
Thursday
P. Paul Fenech – Skitzofenech (2008) – People Like You
O vocalista do Meteors está de volta com um novo trabalho a nome próprio. Este é já o seu 7º a solo. O estilo? Pois é sempre o mesmo! As letras, idem. Esperavam o quê de Fenech? Psychobilly bem lo-fi, sujo, demoníaco, com as habituais letras sobre feitiçaria, peculiares personagens, álcool, mulheres, etc. Toques de Surf Rock e Rockabilly tradicional também dão o seu ar de graça. Ao todo são 14 temas em pouco mais de 58 minutos. Quando abro os envelopes da People Like You fico sempre algo excitado pois já sei que vem aí material do melhor. Ao ver mais uma capa com o nome Fenech, confesso, fiquei de pé atrás. Mais um? É sempre a mesma fórmula, repetida até à exaustão! Tanto em Meteors como a solo (aqui a poder “esticar-se” um pouco mais a outros territórios). E sabem que mais? É verdade, mas isso não interessa porque, assim que se carrega no “play” do leitor, esquecemos esse pormenor. Ficamos logo agarrados. O único senão é que o disco é algo longo para o género, na minha opinião. Mais um para os fãs do senhor Fenech. 75% http://www.kingsofpsychobilly.com/ / www.myspace.com/paulfenechuk / http://www.peoplelikeyourecords.com/
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Ufomammut – Idolum (2008) – SupernaturalCat
“Idolum” é o novo trabalho de estúdio para os Italianos Ufomammut. São 7 temas repartidos ao longo de 66 longos minutos. E digo longos porque isto pode tornar-se deveras massacrante para quem não tem ouvido calejado para estas andanças. Rock psicadélico, instrumental na sua maioria, apoiado em riffs e ritmos repetitivos, lentos, hipnóticos. Já estão a ver por onde anda a coisa. O estilo, já por si, é algo limitado, então quando não traz nada de apelativo que nos prenda a atenção, a audição por tornar-se algo incómoda. Neste caso, estamos a meio caminho. Começa mais ou menos com “Stigma”, embora aqui a influência Godflesh / Neurosis seja bem notória, mas depois os temas seguintes, “Stardog” e “Hellectric”, parecem deambulações esquizofrénicas de Kurt Cobain (lembram-se de temas como “Endless Nameless” e outros que tais?). Depois a coisa começa a compor-se e temas como “Ammonia” (mais ambiental e com voz feminina de Rose Kemp) ou “Nero” já estão a um nível superior. “Destroyer” traz de volta a voz, desta feita masculina. Mais pesado, mais enérgico, Neurosis encontram-se com High On Fire e Hawkwind para uma jam session. Fecha com o épico “Void … Elephantom”, um tema de 27m20s que conta com a participação de Lorenzer, dos conterrâneos e companheiros de editora Lento. Uma longa secção ambiental a meio do tema é que o leva a atingir esta duração. Sem essa secção, ficaria muito mais curto, e mais eficaz. Não é do melhor que já ouvi no género. Mas também não é do pior. Para fãs das bandas já citadas e material nas linhas psicadélicas, drone, stoner, doom. 65% http://www.ufomammut.com/ / www.myspace.com/ufomammut / http://www.supernaturalcat.com/
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Doom,
Drone,
Instrumental,
Psychedelic,
Psychedelic Rock
The Peacocks – Gimme More (The Best Of The Rest & Leftovers) (2008) – People Like You
Os Suiços Peacocks regressam em Maio de 2008 com nova edição. Não se trata de um novo de originais mas sim de um EP que inclui 7 temas que sobraram das sessões de gravação do novíssimo “Touch & Go”. A estes 15 minutos de música adicionam ainda o vídeo do tema “Gimme More” na faixa multimédia. Não traz nada de novo, é mais do mesmo, mas é mais do bom! Rockabilly entre o “midtempo” e o “uptempo” com toques Punk, Psychobilly e Grassroots é o que nos apresentam. Quem já conhece, sabe o que esperar. Uma edição direccionada apenas para os fãs “diehard” e completistas, mas que pode perfeitamente servir de introdução à banda a quem ainda não conhece. 70% http://www.thepeacocks.ch/ / http://www.peoplelikeyourecords.com/
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Amebix – No Sanctuary: The Spiderleg Recordings (2008) – Alternative Tentacles
Antes de terem lançado o clássico “Arise”, em 1985, os míticos Amebix editaram algum material na Spiderleg, editora da responsabilidade de membros de Flux Of Pink Indians. “Who’s The Enemy” (EP 1982), “Winter” (Single 1983) e “No Sanctuary” (EP 1984) são os títulos em causa. Ao longo dos anos, estas gravações têm vindo a ser alvo de inúmeras edições pirata de baixa qualidade. Quase 25 anos depois, a banda conseguiu pôr as mãos nos masters, que se encontravam nos Southern Studios a apanhar mofo. Este disco é o resultado dessa recuperação e, pela primeira vez em cerca de 25 anos, temos direito a uma edição oficial destas raridades. Devidamente remasterizados por Jello Biafra e George Horn, estes temas vêm embalados no sempre bemvindo formato digipack e acompanhados por livrete com artwork original, artwork novo da autoria de John Yates, letras e texto escrito pelo vocalista / baixista Rob “The Baron” Miller. Quanto à música, o que dizer? São os Amebix! São os primórdios de uma das mais míticas bandas Anarcho-Punk / Metal. Um nome que influenciou inúmeras bandas nos cenários Punk e Metal e cuja música, mensagem e atitude ainda hoje continuam a ser válidas. Além das razões óbvias, este disco tem um sabor especial extra porque marca a reunião da banda, neste ano de 2008. Resta ainda informar os fanáticos do vinil de que há uma edição especial em LP com um 7” bónus. Aproveitem. Em CD ou LP, é uma aquisição obrigatória. 100% http://www.amebix.net/ / www.myspace.com/amebixuk / http://www.alternativetentacles.com/
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Monday
Friday
Fires Of Babylon – Fires Of Babylon (2008) – Metal Heaven
Fires Of Babylon é mais um dos inúmeros super projectos que abundam o cenário metálico hoje em dia. Este inclui o vocalista Rob Rock (ex-Impellitteri, Warrior, Axel Rudi Pell, etc), o guitarrista Lou St.Paul (Winters Bane), o baixista Kelly Conlon (ex-Death, ex-Monstrosity) e o baterista Robert Falzo (Shatter Messiah, ex-Annihilator). Como eu disse, mais um entre outros. Mas passará despercebido ou irá destacar-se? Fica um pouco acima da média, é um disco de bom Heavy Metal, mas não é um título que se irá tornar num clássico. Longe disso. Este disco homónimo do projecto inclui 10 temas, em cerca de 48 minutos, de Heavy Metal com pés assentes na década de 80, em particular, na vertente US do género. A qualidade dos músicos envolvidos é inegável (a voz de Rob Rock é, só por si, metade do disco), a composição está acima da média, e conseguem criar malhas fantásticas mas, no final, não ficamos com nenhum refrão ou melodia a “tocar” na nossa cabeça. Mas não fiquem com a ideia errada! O disco é bom, muito bom, mas apenas enquanto dura pois, depois de se ouvir a última nota, não há “ecos”. São 48 minutos de bom Heavy Metal para curtir, “headbanging”, “air guitar” e “horns up” incluídos. E só de olhar para esta fantástica capa, já temos disco! Para fãs do US Heavy / Power dos 80s. 75% http://www.metalheaven.net/ / http://www.germusica.com/
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Incrave – Dead End (2008) – Ulterium Records / Metal Heaven
No meu primeiro contacto com a banda, fui induzido em erro em relação à sua orientação musical. A estética e apresentação geral da banda podem confundir. Cabelo curto, camisa branca, fato e gravata. A primeira ideia que me veio à cabeça foi: Metalcore / Hardcore com orientações melódicas e/ou Emo. Depois é que peguei na nota de imprensa e descobri as andanças deste sexteto Sueco. Nomes como Morgana Lefay, Tad Morose, Nocturnal Rites ou Dream Evil são apresentados. Ainda fiquei mais confuso. Ok, agora tenho mesmo de ouvir isto. E não é que é os jovens sabem o que fazem?! A música enquadra-se perfeitamente nos territórios de acção das bandas atrás citadas. Heavy / Power da linha Europeia, de contornos melódicos, com ideias da velha escola, mas com uma orientação mais moderna. Algumas ideias de Hard Rock, AOR e até Metal Gótico, assim como alguns samplers electrónicos, dão o ar de sua graça ao todo. Não é nada de novo ou original, mas é bem tocado, contém boas ideias, riffs direccionados essencialmente para a melodia, secção rítmica competente e uma voz fenomenal. Gostei muito disto. Mais informações essenciais: este é o segundo disco, foi misturado e masterizado por Per Ryberg (Morgana Lefay, Tad Morose, Bloodbound) e a capa é da responsabilidade de Kristian Wahlin (At The Gates, Emperor, Therion). Recomendo aos amantes de um Heavy Metal mais melódico. 70% http://www.incrave.se/ / www.myspace.com/incrave / http://www.ulterium-records.com/ / http://www.metalheaven.net/ / http://www.germusica.com/
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CD,
Gothic Metal,
Hard Rock,
Heavy Metal,
Melodic Metal,
Power Metal
Wednesday
Nosey Joe & The Pool Kings – Tunes From The Bighouse (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666
Nosey Joe & The Pool Kings é uma banda Sueca composta por 9 elementos. A sua música, de velha escola, é uma fusão de Swing, Rhythm & Blues e algum Rock ‘N’ Roll de raiz. Este “Tunes From The Bighouse” é o seu segundo trabalho e inclui 13 temas, entre originais e versões. Não é que seja nada de muito apelativo, mas ouve-se muito bem. Se procuram algo de diferente, mais dançável, mais “limpo”, para desanuviar do material mais alternativo, esta é uma boa proposta. Se não vão muito à bola com esta linha Swing, então afastem-se rapidamente. De outro modo, dêem uma oportunidade. 60% www.myspace.com/noseyjoe / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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Astrolites – Hard Luck (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666
“Hard Luck” é o disco de estreia para o trio Sueco Astrolites.12 temas originais e uma versão de “Prison Bound” dos Social Distortion, a fechar o disco, fazem a festa. Cerca de 36 minutos são marcados no cronómetro. Fusão Rockabilly, Punk, Surf, Swing e Be-Bop, a música do trio é apelidada, pelos mesmos, de Hi-Speed Rockabilly. Também não é assim tão rápido quanto isso, mas tem energia, força e velocidade quanto baste. Temas curtos, directos, sem muitos rodeios, são oferecidos pela banda. Gostei muito do que ouvi. Poder, energia, adrenalina, feeling, groove e muita diversão são garantidos. Ideal para fãs de um Rockabilly mais mexido e mais modernaço mas que não gosta dos excessos do Psychobilly. Este fica a meio caminho dos dois estilos. 85% http://www.astrolites.com/ / www.myspace.com/astrolitesband / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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CD,
Psychobilly,
Punk 'N' Roll,
Rock 'N' Roll,
Rockabilly
The Buckshots – 3 Jacks High (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666
The Buckshots é um trio Sueco e este é o seu terceiro trabalho de originais. São pouco mais de 39 minutos de Rockabilly da velha escola, toques Swing, bem forte, dançante, cheio de groove e feeling. Tem certos ares 50s mas um toque mais moderno na produção deixou o som mais forte e cheio do que o habitual lo-fi do género. 14 temas fazem as delícias dos amantes do género. Nada de novo, nada de original. “Apenas” Rockabilly de raiz tocado por gente que sabe o que faz e que, pelo que se ouve, se diverte muito com isso. E isso já é muito bom. É bom, mas é apenas para os fanáticos. 70% http://www.thebuckshots.net/ / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
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Monday
Dornenreich – In Luft Geritzt (2008) – Prophecy
Eviga, responsável pelo projecto Austríaco Dornenreich, está de volta com um novo trabalho. Desta feita faz-se acompanhar por Inve. Esta nova proposta intitula-se “In Luft Geritzt” e direcciona a sonoridade da banda para territórios mais Folk do que o anterior “Durch Den Traum” de 2006. Folk, Dark Folk, Ambient e Neoclassical são alguns dos termos para categorizar estes 10 temas (pouco mais de 44 minutos). Negra, melancólica, intensa, sentida, é assim a música de Dornenreich. Eviga encarrega-se da voz (quase sempre num tom sussurrado), da guitarra acústica e das percussões, enquanto que Inve encarrega-se do violino. Gostei do anterior, mas este chama-me mais a atenção, talvez por ser mais orgânico, mais visceral, mais sentido. Gostei muito e recomendo a fãs de Dark Folk, Pagan Folk, música acústica e world music em geral. Atenção à já habitual (na Prophecy) edição especial dupla. 85% http://www.dornenreich.com/ / http://www.prophecyproductions.de/
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Sunday
Mourning Beloveth – A Disease For The Ages (2008) – Grau
Os Irlandeses Mourning Beloveth estão de volta com o seu quarto trabalho. Este é composto por 5 temas que são executados ao longo de 56 minutos. Doom / Death arrastado, depressivo, pesado, intenso, com uma melodia cativante e um certo toque épico é o que nos apresentam. A dualidade voz gutural / limpa (num tom épico) é outro dos atractivos. Como a própria nota de imprensa refere, aqui não há vozes femininas ou teclados, apenas puro Doom da velha escola. Salvo raras excepções, ultimamente não tenho ouvido álbuns na linha Doom que me chamassem verdadeiramente a atenção. Este novo opus dos Mourning Beloveth é, na minha modesta opinião, uma obra-prima. Fãs dos inícios de bandas como Anathema, My Dying Bride e até Paradise Lost; bandas numa linha mais tradicional Heavy / Doom como Witchfinder General e Candlemass; ou ainda nomes mais recentes como Primordial ou os “nossos” Desire, vão apreciar esta negra obra de arte. Aconselho vivamente aos maníacos do género. 90% http://www.mourningbeloveth.com/ / www.myspace.com/mourningbeloveth / http://www.grau.cd/
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Friday
At The Soundawn – Red Square: We Come In Waves (2008)
“Red Square: We Come In Waves” marca a estreia em longa duração dos Italianos At The Soundawn. O disco foi produzido por Riccardo Pasini, responsável por trabalhos de Ephel Duath, The Secret ou Slowmotion Apocalypse. Fusão de Hardcore e Emo, com alguns toques de Sludge, Post-Rock, algum Metal e até passagens ambientais e de Jazz, os 7 temas que o compõem marcam apenas 29 minutos no cronómetro. E não é necessário muito mais. A intensidade que marca este registo não seria fácil de digerir por um período de tempo mais prolongado. Pesado, intenso, denso, emotivo, negro. Estes são alguns dos adjectivos que podem descrever “Red Square”. Muito bom. As eclécticas influências vão desde Neurosis a Shai Hulud, passando por Isis ou até Radiohead. 70% http://www.atthesoundawn.com/ / www.myspace.com/atthesoundawn / http://www.lifeforcerecords.com/ / www.myspace.com/lifeforcerecords
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Alternative,
CD,
Hardcore,
Indie Rock,
Metal,
Post-Rock,
Screamo
Destinity – The Inside (2008) – Lifeforce Records
Os Franceses Destinity têm em “The Inside” o seu quinto disco. É isso mesmo, o quinto. Por alguma razão ficaram na sombra das bandas conterrâneas. Pode ser que esta recente ligação à Lifeforce Records lhes traga alguma exposição mais alargada. São 10 temas, em pouco mais de 47 minutos, de Thrash / Death técnico com toques orquestrais e muita melodia. O som é pesado quanto baste mas tem muita melodia. Tem a brutalidade do Death Metal e a crueza do Thrash mas tem uma vertente técnica bem patente, já habitual aliás nas bandas Francesas. As partes orquestrais bem épicas adicionam ainda outra dimensão à música dos Destinity. A gravação, mistura e masterização foi feita por Jacob Hansen na Dinamarca, por isso, já sabem o que esperar. Embora o som tenha ficado algo derivativo do estilo, hoje em voga diga-se de passagem, o trabalho de Hensen é sempre exemplar. Gostei muito do material aqui contido. Fãs de nomes tais como Hypocrisy, Soilwork, Strapping Young Lad, Mnemic, The Arcane Order ou Gojira irão encontrar aqui pontos de interesse. 85% http://www.destinity.net/ / www.myspace.com/destinity / http://www.lifeforcerecords.com/ / www.myspace.com/lifeforcerecords
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CD,
Melodic Death,
Power / Thrash,
Tech-Metal,
Thrash Metal
Thursday
Soilent Green – Inevitable Collapse In The Presence Of Conviction (2008) – Metal Blade Records
Os Norteamericanos Soilent Green estão de volta com um novo trabalho de estúdio. Desta vez a edição é feita via Metal Blade, a sua nova editora. São 11 novos temas, em cerca de 42 minutos, de fusão Death, Grind, Sludge, Stoner, Southern Rock e Hardcore. A produção do disco esteve a cargo de Erik Rutan, por isso, já sabem o que esperar em termos de som. Um som poderoso quanto baste mas limpo o suficiente para ouvir tudo o que se vai passando neste “caos” sonoro. Confesso que a primeira vez que ouvi estes SG, há dez anos com “Sewn Mouth Secrets” (1998), achei estranha a fusão de estilos. Hoje já estou mais “calejado” nas diversas vertentes exploradas pela banda, daí já conseguir desfrutar na sua plenitude a descarga Grind / Sludge. Pesado, poderoso, brutal. Ora mais rápido nas descargas Grindcore, ora mais balançado e groovy na vertente Sludge / Southern. As restantes influências dão ainda outra cor ao quadro geral. Um disco ao mais alto nível daquilo que a banda consegue fazer. Aconselho vivamente aos fãs da banda e a fãs de música extreme em geral! 85% http://www.soilentgreen.net/ / www.myspace.com/soilentgreen / http://www.metalblade.de/
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CD,
Death Metal,
Deathrock,
Grindcore,
Sludge,
Southern Rock,
Stoner
Tuesday
Checksound #2 - Abril 2008
Já se encontra disponível o número 2 da revista online Checksound. Além do forte conteúdo fotográfico, incluem-se também muitas críticas a discos. Metal, Punk, Hardcore, Gótico são alguns dos estilos abrangidos. Uma especial atenção ao panorama nacional marca presença. Alguns dos reviews mais recentes do Fénix também se encontram por lá. É gratuita e o download pode ser feito neste link: http://www.checksound.eu/
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