enfadonho, consequência de desentendimentos pessoais associadas a discordâncias musicais tudo se torna insustentável.
Tanto mais, que para uma banda lograr o que Str@in alcançou na sua época, presume uma enorme paixão pela música, verticalidade de carácter e determinação.
O facto de apenas três membros da banda terem continuado a entender a música como uma componente importante das suas vidas é em tudo revelador…
A música é para nós Assassinner uma fase para toda a vida… lol
2 – Fala-me um pouco da história dos Assassinner desde a sua concepção até à data.
Xne – Depois de Str@in seguiram-se alguns anos a deambular de projecto em projecto, sempre de cunho underground contudo menos ambiciosos que Assassinner lol.
Neste hiato fomos desenvolvendo capacidades e aperfeiçoando novas técnicas, pois enveredamos por caminhos que extravasavam o domínio do Hard & Heavy.
No entanto, nunca nos sentimos satisfeitos com o resultado final.
Dessa insatisfação surgiu a vontade de voltar a “casa” e trabalhar com aquilo que tínhamos, ou seja, um baixo e uma guitarra.
As vozes foram um acréscimo de trabalho, uma vez, que das audições que realizamos a vários interessados, os resultados pareciam, irremediavelmente, descaracterizar a essência da banda.
Para mim, não seria algo novo, uma vez que as vocalizações até à gravação de “Against the Rules” – Crackdown, incluindo as linhas de voz da mesma, foram asseguradas por mim apesar de gravadas pelo recente membro da banda, Nuno Anselmo.
Realidade, totalmente, nova terá sido para o Ary, que assim viu um acréscimo de trabalho e competências lol.
No que concerne à bateria, também não escapamos a longa travessia no deserto até, finalmente, se conjugarem as condições para o ingresso do guerreiro Raulzão lol.
Depois foi deixar fluir os ensaios e constatar que a química da malta jamais desaparecera. Não foi, nem tem sido tarefa fácil a conciliação da vida pessoal com a actividade da banda, no entanto, a gratificação de poder partilhar uma paixão com amigos de longa data tem falado mais alto.
3 – Descreve os processos de composição e gravação desta estreia em maquete “Other Theories Of Crime”.
Xne – Os temas de “Other Theories of Crime” resultam dos primeiros ensaios, daquilo que mencionava na questão anterior quando referia que a química da malta continuava a funcionar.
Eu e o Ary tínhamos já algumas ideias em mente, mas que apenas se materializaram quando ensaiamos no formato núcleo duro lol.
Realizamos uma pré-produção na Fábrica de Som para limar algumas arestas, ou seja, para saber exactamente aquilo que queríamos aquando da jornada no UltraSound Studios.
Para nós foi um processo simples, sentimo-nos bastante confortáveis a gravar com o Daniel Cardoso e com o Pedro Mendes.
4 – A maquete soa-me mais Thrash / Hardcore, na linha do que faziam nos Crackdown, do que propriamente a fusão moderna dos Strain. O material saiu assim espontaneamente ou este voltar às raízes foi, de certa forma, premeditado?
Xne – Esta questão confirma basicamente aquilo que já tenho referido ao longo desta entrevista, o line-up de Crackdown estará mais próximo de Assassinner do que propriamente o de Str@in daí o som ser mais próximo entre ambas. Mas nada foi premeditado, as pessoas é que continuam a ser as mesmas lol.
5 – Sobre que assuntos incidem as letras da banda?
Xne – As letras são o relatar de experiências acumuladas, de visões do mundo, retratos de comportamentos de massa nos quais todos nós nos inserimos, de simples rotinas diárias, de valores estabelecidos, um misto amor/ódio lol.
6 – Quais são as vossas principais influências musicais, assim como outro tipo de influências (literatura, cinema, ideologias)?
Xne – As nossas influências musicais estarão dentro dos movimentos Thrash Metal e HardCore dos inícios dos anos 90
7 – Pouco depois da maquete estar nas ruas, surge a colaboração com a Poison Tree. Como é que surgiu esta colaboração? Trata-se apenas de uma distribuição online, não é assim?
Xne – Essa colaboração surge na sequência dos contactos encetados pela banda a nível internacional.
A Poison Tree Records avançou uma proposta para distribuição mundial, na plataforma digital, de “Other Theories Of Crime”, a qual optamos por assinar. Ambas as partes poderão ou não manter o vínculo para edições futuras.
8 – Como é que os Assassinner estão em termos de concertos de promoção?
Xne – Temos realizado bastantes concertos desde o lançamento de “Other Theories of Crime”.
As zonas norte e centro do país foram bastante visitadas e esperamos agora tocar na capital.
Acreditamos estar presentes em alguns eventos de verão
9 – Suponho que já tenham temas novos, que estejam a usar nos concertos, e que estes sejam suficientes para um álbum. É algo a concretizar brevemente ou ainda não têm contactos nesse sentido?
Xne – Sim, é verdade, temos tocado ao vivo algumas músicas que foram compostas posteriormente aquelas presentes na demo de estreia.
Contudo, os temas a incluir num possível álbum ainda estão em fase de maturação… lol.
Planeamos que o nosso trabalho seguinte se consubstancie num registo de longa duração, seja em edição de autor ou não!
10 – Tens já alguns anitos no Underground nacional, com bandas anteriores a esta, como já referido nesta entrevista. Como vês a evolução da cena Underground nacional desde que começaste a fazer parte da mesma até hoje? Que bandas, editoras, promotores de concertos, revistas e outros da cena musical podes realçar?
Xne – Esta pergunta levaria a uma discussão que extravasa o propósito desta entrevista, no entanto, surpreende-me o facto de apesar os enormes avanços no acesso à informação, no acesso a equipamentos, a trabalhos de artistas, o som underground se caracterizar por uma uniformidade sem precedentes…
Há muitas bandas a soar igual entre si, sem carácter, sem carisma, bandas que berram quando nada têm a dizer.
Contudo, temos o outro lado, há também quem tenha sabido retirar o melhor deste acesso mais facilitado à informação e continue a tocar heavy metal realmente… lol.
11 – Tens agora espaço para deixar uma última mensagem aos leitores da Fénix.
Xne – Aproveito esta possibilidade, para agradecer à Fénix pelo interesse e disponibilidade demonstrada, quero também deixar uma palavra de apreço aos seus leitores e convidar os interessados a uma visita ao myspace da banda.
Desta forma, poderão inteirar-se das novidades dos Assassinner e respectiva agenda de concertos, bem como, se o desejarem, solicitar o envio da demo “Other Theories Of Crime” a qual temos o prazer de oferecer.
Cheers!!!
Entrevistador: RDS
Entrevistado: Alexandre Santos aka Xne (Baixo / Voz)
www.myspace.com/assassinner
Xne – Os temas de “Other Theories of Crime” resultam dos primeiros ensaios, daquilo que mencionava na questão anterior quando referia que a química da malta continuava a funcionar.
Eu e o Ary tínhamos já algumas ideias em mente, mas que apenas se materializaram quando ensaiamos no formato núcleo duro lol.
Realizamos uma pré-produção na Fábrica de Som para limar algumas arestas, ou seja, para saber exactamente aquilo que queríamos aquando da jornada no UltraSound Studios.
Para nós foi um processo simples, sentimo-nos bastante confortáveis a gravar com o Daniel Cardoso e com o Pedro Mendes.
4 – A maquete soa-me mais Thrash / Hardcore, na linha do que faziam nos Crackdown, do que propriamente a fusão moderna dos Strain. O material saiu assim espontaneamente ou este voltar às raízes foi, de certa forma, premeditado?
Xne – Esta questão confirma basicamente aquilo que já tenho referido ao longo desta entrevista, o line-up de Crackdown estará mais próximo de Assassinner do que propriamente o de Str@in daí o som ser mais próximo entre ambas. Mas nada foi premeditado, as pessoas é que continuam a ser as mesmas lol.
5 – Sobre que assuntos incidem as letras da banda?
Xne – As letras são o relatar de experiências acumuladas, de visões do mundo, retratos de comportamentos de massa nos quais todos nós nos inserimos, de simples rotinas diárias, de valores estabelecidos, um misto amor/ódio lol.
6 – Quais são as vossas principais influências musicais, assim como outro tipo de influências (literatura, cinema, ideologias)?
Xne – As nossas influências musicais estarão dentro dos movimentos Thrash Metal e HardCore dos inícios dos anos 90
7 – Pouco depois da maquete estar nas ruas, surge a colaboração com a Poison Tree. Como é que surgiu esta colaboração? Trata-se apenas de uma distribuição online, não é assim?
Xne – Essa colaboração surge na sequência dos contactos encetados pela banda a nível internacional.
A Poison Tree Records avançou uma proposta para distribuição mundial, na plataforma digital, de “Other Theories Of Crime”, a qual optamos por assinar. Ambas as partes poderão ou não manter o vínculo para edições futuras.
8 – Como é que os Assassinner estão em termos de concertos de promoção?
Xne – Temos realizado bastantes concertos desde o lançamento de “Other Theories of Crime”.
As zonas norte e centro do país foram bastante visitadas e esperamos agora tocar na capital.
Acreditamos estar presentes em alguns eventos de verão
9 – Suponho que já tenham temas novos, que estejam a usar nos concertos, e que estes sejam suficientes para um álbum. É algo a concretizar brevemente ou ainda não têm contactos nesse sentido?
Xne – Sim, é verdade, temos tocado ao vivo algumas músicas que foram compostas posteriormente aquelas presentes na demo de estreia.
Contudo, os temas a incluir num possível álbum ainda estão em fase de maturação… lol.
Planeamos que o nosso trabalho seguinte se consubstancie num registo de longa duração, seja em edição de autor ou não!
10 – Tens já alguns anitos no Underground nacional, com bandas anteriores a esta, como já referido nesta entrevista. Como vês a evolução da cena Underground nacional desde que começaste a fazer parte da mesma até hoje? Que bandas, editoras, promotores de concertos, revistas e outros da cena musical podes realçar?
Xne – Esta pergunta levaria a uma discussão que extravasa o propósito desta entrevista, no entanto, surpreende-me o facto de apesar os enormes avanços no acesso à informação, no acesso a equipamentos, a trabalhos de artistas, o som underground se caracterizar por uma uniformidade sem precedentes…
Há muitas bandas a soar igual entre si, sem carácter, sem carisma, bandas que berram quando nada têm a dizer.
Contudo, temos o outro lado, há também quem tenha sabido retirar o melhor deste acesso mais facilitado à informação e continue a tocar heavy metal realmente… lol.
11 – Tens agora espaço para deixar uma última mensagem aos leitores da Fénix.
Xne – Aproveito esta possibilidade, para agradecer à Fénix pelo interesse e disponibilidade demonstrada, quero também deixar uma palavra de apreço aos seus leitores e convidar os interessados a uma visita ao myspace da banda.
Desta forma, poderão inteirar-se das novidades dos Assassinner e respectiva agenda de concertos, bem como, se o desejarem, solicitar o envio da demo “Other Theories Of Crime” a qual temos o prazer de oferecer.
Cheers!!!
Entrevistador: RDS
Entrevistado: Alexandre Santos aka Xne (Baixo / Voz)
www.myspace.com/assassinner
Labels:
Entrevista,
Portugal,
Power / Thrash,
Thrash Metal,
Thrashcore
Tuesday
Kronos – Ubi Est Morbus (2008) – Edição de Autor

Gostei da maquete anterior e, embora estivessem ainda muito ligados às suas influências, demonstravam enorme potencial. “Ubi Est Morbus” é a nova aventura em disco e contém 7 temas que seguem a mesma linha, Rock Industrial de ambientes góticos, electrónica e 90s Dark Rock. Ainda longe de ser algo transcendental, é sem dúvida, um passo em frente à anterior proposta. No cenário nacional podem-se citar como referência Mão Morta, Bizarra Locomotiva, Poetry Of Shadows, Capelas Das Almas ou Nihil Aut Mors. Nomes internacionais no universo Kronos podem muito bem ser Depeche Mode, Laibach, Sisters Of Mercy ou Joy Division, apenas para citar os mais óbvios. São 33 minutos que irão agradar com certeza a fãs do género. 70% www.myspace.com/kronosrock
RDS
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Labels:
Dark Rock,
Electro Metal,
Electrogoth,
EP,
Industrial Rock,
Portugal
Bizarra Locomotiva – Álbum Negro (2009) – Raging Planet
Parece que há mesmo vida pós-Armando Teixeira para os Bizarra Locomotiva. Depois de um fantástico “Ódio” (2004), eis que regressam com um “Álbum Negro” ainda mais pesado, sujo, agreste e… negro. Deixando um pouco de lado a vertente “roqueira” do anterior, e optando por uma abordagem mais industrial, este é um passo em frente para a locomotiva. Vão buscar um pouco a todas as frentes da cena Industrial e fazem a sua sonoridade; desde o som mais puro dos primórdios Einstürzende Neubauten, passando pela abordagem mais alternativa dos Young Gods, um pouco de 90s Electro-Industrial de Front 242 ou Revolting Cocks, o peso e groove do Metal Industrial de nomes como Ministry ou Nine Inch Nails (inícios), apontamentos que poderiam figurar em discos do catálogo Cold Meat e até mesmo algum Noise Japonês via Merzbow. O primeiro single e vídeo é “Anjo Exilado”, que conta com a participação de Fernando Ribeiro (Moonspell). Sem querer desfazer da estreia homónima de há 15 anos atrás (que já necessitava uma remasterização e reedição), este é, sem dúvida, o melhor disco de sempre dos Bizarra Locomotiva. 95% http://www.bizarralocomotiva.com/ / www.myspace.com/bizarralocomotiva / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
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Gazua – Música Pirata (2009) – Edição de Autor / Raging Planet
Segundo trabalho dos Gazua. Mais uma vez, a edição é de autor. A linha é a mesma, fusão Punk Rock melódico e Hard Rock “old school”, cantado em Português, com aquele travo a Rock ‘tuga dos 80s e inícios de 90s (leia-se Xutos, Peste, Censurados, etc). Gostei muito mais do primeiro trabalho, mas este não fica muito atrás. Realço temas como “Eu ouvi falar de ti”, “Esta gente”, “Turbilhões”, “Um outro lado” ou “Fogo Posto”, por exemplo. O disco que tenho em mãos é apenas um promocional, mas pelo que se refere na nota de imprensa, a caixa é feita em cartão canelado, impresso em serigrafia a duas cores, com 4 capas que se reúnem e formam o produto final, tornando cada CD único (os primeiros 500 exemplares são numerados). Tal como fiz em relação ao primeiro, recomendo também fortemente este registo dos Gazua. 75% www.myspace.com/gazua
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Wednesday
Forgotten Suns – Innergy (2009) – Progrock Records

Regresso dos Portugueses Forgotten Suns com novo disco, nova formação e nova editora, a Norte-Americana Progrock Records. São 8 novos temas que ultrapassam a marca da hora de duração. Progressive Metal é a orientação de “Innergy”, um disco muito mais pesado que os anteriores, mais coeso, mais maduro, com uma produção mais cuidada e um som final mais cheio e potente. Muita melodia alia-se aos contornos progressivos e puxa-se mais pela vertente Hard Rock / Heavy Metal em detrimento da sonoridade sinfónica antes praticada. A banda tem o seu estilo e sonoridade mas, mesmo assim, podem-se descortinar algumas (novas) influências de Fates Warning, Savatage, Evergrey, Dream Theater ou Pain Of Salvation. Não será uma obra-prima mas, diria eu com toda a certeza, o futuro do Metal Progressivo luso passa por aqui. 85% http://www.forgotten-suns.com/ / http://www.progrockrecords.com/
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V/A – Echoes Of A Morbid Death – Tribute To Morbid Death (2008) – Bit9
Como o título indica, este é um disco de tributo aos Açorianos Morbid Death, uma das bandas da região com mais longevidade e actividade nos espectros do Metal e do Underground. 11 bandas Açorianas (Neurolag, Hatin’ Wheeler, Anjos Negros, In Peccatum, Duhkrista, Crossfaith, A Dream Of Poe, Zymosis, Spank Lord, Spinal Trip, Violent Vendetta) fazem a sua interpretação dos temas de Morbid Death. Aliás, é mesmo esse o ponto forte do CD pois, além de se falar de diversas vertentes estilísticas (Heavy, Thrash, Crossover, Death, Doom, Gótico, Black), as bandas conseguiram adaptar o original à sua própria sonoridade. Sendo assim, é difícil destacar nomes pois, de certa forma, todos cumpriram com a sua obrigação (mais do que uma obrigação, um prazer, com certeza). O livrete inclui informação sobre as bandas envolvidas e breves apontamentos de cada uma das mesmas acerca dos tributados. Longe de ser uma obra-prima é, acima de tudo, um honesto e merecido tributo por todos estes anos de perseverança. Recomenda-se a fãs “diehard” de Metal nacional. Download autorizado disponível neste link. 75%
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Waterland – Waterland (2008) – Edição de Autor
Waterland é um projecto de Miguel Gomes, guitarrista de Oratory. Neste registo homónimo faz-se acompanhar dos vocalistas Marco Alves (ex-Oratory) e Bruno Gomes. 15 temas que ultrapassam os 76 minutos de duração apresentam um Heavy / Power de contornos melódicos e influências neoclássicas. Há aqui boas ideias mas, todo o projecto é algo cliché, o som tem pouca pujança, a bateria programada é irritante, e todo o ambiente de projecto solo, com epicentro no quarto do músico, acabam por arruinar o pouco que de bom “Waterland” possui. Talvez com uma banda a sério e uma gravação decente isto soasse viável. Assim acaba por ficar no fundo de uma pilha de CDs que todos os meses vão sendo editados dentro do género. 25% www.myspace.com/waterlandband
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Urban War – Who’s Watching You? (Demo, 2008) – Edição de Autor
Segundo trabalho de estúdio para os Urban War. 4 temas + intro fazem a fusão de Thrash, Hardcore e alguns apontamentos mais alternativos. A banda aposta na heterogeneidade mas, pessoalmente, acho que esse é o seu ponto fraco. A maquete (disfarçada de EP, como é hábito hoje em dia) soa algo fragmentada e com travo a experiências de garagem que viram a luz do dia. Uma melhor absorção das diversas influências e “backgrounds” dos músicos poderia criar alguma homogeneidade favorável. Mesmo assim, há aqui boas ideias e espera-se melhor. A capa também poderia ter sido mais trabalhada. Já não estamos na década de 80 para usar desenhos feitos no liceu por um dos membros da banda. Para já esta rodela serve o seu propósito de promoção, irá ajuda-los a conseguir algumas actuações, e dessas virá a experiência e coesão necessárias para um 3º registo acima da média. 50% www.myspace.com/urbanwarmusic
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