Wednesday

Nosey Joe & The Pool Kings – Tunes From The Bighouse (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

Nosey Joe & The Pool Kings é uma banda Sueca composta por 9 elementos. A sua música, de velha escola, é uma fusão de Swing, Rhythm & Blues e algum Rock ‘N’ Roll de raiz. Este “Tunes From The Bighouse” é o seu segundo trabalho e inclui 13 temas, entre originais e versões. Não é que seja nada de muito apelativo, mas ouve-se muito bem. Se procuram algo de diferente, mais dançável, mais “limpo”, para desanuviar do material mais alternativo, esta é uma boa proposta. Se não vão muito à bola com esta linha Swing, então afastem-se rapidamente. De outro modo, dêem uma oportunidade. 60% www.myspace.com/noseyjoe / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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Astrolites – Hard Luck (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

“Hard Luck” é o disco de estreia para o trio Sueco Astrolites.12 temas originais e uma versão de “Prison Bound” dos Social Distortion, a fechar o disco, fazem a festa. Cerca de 36 minutos são marcados no cronómetro. Fusão Rockabilly, Punk, Surf, Swing e Be-Bop, a música do trio é apelidada, pelos mesmos, de Hi-Speed Rockabilly. Também não é assim tão rápido quanto isso, mas tem energia, força e velocidade quanto baste. Temas curtos, directos, sem muitos rodeios, são oferecidos pela banda. Gostei muito do que ouvi. Poder, energia, adrenalina, feeling, groove e muita diversão são garantidos. Ideal para fãs de um Rockabilly mais mexido e mais modernaço mas que não gosta dos excessos do Psychobilly. Este fica a meio caminho dos dois estilos. 85% http://www.astrolites.com/ / www.myspace.com/astrolitesband / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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The Buckshots – 3 Jacks High (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

The Buckshots é um trio Sueco e este é o seu terceiro trabalho de originais. São pouco mais de 39 minutos de Rockabilly da velha escola, toques Swing, bem forte, dançante, cheio de groove e feeling. Tem certos ares 50s mas um toque mais moderno na produção deixou o som mais forte e cheio do que o habitual lo-fi do género. 14 temas fazem as delícias dos amantes do género. Nada de novo, nada de original. “Apenas” Rockabilly de raiz tocado por gente que sabe o que faz e que, pelo que se ouve, se diverte muito com isso. E isso já é muito bom. É bom, mas é apenas para os fanáticos. 70% http://www.thebuckshots.net/ / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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Monday

Dornenreich – In Luft Geritzt (2008) – Prophecy

Eviga, responsável pelo projecto Austríaco Dornenreich, está de volta com um novo trabalho. Desta feita faz-se acompanhar por Inve. Esta nova proposta intitula-se “In Luft Geritzt” e direcciona a sonoridade da banda para territórios mais Folk do que o anterior “Durch Den Traum” de 2006. Folk, Dark Folk, Ambient e Neoclassical são alguns dos termos para categorizar estes 10 temas (pouco mais de 44 minutos). Negra, melancólica, intensa, sentida, é assim a música de Dornenreich. Eviga encarrega-se da voz (quase sempre num tom sussurrado), da guitarra acústica e das percussões, enquanto que Inve encarrega-se do violino. Gostei do anterior, mas este chama-me mais a atenção, talvez por ser mais orgânico, mais visceral, mais sentido. Gostei muito e recomendo a fãs de Dark Folk, Pagan Folk, música acústica e world music em geral. Atenção à já habitual (na Prophecy) edição especial dupla. 85% http://www.dornenreich.com/ / http://www.prophecyproductions.de/
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Sunday

Concertos

Mourning Beloveth – A Disease For The Ages (2008) – Grau

Os Irlandeses Mourning Beloveth estão de volta com o seu quarto trabalho. Este é composto por 5 temas que são executados ao longo de 56 minutos. Doom / Death arrastado, depressivo, pesado, intenso, com uma melodia cativante e um certo toque épico é o que nos apresentam. A dualidade voz gutural / limpa (num tom épico) é outro dos atractivos. Como a própria nota de imprensa refere, aqui não há vozes femininas ou teclados, apenas puro Doom da velha escola. Salvo raras excepções, ultimamente não tenho ouvido álbuns na linha Doom que me chamassem verdadeiramente a atenção. Este novo opus dos Mourning Beloveth é, na minha modesta opinião, uma obra-prima. Fãs dos inícios de bandas como Anathema, My Dying Bride e até Paradise Lost; bandas numa linha mais tradicional Heavy / Doom como Witchfinder General e Candlemass; ou ainda nomes mais recentes como Primordial ou os “nossos” Desire, vão apreciar esta negra obra de arte. Aconselho vivamente aos maníacos do género. 90% http://www.mourningbeloveth.com/ / www.myspace.com/mourningbeloveth / http://www.grau.cd/
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Friday

At The Soundawn – Red Square: We Come In Waves (2008)

“Red Square: We Come In Waves” marca a estreia em longa duração dos Italianos At The Soundawn. O disco foi produzido por Riccardo Pasini, responsável por trabalhos de Ephel Duath, The Secret ou Slowmotion Apocalypse. Fusão de Hardcore e Emo, com alguns toques de Sludge, Post-Rock, algum Metal e até passagens ambientais e de Jazz, os 7 temas que o compõem marcam apenas 29 minutos no cronómetro. E não é necessário muito mais. A intensidade que marca este registo não seria fácil de digerir por um período de tempo mais prolongado. Pesado, intenso, denso, emotivo, negro. Estes são alguns dos adjectivos que podem descrever “Red Square”. Muito bom. As eclécticas influências vão desde Neurosis a Shai Hulud, passando por Isis ou até Radiohead. 70% http://www.atthesoundawn.com/ / www.myspace.com/atthesoundawn / http://www.lifeforcerecords.com/ / www.myspace.com/lifeforcerecords
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Destinity – The Inside (2008) – Lifeforce Records

Os Franceses Destinity têm em “The Inside” o seu quinto disco. É isso mesmo, o quinto. Por alguma razão ficaram na sombra das bandas conterrâneas. Pode ser que esta recente ligação à Lifeforce Records lhes traga alguma exposição mais alargada. São 10 temas, em pouco mais de 47 minutos, de Thrash / Death técnico com toques orquestrais e muita melodia. O som é pesado quanto baste mas tem muita melodia. Tem a brutalidade do Death Metal e a crueza do Thrash mas tem uma vertente técnica bem patente, já habitual aliás nas bandas Francesas. As partes orquestrais bem épicas adicionam ainda outra dimensão à música dos Destinity. A gravação, mistura e masterização foi feita por Jacob Hansen na Dinamarca, por isso, já sabem o que esperar. Embora o som tenha ficado algo derivativo do estilo, hoje em voga diga-se de passagem, o trabalho de Hensen é sempre exemplar. Gostei muito do material aqui contido. Fãs de nomes tais como Hypocrisy, Soilwork, Strapping Young Lad, Mnemic, The Arcane Order ou Gojira irão encontrar aqui pontos de interesse. 85% http://www.destinity.net/ / www.myspace.com/destinity / http://www.lifeforcerecords.com/ / www.myspace.com/lifeforcerecords
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Thursday

Soilent Green – Inevitable Collapse In The Presence Of Conviction (2008) – Metal Blade Records

Os Norteamericanos Soilent Green estão de volta com um novo trabalho de estúdio. Desta vez a edição é feita via Metal Blade, a sua nova editora. São 11 novos temas, em cerca de 42 minutos, de fusão Death, Grind, Sludge, Stoner, Southern Rock e Hardcore. A produção do disco esteve a cargo de Erik Rutan, por isso, já sabem o que esperar em termos de som. Um som poderoso quanto baste mas limpo o suficiente para ouvir tudo o que se vai passando neste “caos” sonoro. Confesso que a primeira vez que ouvi estes SG, há dez anos com “Sewn Mouth Secrets” (1998), achei estranha a fusão de estilos. Hoje já estou mais “calejado” nas diversas vertentes exploradas pela banda, daí já conseguir desfrutar na sua plenitude a descarga Grind / Sludge. Pesado, poderoso, brutal. Ora mais rápido nas descargas Grindcore, ora mais balançado e groovy na vertente Sludge / Southern. As restantes influências dão ainda outra cor ao quadro geral. Um disco ao mais alto nível daquilo que a banda consegue fazer. Aconselho vivamente aos fãs da banda e a fãs de música extreme em geral! 85% http://www.soilentgreen.net/ / www.myspace.com/soilentgreen / http://www.metalblade.de/
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Concertos






















Tuesday

Checksound #2 - Abril 2008

Já se encontra disponível o número 2 da revista online Checksound. Além do forte conteúdo fotográfico, incluem-se também muitas críticas a discos. Metal, Punk, Hardcore, Gótico são alguns dos estilos abrangidos. Uma especial atenção ao panorama nacional marca presença. Alguns dos reviews mais recentes do Fénix também se encontram por lá. É gratuita e o download pode ser feito neste link: http://www.checksound.eu/

Monday

Siena Root – Far From The Sun (2008) – Transubstans Records

“Far From The Sun” é um disco de 2008 mas que parece ter sido gravado há mais de 30 anos. Hard Rock descendente dos grandes nomes dos 70s com toques psicadélicos e algum Blues é o que estes Suecos nos apresentam neste novo disco. Muito groove, funk, blues, sons orientais, folk, psicadelismo, e o típico som Hammond, tudo faz parte da sonoridade Siena Root que constitui estes 53 minutos bem retro. Influências de nomes como Led Zeppelin, Deep Purple, Jethro Tull, Cream, Hendrix, Iron Butterfly, Montrose, Thin Lizzy, Blue Cheer, Jefferson Airplane, Grateful Dead, Captain Beyond ou Sir Lord Baltimore são notórias. Descortinam-se ainda uns toques de NWOBHM circa 79/80. A Suécia tem sido prolífica nos últimos anos em termos de bandas retro linha 70s Hard Rock. E não só em termos de quantidade mas também de qualidade. Os Siena Root são mais um nome a adicionar a essa lista. Recomendo. 80% http://www.sienaroot.com/ / www.myspace.com/sienaroot / http://www.recordheaven.net/ / www.myspace.com/transubstans
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Saturday

8º Festival São Silvestre Jovem


We Are The Damned – The Shape Of Hell To Come (2008) – Raging Planet Records

We Are The Damned inclui no line-up 4 (ex)elementos de bandas como From Now On, Painstruck, Devil In Me, Twentyinchburial e BlackSunrise. “The Shape Of Hell To Come” (quantas variações deste título já vimos?) é o disco de estreia produzido, misturado e masterizado pelo Dinamarquês Palle Schultz. Na nota de imprensa refere-se “são a personificação e o exemplo de música pesada sem compromissos nem clichés, um género desvalorizado em Portugal desde sempre”; “não cedendo a moralismos musicais a líricos”; “vontade inabalável e honesta de triunfar”; “fazendo dos WATD uma banda única em Portugal”; “premiado com um grammy… Palle Schultz”. O típico exagero de nota de imprensa. Não estou com isto já a dizer que a banda, ou o disco em revisão, são maus. Já lá vamos. Apenas estou a salientar o exagero a as frases chavão com que as bandas são apresentadas. Não é uma banda única. Clichés tem muitos. Demais até. Que sejam honestos naquilo que fazem e que tenham de triunfar, não ponho em causa. E em relação a “música pesada sem compromissos nem clichés, um género desvalorizado em Portugal desde sempre”, isso é perfeitamente discutível. É até pretensioso da parte da banda apresentar-se como o único caso do género em Portugal. Mais uma vez, exageros de nota de imprensa.
Agora, quanto à banda e ao disco propriamente ditos. 12 temas originais e uma versão de “Parasite” dos Kiss, fazem estes 55 minutos. Mescla de Thrash, Death, Hardcore, Punk, Sludge, Stoner e Hard Rock, entre outros subgéneros da música pesada. A excessiva fusão de géneros e a heterogeneidade apresentada em “The Shape Of Hell To Come” são demais para o seu próprio bem. Durante quase 1 hora de música podemos discernir influências tão diversas como Converge, Venom, Poison The Well, Arch Enemy, Misfits, Motorhead, Refused, Satyricon, Mastodon, Black Sabbath, Botch, Raised Fist ou High On Fire, entre muitos outros. A diversidade nos backgrounds dos elementos da banda, acredito.
Não é um mau disco, pelo contrário, tem até bastantes pontos positivos mas, como já referi, a sua heterogeneidade e o facto de ser algo derivativo não abonam em seu favor. Mesmo assim, muito acima daquilo que todos os dias vem de fora e de tudo aquilo que enche as famigeradas tabelas de venda. Prefiro 10 vezes esta proposta dos WATD do que toda a tabela de vendas Portuguesa. 65% www.myspace.com/wearethedamned / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
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Riding Pânico – Lady Cobra (2008) – Raging Planet Records

Depois de um EP (um nome pomposo para uma demo dizem eles), surge o disco de estreia deste sexteto. O disco foi produzido pelo baixista da banda, Makoto Yagyu (também membro de If Lucy Fell), nos Black Sheep Studios em Mem Martins. A mistura por Chris Common (These Arms Are Snakes / Minus The Bear) e a masterização por Ed Brooks (Pearl Jam / REM / Mark Lanegan) foram feitas em Seattle. Como convidados especiais temos Eduardo Raon (harpa, Hypnotica) e Daniela Rodrigues (violoncelo). Três guitarras, baixo, bateria e teclados fazem estes 9 temas instrumentais de Rock. É apenas isso: Rock. Podem atribuir-lhe inúmeros prefixos ou sufixos: pós, ambiental, psicadélico, hipnótico, melódico, emocional, experimental, progressivo, instrumental, … É tudo isso. E muito mais. É o planeta Rock circundado por todos esses satélites naturais. Ocasionalmente passam perto alguns cometas e poeiras cósmicas. Isis, Godspeed You! Black Emperor, Ulver, Pelican, Mogwai, Sigur Rós, Tool, são alguns dos óbvios nomes de referência. Pode ser um disco difícil para quem não tem por eleição a música instrumental. Mas também pode ser um desafio. Com resultados finais gratificantes, acreditem. 85% www.myspace.com/ridingpanico / http://www.ragingplanet.pt/ / www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal
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Thursday

Panchrysia – Deathcult Salvation (2008) – Karisma / Dark Essence

“Deathcult Salvation” é já o terceiro álbum para os Belgas Panchrysia e o primeiro através da Dark Essence. Participações especiais de Mortuus (Marduk, Funeral Mist) e Leen De Haes (Bint) marcam presença. Black Metal denso, negro, com ambientes gélidos e fantasmagóricos. Toques de Thrash dão o seu ar de graça. Este tipo de Black Metal consigo ouvir e apreciar em toda a sua plenitude, em contraste com a linha blastbeat infinito / caixa de ritmos / guitarrista em início de aprendizagem / one-man-band / etc. O som, como mandam as regras no género, é cru, sujo, agressivo, mas poderoso e nítido o suficiente para se poder ouvir na perfeição tudo o que se vai passando a nível instrumental. Também como habitual no género, estes 9 temas nada trazem de novo. Como se costuma dizer “vira o disco e toca o mesmo”. Mais do mesmo, mas do bom. Sim, porque este álbum está bem acima da média do que se vai fazendo hoje em dia no cenário Black Metal. Prefiro “Deathcult Salvation” do que 100 discos de Trve Black. Mas isso é a minha modesta opinião, que pode ou não contar para alguma coisa. Gosto de pensar que sim. Não quero influenciar ninguém com a minha inexistente infinita sabedoria, apenas dar umas dicas. E esta é uma boa dica, acreditem! 70% http://www.panchrysia.be/ / www.myspace.com/panchrysia / http://www.karismarecords.no/ / http://www.darkessencerecords.no/
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Dead To This World – First Strike For Spiritual Renewance (2008) – Karisma / Dark Essence

Depois de uma maquete e dois 7”s, eis que Iscariah (ex-Immortal, Necrophagia) assina com a Dark Essence e edita o disco de estreia do seu projecto solo Dead To This World. Conta com a ajuda de Kvitrafn (ex-Gorgoroth) na bateria, tendo ainda como convidados especiais Stud Bronson (na voz, ex-Old Funeral, The Battalion) e Jason Healey (letras, Atomizer). “First Strike For Spiritual Renewance” foi gravado nos Conclave e nos Eartshot Studios com o produtor Bjornar E. Nielsen. Contém 9 temas linha Black / Death / Thrash de contornos old-school, som cru, arranhado, mas límpido e poderoso o suficiente. O que se pode esperar de um álbum do género? Uma descarga descomprometida de Metal negro e sujo da velha escola, inspiração directa de Venom, Bathory, Hellhammer, Possessed e outros que tais. Nada de novo. Nada de original. Nem é esse o propósito. Gostei do que ouvi embora, como já referi, não seja nada de novo. Tudo isto já foi feito antes e de uma forma melhor até. Mas também já se fez muito pior. Black / Thrash bem acima da média para os fanáticos do género. 70% www.myspace.com/deadtothisworld / http://www.karismarecords.no/ / http://www.darkessencerecords.no/
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Wednesday

Deadline – We’re Taking Over! (2008) – People Like You

Este é já o quinto disco para os Britânicos Deadline (no momento com metade da banda com nacionalidade Francesa). Não se trata de um novo trabalho de originais, mas sim uma mescla de 4 temas novos e 13 ao vivo (gravados na Alemanha). O produto final terá ainda a inclusão de dois vídeos na secção multimédia. Nos novos temas, o estilo é o mesmo de sempre, fusão de Hardcore melódico, Punk Rock, algum Rock ‘n’ Roll tradicional e umas pitadas de Skacore. Um disco ao vivo não traz nada de novo. São os mesmos temas de sempre, mas tocados ao vivo, mais rápidos, mais fortes, e com o público a berrar os refrões. Mais uma vez, como habitual nas gravações ao vivo, a banda afirma que estas estão livres de “overdubs” e cortes feitos em estúdio. É o que toda a gente diz. Mas estas afirmações parecem-me verdadeiras. Nota-se que este é uma verdadeira gravação ao vivo. Não vai trazer novos fãs à banda. Como qualquer disco ao vivo, pretende traduzir apenas o que a banda é em palco. Trata-se, portanto, de uma edição direccionada única e exclusivamente para fãs da banda. 80% http://www.deadline-uk.com/ / www.myspace.com/deadlineuk / http://www.peoplelikeyou.de/
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Thee Merry Widows – The Devil’s Outlaws (2008) – People Like You

Novo trabalho de estúdio para as Californianas Thee Merry Widows. Já por aqui falei no disco de estreia (re-edição da PLY) e pouco mais há a acrescentar ao que já disse. Imaginem as protagonistas de “Faster Pussycat Kill Kill” de Russ Meyer, adicionem muitas cores (em contraste com o branco / preto do filme), um visual 50s pin-up girl e uma banda sonora Psychobilly salpicada com algumas doses de Surf, Horrorpunk e Garage / Trash / Rockabilly. Temas a meio tempo marcam este segundo trabalho desta que é a primeira banda Norteamericana de Psychobilly totalmente feminina.
A nível musical, tal como o primeiro disco, continua a não ser nada de original mas, a atitude, o glamour e o gozo com que debitam estes 12 temas estão lá! E isso já é muito bom. Falta a muitas bandas esse gosto pela música. 70% http://www.merrywidowsmusic.com/ / www.myspace.com/theemerrywidowsmusic / http://www.peoplelikeyou.de/
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Tuesday

Phanatos – Opus 2 (2007) – Phanatos Productions

Phanatos é a designação artística de um músico Sueco (agora parte integrante dos Freevil) e este é o seu novo trabalho a solo. Phanatos é responsável pela composição, arranjos, letras, vozes e interpretação de todo o material aqui contido. As vozes femininas que ocasionalmente dão o ar de sua graça são da responsabilidade de Karin Ljungberg. Gótico, neoclassical, darkwave, ambient e film music são as vertentes exploradas nos 8 temas que compõem este “Opus 2”. Alguns elementos de Folk, música oriental e 70’s Progressive são também utilizados. Metade dos temas são vocalizados e a outra metade é instrumental. Agradável de se ouvir, épico, obscuro, intenso, belo, quase hipnótico. Há muito tempo que não ouvia algo no género tão bem feito como este Opus. Influências e familiaridades com outros nomes? Não sei dizer. “Opus 2” é único, sem ser propriamente original. É refrescante, sem ser novo. É excepcional, sem uma obra-prima. Recomendo a fãs dos géneros acima citados e nomes como Goblin, Daemonia, Ataraxia, Howard Shore, Saviour Machine, Dead Can Dance, Enya, Vangelis, In The Nursery, Ordo Rosarius Equilíbrio ou Raison D’Être. 85% http://www.phanatos.com/ / www.myspace.com/phanatosrealm
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