Friday

Dead To Me - Special Professional (Fat Wreck 06)

Symphorce - Entrevista

1 – The new album is more diverse than the previous records. We can listen to the usual Symphorce style but some tracks are way more Thrashy, some are more melodic with a traditional Hard Rock approach and we even have a couple of Gothic Metal oriented tunes. Did it just came out like this or did you really wanted to write this kind of eclectic songs?
We didn’t plan the sound of our new album. We all wanted to record a new Symphorce album and like you wrote, we did. You can hear it in every single song. We’re Symphorce, we’re back, and we’re gonna kick some ass…. But we didn’t remain standing. We’ve never been a band who let sound one album like a previous one. Listen to the last 4 Albums and you will see an evolution. This record is the result of it. Everybody of us has a different and wide spreaded taste of music. If something sounded well, we took it. Why should we limit our music? Metal is a style with a lot of influences. We took most of them…

2 – Are you satisfied with this new album, the songs, the recording process, production, final product?
Yeesssssssssss… we are. This album includes everything we felt: Rawness, aggressions, sentimentality. I like the mixture between the smooth electronic parts and the brutal guitar riffs. Even the preproduction sounded very well. The sound was terrible, but you could feel the result. Right after that, everything went very fast. The studiojob wasn’t easy going, we recorded as fast as possible, but everybody did a great job. I think, more time would not lead to a better sound. We’ve been prepared very well and everything succeeded.

3 – Once again, like in the previous record “Godspeed”, Dennis Ward produced the album. Why did you decide to work with him again?
He knows exactly what he’s doing… and the recording process with him was amazing. He is so fast in recording that the musician can work concentrated only on his own playing. You have nearly no time between the single takes. And if You listen to “Godspeed”, You’ll understand why we choose Dennis once again…

4 – There were some line-up changes and now you have a new drummer, Steffen Theurer. What happened and how did you found this new member?
Sascha wanted to concentrate on his new drumschool. He is living in a small town near Paderborn, It took a lot of time and money to come for rehearsels, photoshootings, recording sessions etc. So it was the only way for him to realize his school. There is no struggle and the whole band whishes him the best. Steffen is a good friend of mine since years. He only played in a cover band and wanted to make own music. The other band members knew Steffen as well. So we decided to let him play a part of the Budapest show (a good friend of the band played the first part of the show). He did a great job. He got one week to learned the songs and no rehearsel. We had a lot of fun on stage and it was interesting how the songs sounded in another new drum version… hahahaha…

5 – The cover artwork is in the same vein than the previous records so, this is already a Symphorce trademark. Who draws the cover artworks?
Travis Smith… he send us this cover and it fits really good to the music… I love it…

6 – The lyrical side in this record seems way darker than before. What kind of subjects influenced you to write the lyrics for “Become Death”?
Andy wrote the lyrics. I‘m convinced that he was influenced from the music, which is much darker than the songs so far. Andy always wrote lyrics about live. Things that happened in his live. Note: It was not easy for the band in the last few years. Our music is not made for narrow-minded people. You said in the first question that our music is diverse. Yes, it is, and it always was. It is still Symphorce, but it involves a lot of influences and styles.Andy agitated a lot for the band. Often he told us what he wanted to do but that’s not possible because of some businessman who “be aware of everything about music”… This might be a reason for the dark lyrics…

7 – Do you have a tour prepared to promote the record?
Not yet. We’d be lucky to present the new record live. We’rer checking a few options, keep an eye on our website. If not, we’re gonna play some single shows…

8 – You can leave now a final message if you want to.
For all the metal fans: Stay open minded. Don’t believe everything the Medias wants to tell you… We can change and reach a lot. And we should!!!

Entrevistador: RDS
Entrevistado: Markus Pohl - Guitar

Metal Blade Records: www.metalblade.de / www.metalblade.com
Symphorce: www.symphorce.net

Job For A Cowboy - Embedded (Metal Blade 07)

Job For A Cowboy – Genesis (2007) – Metal Blade Records

A primeira coisa que salta logo à vista é o nome da banda: Job For A Cowboy! Quem é que se iria lembrar desta? Muito aclamados pela sua editora (é o seu trabalho, pois claro!) mas também pela imprensa em geral eis que, após muito trabalho a nível Underground e de Internet (a ferramenta de divulgação máxima hoje em dia!), estes Norte-Americanos vêm o seu álbum de estreia ser editado (após um EP em 2005, “Doom”). Death Metal a meio-tempo muito brutal mas muito colado a Cannibal Corpse para o seu próprio bem. Mas não são propriamente uns clones! Há aqui algumas ideias interessantes que dão outra dimensão à música dos JFAC. Destaco o excelente tema “The Divine Falsehood”, lento e com uma ambiência bem obscura. Um par de “intermezzos” ambientais dão o ar de sua graça pelo meio da brutalidade que é este disco. Além disso ouvi algo que já não ouvia há imenso tempo: fade-in em alguns dos temas! Já ninguém faz isso! De qualquer modo, gostei do disco, bons instrumentistas, som poderoso e uma fantástica capa, isto tudo aliado ao já referido nome peculiar. Uma boa banda de Death Metal? Sim, sem dúvida. A promessa do Death Metal como têm vindo a ser anunciados? Hum…, também não sei se será assim tanto! RDS
80%
Metal Blade Records: www.metalblade.de
Job For A Cowboy: www.myspace.com/jobforacowboy

[F.e.v.e.r.] - Bipolar [-] (Raging Planet 2006)

The Chelsea Smiles - Heart Attack (People Like You 2006)

Cinemuerte - Stuck In A Moment (Raging Planet 2006)

The Generators – Welcome To The End (2007) – People Like You Records

A primeira vez que ouvi estes The Generators fiquei logo fã. Isso aconteceu com o álbum “Excess, betrayal… and our dearly departed” de 2003. Com o disco seguinte “The winter of discontent” de 2005 mantiveram o nível. Este disco que aqui apresento não é o novo, é sim o disco de estreia que vê agora re-edição via People Like You, a editora da banda desde há algum tempo para cá. O disco foi originalmente editado em 1997, celebra-se portanto o seu décimo aniversário. A nova edição contém os 11 temas originais e mais 3 bónus (entre os quais uma versão de “No Feelings” dos Sex Pistols), além de uma capa nova. Para quem ainda não conhece a banda (o quê?! já a correr comprar a discografia toda!) estes Californianos tocam um Rock ‘N’ Roll bem old school com toques de Punk melódico. Este disco de estreia é bem ecléctico (Rock, Punk, Ska, etc), a contrariar um pouco a discografia actual da banda, e não é o meu favoritom, mas mesmo assim encaixa bem no todo e, acima de tudo, foi o álbum que deu o tiro de saída. Muita energia, muita atitude, grandes malhas com refrões inesquecíveis! Sex Pistols, Stooges, Ramones, Vibrators, Buzzcocks ou MC5 podem ser os culpados desta bomba de Rock no seu estado mais puro! Estejam atentos porque eles estão a preparar um novo disco de estúdio e vão entrar em digressão Europeia. RDS
75%
People Like You: www.peoplelikeyou.de
The Generators: www.the-generators.com

Deep Eynde – Bad Blood (2007) – People Like You Records

São de Hollywood mas não têm o glamour típico desse local que é a meca do cinema mundial, muito pelo contrário, são uma banda bem obscura. Os Deep Eynde apresentam-nos 13(!) temas de Rock ‘N’ Roll com toques de Horrorpunk e Psychobilly, influenciados por bandas como The Damned, Misfits, Samhain, Ramones, Stooges, entre outros. A grande maioria dos temas tem uma temática lírica direccionada para os maus relacionamentos pessoais e amorosos (“Kiss of violence”, “Date from hell”, “Casualty of love”, “Sik of you”, etc) mas desenganem-se os que já estão a pensar em romantismo ou emotividade, aqui trata-se do lado mais negro do Homem nessas situações, a raiva, o ódio, a vingança. Temas na sua maioria meio-tempo e uptempo que variam entre o Rock ‘N’ Roll, Psychobilly, Hardcore e Horrorpunk, refrões sing-a-long, riffs bem roqueiros, melodia constante mas sempre com um ambiente geral negro. Para os fãs das bandas acima mencionadas e todo o rock’n’roller old school que se preze. RDS
80%
People Like You: www.peoplelikeyou.de
Deep Eynde: www.deepeynde.com

Whiskey Rebels – Create Or Die (2007) – People Like You Records

Terceiro trabalho para os Whiskey Rebels e o primeiro através da germânica People Like You. Fusão de Hardcore old-school com Streetpunk e pinceladas de Oi! Ao todo são 12 temas distribuídos por pouco mais de 32 minutos. O som é cru o suficiente neste tipo de sonoridades mas com poder e com tudo bem perceptível. Muita energia, muita atitude, refrões sing-a-long, riffs bem sacados, voz crua mas com tonalidades mais melódicas. Gostei disto e recomendo! Para fãs de Roger Miret & The Disasters, Rancid, Dropkick Murphys, etc. RDS
80%
People Like You: www.peoplelikeyou.de
Whiskey Rebels: www.whiskeyrebels.com

Twentyinchburial – Radiovenom (2006) – Raging Planet Records

Os Twentyinchburial fazem uma pequena adaptação da sua sonoridade neste novo “Radiovenom”. Ao anterior estilo Screamo / Hardcore passam a introduzir alguns riffs mais Thrash e umas aproximações ao Metalcore, hoje tão em voga. É certo, a mudança de sonoridade não foi assim tão radical, apenas fizeram uns ajustes para ficar mais “actual”, mas mesmo assim fica a sensação de que estão a tentar apanhar o comboio. Também tenho que ser sincero, este tipo de vocalizações Screamo nunca me agradaram, prefiro as vocalizações de Hardcore mais old-school. A este tipo de vocalizações ainda adicionam uns toques mais Emo. Alguns riffs bem sacados às 6 cordas, algumas ideias giras, mas não passa disso. As letras essas, são do mais simples e banal (a letra de “Amo-te” é simplesmente… falta-me o termo). Com tantas gravações e concertos às costas, numa tão curta carreira, deviam saber fazer melhor. A meio do disco já estava farto, sinceramente. A produção, essa está imaculada! Cortesia do senhor Tue Madsen (que também contribui com guitarras e teclados), o nome obrigatório hoje em dia neste tipo de sonoridades. Além disso há aqui colaborações de Jacob Bredahl (Hatesphere) e Sofie Christensen. Mas nem isso safa o disco. Para quem gosta da onda, isto deve ser um petisco, para mim, não! O que é, é bem feito, mas não é nada de soberbo e está longe de ser uma obra-prima da música. O EP de estreia “The Sand Crystal”, isso sim, estava potente e brutal! Mas já lá vai esse tempo. RDS
65%
Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt
20IB: www.twentyinchburial.com

Thursday

Six Feet Under - Ghosts Of The Undead ("Commandment" Metal Blade 07)

www.metalblade.de

Amon Amarth - Cry Of The Black Birds ("With Oden On Our Side" Metal Blade 06)

www.metalblade.de

Video de apresentação de "Maldoror" dos Mão Morta

More Than A Thousand – Volume II The Hollow (2006) – Raging Planet Records

Os MT1000 (agora radicados na Inglaterra) já não se encontram na linha anterior do Hardcore / Screamo / Emocore que os viu surgir. Actualmente, e este álbum é prova disso, estão numa linha bem mais melódica de orientação Emo e Rock alternativo, embora as vocalizações mais “gritadas” (leia-se: screamo) surjam de vez em quando para “apimentar” as coisas. Os MT1000 já tinham esta faceta, mas era apenas uma parte integrante da sua sonoridade global, e aqui e agora ela é a regra absoluta. Os temas são melódicos e introspectivos mas mesmo assim roqueiros. Há aqui boas ideias, bons riffs de guitarra, melodias, passagens mais calmas alternadas com outras mais intensas. Mais temas uptempo (mesmo que melódicos) como “Everyone, Everywhere, Everything Ends” ou “From Hell…” davam outra dinâmica ao disco.Para quem gosta de coisas mais “levezinhas” mas que, ainda assim, gosta de ouvir as suas guitarradas e ataques de fúria de vez em quando. Não é disco que eu ouça todos os dias, mas gosto ou, pelo menos, percebo até certo ponto o que estão a tentar fazer. É daqueles discos que é preciso estar no espírito certo para o ouvir. Muitos pontos acima de muitas outras bandas do género que vêm do outro lado do Atlântico, ou até mesmo aqui da Europa. RDS
75%
Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt
MT1000: www.morethanathousand.com

Cinemuerte – Born From Ashes (2006) – Raging Planet Records

Cinemuerte é um duo que surge das cinzas dos Nua que nem Fénix renascida (tinha mesmo que usar a brincadeira!). Fusão de Rock, Pop, Gótico, Metal e alguma electrónica. Influências, é difícil dizer pois estão bem assimiladas e dissimuladas. São cerca de 49 minutos divididos em 12 temas, entre os quais uma particular versão de “Entre Dos Tierras” dos extintos rockers Espanhóis Heroes Del Silencio. É este o único ponto fraco do disco, pois o tema esta irreconhecível. Claro, as versões têm que ter sempre o cunho da banda que a faz, mas aqui, só mesmo a letra é do original, não se vislumbra nem uma pequena réstia da melodia original. É um tema dos Cinemuerte com a letra do referido tema dos Heroes Del Silencio. Podia ter ficado para outra edição, single, compilação ou até mesmo como faixa escondida. Há ainda uma parte multimédia a mencionar mas apenas tem umas fotografias, podia estar mais completa, as fotos podiam vir no livrete do CD, faltava era um video ou dois. Tirando esta versão e a faixa multimédia, todo o disco está soberbo! Os Cinemuerte abordam a sua música como a arte que é, logo no formato da banda (um duo) isso é notório, também o é nas letras, na apresentação do disco, assim como em todo o conceito e pequenos pormenores que rodeiam a banda no geral. Um disco de músicos / artistas / performers que pode agradar tanto a mentes mais abertas a este tipo de liberdades e conceitos artísticos como também ao comum ouvinte, pois todos os temas têm uma abordagem muito Pop e de formato de canção com melodias e refrões orelhudos. Dá gosto ver que ainda há gente que se preocupa com o lado artístico da música e tenta criar algo de si e não uma mera cópia pálida do que os outros fazem ou fizeram. Uma excelente surpresa e uma pedrada no charco do marasmo musical e cultural do qual padece Portugal actualmente. RDS
90%
Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt
Cinemuerte: www.cinemuerte.net / www.myspace.com/cinemuerte

Men Eater – Hellstone (2007) – Raging Planet Records

Todas as críticas que li, até ao momento, acerca desta estreia dos Men Eater, são positivas. Toda a gente fala maravilhas deste disco. À primeira audição “Hellstone” não me chamou minimamente a atenção, por isso mesmo fiquei reticente sobre o que escrever acerca do disco. Hoje fiz um esforço e sentei-me a ouvir o disco do início até ao fim, para ver se encontrava “aquilo” que chamou a atenção a gente. Para situar os mais desatentos, estes Men Eater incluem na sua formação (ex)membros de bandas como For The Glory e Blacksunrise e tocam uma fusão de Stoner / Sludge e Post-Rock com pinceladas de Doom, onde influências de nomes como Mastodon, Isis, Pelican e Kyuss são bem notórias, entre outras menos óbvias como Saint Vitus, High On Fire, Unsane ou Godflesh. Há aqui boas ideias (algumas mesmo boas!), mas também há outras que nem tanto ou que são repetidas até ao limite, tornando-se assim um álbum de altos e baixos. É este o grande disco de que todos falam? Não. Por vezes vão uns atrás dos outros e se alguém “mais entendido” na matéria diz que sim, todos acenam como a cabeça de cima para baixo e de baixo para cima. É sim um bom disco de estreia que promete altos voos. Um segundo disco é que poderá vir confirmar a banda. Acredito que sim. Ponho um polegar no ar como que a dizer “fixoide!”, isso sim, mas não ponho os dois no ar, complementados por um sorriso tipo criança com brinquedo novo, isso não. Temas a destacar (e aqui leia-se: “mesmo grandes malhas”): “Drive Dead”, “Lisboa” e “You Mean The Trash To Me”. RDS
75%
Raging Planet Records: www.ragingplanet.web.pt
Men Eater: www.myspace.com/meneaterdoom

King Kurt – Destination Zululand: Live (2006) – Cherry Red

Este deve ser o concerto mais sujo de sempre! Farinha, ovos, papel higiénico, feijões (?) e muitos outros produtos de mercearia que se possam imaginar. O vocalista está completamente sujo da cabeça aos pés e o chão palco está uma autêntica porcaria, assim como a própria audiência! Mas de certeza absoluta que todos tiveram uma grande dose de diversão. Quem me dera ter lá estado também a dançar, a atirar farinha e papel higiénico pelo ar, e a divertir-me imenso. Fartei-me de rir às gargalhadas ao visionar este DVD. A música não é das mais originais mas tem um certo feeling de diversão inerente que é inquestionável. Muitos temas dos King Kurt como o top single “Destination Zululand”, “Mack The Knife” e “Banana Banana” (esta deve ser a canção mais estúpida de sempre!) e o top ten hit “Zulu Land”, as dançáveis “Wreck A Party” e “Do The Rat” (com um toque de 50s Twist), assim como velhinhas como o clássico “Lonesome Train” (será que há algum raio duma banda de Rockabilly, Psychobilly, Rock ‘N’ Roll que não tenha tocado este tema ao vivo, pelo menos uma vez?). Esta é a primeira actuação ao vivo da banda editada em DVD. A gravação foi feita no lendário Marquee Club em London, Inglaterra, a 30 de Dezembro de 1983. Montes de Rockabilly, dança, uma grande sujeirada e muita diversão! Mais uma vez, obrigado à Cherry Red Films por esta edição mas, mais uma vez, um par de extras também seria interessante. A semi-entrevista de abertura é engraçada mas sabe a pouco. RDS
90%
Cherry Red Films: www.cherryred.co.uk

Roger Miret & The Disasters – My Riot (2006) – People Like You

Este é já o terceiro álbum para este projecto de Roger Miret, líder dos Agnostic Front. O estilo é o mesmo dos discos anteriores, Streetpunk com certas influências Oi! e uma ou outra guinada ao Hardcore mais old school (“Fxxx You”, “TV News”), mas aqui vão um pouco mais longe, experimentando com Reggae (mas pouco!, “Janie And Johnny”), algum Rock’N’Roll cru e directo (“Ramones”) e inclusive algumas passagens acústicas (“Everything I Do”) que dão ao disco um outro colorido. Eu já tinha gostado muito do anterior trabalho “1984” (Hellcat / Epitaph, 2005) e este continua no mesmo alto nível. São pouco mais de 33 minutos sempre a dar, com um espírito de rua bem vincado e uma atitude verdadeira e sincera que falta em muitas das bandas novas que se auto-intitulam de “Punk”. 15 novos temas (mais um Reggae Remix de um dos temas do álbum que poderia ter ficado de fora!) que vão fazer as delícias de quem gosta de Streetpunk e bandas como Bombshell Rocks, Bouncing Souls, Dropkick Murphys, Agnostic Front na sua fase mais Streetpunk, Rancid, Lars Frederiksen & The Bastards, etc.Falta ainda referir que o produto final vai ter como bónus o vídeo para o tema “My Riot”, que infelizmente o meu CD promocional não tem. Mas de qualquer maneira o vídeo está disponível no website da PLY e já o saquei. RDS
90%
People Like You Records: www.peoplelikeyourecords.com
Roger Miret & The Disasters: www.thedisasters.com

If Hope Dies – Life In Ruin (2006) – Ironclad / Metal Blade

Mais uma banda de Metalcore a editar pela Metal Blade (licenciado da Ironclad Recordings). Parece que o filão ainda não esgotou! Pelo menos é isso que a Metal Blade parece pensar. O que é que se pode dizer de mais uma banda do estilo que não se tenha dito noutras críticas, acerca de inúmeras outras bandas e álbuns? Bom, se calhar é melhor dar umas pequenas informações acerca dos If Hope Dies em primeiro lugar. São de Nova Iorque (USA) e este é o seu terceiro disco de originais. Este novo álbum foi produzido, gravado e masterizado por Jason Suecof (Trivium, God Forbid, Roadrunner Allstars) nos estúdios Audiohammer em Orlando, Florida. Aqui os riffs parecem ser bem mais old school que os dos seus pares. Riffs de influência Thrash Metal bem acutilantes e acompanhados de alguma melodia, embora também haja aqui alguma influência Sueca (“Fear Will Keep Them In Line”). Parece que este tipo de visualização é popular nas críticas hoje em dia por isso vou fazê-lo também: imaginem os Arch Enemy na sala de ensaio dos Lamb Of God a fazer versões de Hatebreed e têm uma certa ideia do que é o som If Hope Dies. Ou qualquer coisa assim! Apenas quis incluir este tipo de observação numa das minhas críticas! Nada de novo, nada de original, apenas mais do mesmo, bem tocado é verdade, com boas ideias aqui e ali, mas nada mais. Não há identidade nos temas, ouve-se um e já se ouviram todos. A meio do álbum já estamos fartos. Quando esta onda morrer, apenas as boas bandas vão ficar, e mesmo algumas dessas bandas vão enveredar ou pelo lado mais Hardcore ou pelo lado mais Metal. Entretanto, aqui têm mais um disco para aqueles que ainda não se fartaram de ouvir Metalcore. RDS
70%
Metal Blade Records: www.metalblade.de
Ironclad Recordings: www.ironcladrecordings.com
If Hope Dies: www.ifhopedies.com