Wednesday

Moongarden – Songs From The Lighthouse (2008) – Progrock

Este é já o 5º trabalho para os Italianos Moongarden, no activo desde os inícios da década de 90. Aqui sim, já estamos a falar de uma banda e não de um projecto que brota da(s) mente(s) de uma ou duas pessoas. Este disco marca o regresso de Simone Baldini Tosi, vocalista original que gravou o 1º disco. O que se pode esperar de uma banda de Progressive Rock Italiana? Bom material, isso é certo. Os Moongarden vão buscar as suas influências directamente aos conterrâneos que marcaram a década de 70, mas dão à sua música uma roupagem mais directa, formato de canção, num modelo quase Pop, pode-se dizer. Mas mantêm aquele ambiente da velha escola. O contador marca uns belos e certos 1:11:11 divididos por 10 temas que variam entre os 2:49 e os 13:00. Gostei muito e recomendo. 80% www.myspace.com/moongardenband / http://www.progrockrecords.com/
RDS

Invisigoth – Narcotica (2008) – Progrock

Nova aventura deste duo constituído por Cage e Viggo Domino. O disco anterior, “Alcoholocaust” de 2007, já me havia chamado a atenção. Este novo está na mesma linha, mas já não me parece tão bom como o anterior. Talvez seja uma pequena questão de fases minha em termos de gostos. O ambiente de duo / projecto de estúdio é bem evidente. O som é demasiado mecânico e frio para o seu próprio bem. A fusão de Progressive Rock, Metal, Symphonic, Classical, Ambient, Pop e Rock clássico, funciona por vezes, mas noutras cai redondamente. Uma certa monotonia instala-se ao fim de alguns temas. Nem mesmo a exagerada heterogenia do projecto os safa. Muito pelo contrário, funciona como ponto negativo. Apenas para fãs do género e completistas. 65% www.myspace.com/invisigothmusic / http://www.progrockrecords.com/
RDS

Ghost Circus – Across The Line (2007) – Progrock

Segundo disco para este dueto internacional formado por Chris Brown (Holanda) e Ronald Wahle (USA). Este é um disco conceptual (coisa rara no progressivo, hem?!), cuja história segue um homem desde o momento da sua morte física até ao além. Uma história de fantasmas, portanto. A música? Rock progressivo com toques AOR, Metal e de Rock clássico. Tem um som algo cru que não parece assentar bem no estilo mas, mesmo assim prefiro este tipo de som ao um mais mecânico e frio, já habitual no progressivo. No entanto, algumas oscilações no mesmo fazem o disco parecer uma manta de retalhos. 8 temas ou 15 faixas (8 delas perfazem as partes de um único tema) perfazem cerca de 70 longos minutos que se podem tornar algo monótonos. Se estiverem bem dentro do estilo, há aqui algumas ideias que vos vão agradar, no entanto, o disco é algo monótono, cliché e simplista. Apenas para fãs e completistas. 65% www.ghostcircus.com / www.progrockrecords.com
RDS

Expedition Delta – Expedition Delta (2008) – Progrock

Projecto de Srdjan Brankovic dos Serbios Alogia. Além dos músicos Serbios que acompanham Srdjan e que servem de base a este projecto, temos diversos convidados de peso como são: Gary Wehrkmap (Shadow Gallery), Andrea De Paoli (Labyrinth), Richard Andersson (Time Requiem), Erik Norlander, Joost van den Broek (After Forever), Sabine Edelsbacher (Edenbridge), Torsten Roehre (Silent Force), Santiago Dobles (Aghora), ou outros. Progressive Rock / Metal de ambiências sinfónicas e toques AOR é o que Expedition Delta nos apresenta nestes 11 temas executados em pouco mais de 51 minutos. Tem os seus pontos altos (bons riffs, melodias, ritmos, boas ideias bem concretizadas, convidados especiais, alguma heterogenia…), tem os seus pontos baixos (diversos clichés, alguma monotonia ao fim de um bocado, alguma heterogenia que pode ser boa ou má, …). Mesmo assim, muito acima da média do que se vai fazendo no género hoje em dia. Fãs de Yes, Marillion, Asia, Richard Wakeman, Joe Satriani, Ayreon, Threshold, Symphony X, Shadow Gallery, Aghora, e outros que tais, vão gostar por certo. 80% www.myspace.com/expeditiondelta / http://www.progrockrecords.com/
RDS

Saturday

Checksound #3 - Maio 2008

Já está disponível o #3 da Checksound, referente ao mês de Maio de 2008. Além das já habituais fotoreportagens, inclui também críticas aos novos trabalhos de: Riding Pânico, We Are The Damned, Ufomammut, Incrave, The Peacocks, Siena Root, Deadline, Thee Merry Widows, P.Paul Fenech, Phanatos, Dead To This World, Astrolites, The Buckshots, Nosey Joe & The Pool Kings, Destinity, Fires Of Babylon, Panchrysia, Mourning Beloveth, Soilent Green, Dornenreich, At The Soundawn, ... todos estes disponíveis anteriormente na Fénix, além de muitas outras de outros colaboradores.
O download é gratuito e pode ser feito em: http://www.checksound.eu/

Thursday

P. Paul Fenech – Skitzofenech (2008) – People Like You

O vocalista do Meteors está de volta com um novo trabalho a nome próprio. Este é já o seu 7º a solo. O estilo? Pois é sempre o mesmo! As letras, idem. Esperavam o quê de Fenech? Psychobilly bem lo-fi, sujo, demoníaco, com as habituais letras sobre feitiçaria, peculiares personagens, álcool, mulheres, etc. Toques de Surf Rock e Rockabilly tradicional também dão o seu ar de graça. Ao todo são 14 temas em pouco mais de 58 minutos. Quando abro os envelopes da People Like You fico sempre algo excitado pois já sei que vem aí material do melhor. Ao ver mais uma capa com o nome Fenech, confesso, fiquei de pé atrás. Mais um? É sempre a mesma fórmula, repetida até à exaustão! Tanto em Meteors como a solo (aqui a poder “esticar-se” um pouco mais a outros territórios). E sabem que mais? É verdade, mas isso não interessa porque, assim que se carrega no “play” do leitor, esquecemos esse pormenor. Ficamos logo agarrados. O único senão é que o disco é algo longo para o género, na minha opinião. Mais um para os fãs do senhor Fenech. 75% http://www.kingsofpsychobilly.com/ / www.myspace.com/paulfenechuk / http://www.peoplelikeyourecords.com/
RDS

Ufomammut – Idolum (2008) – SupernaturalCat

“Idolum” é o novo trabalho de estúdio para os Italianos Ufomammut. São 7 temas repartidos ao longo de 66 longos minutos. E digo longos porque isto pode tornar-se deveras massacrante para quem não tem ouvido calejado para estas andanças. Rock psicadélico, instrumental na sua maioria, apoiado em riffs e ritmos repetitivos, lentos, hipnóticos. Já estão a ver por onde anda a coisa. O estilo, já por si, é algo limitado, então quando não traz nada de apelativo que nos prenda a atenção, a audição por tornar-se algo incómoda. Neste caso, estamos a meio caminho. Começa mais ou menos com “Stigma”, embora aqui a influência Godflesh / Neurosis seja bem notória, mas depois os temas seguintes, “Stardog” e “Hellectric”, parecem deambulações esquizofrénicas de Kurt Cobain (lembram-se de temas como “Endless Nameless” e outros que tais?). Depois a coisa começa a compor-se e temas como “Ammonia” (mais ambiental e com voz feminina de Rose Kemp) ou “Nero” já estão a um nível superior. “Destroyer” traz de volta a voz, desta feita masculina. Mais pesado, mais enérgico, Neurosis encontram-se com High On Fire e Hawkwind para uma jam session. Fecha com o épico “Void … Elephantom”, um tema de 27m20s que conta com a participação de Lorenzer, dos conterrâneos e companheiros de editora Lento. Uma longa secção ambiental a meio do tema é que o leva a atingir esta duração. Sem essa secção, ficaria muito mais curto, e mais eficaz. Não é do melhor que já ouvi no género. Mas também não é do pior. Para fãs das bandas já citadas e material nas linhas psicadélicas, drone, stoner, doom. 65% http://www.ufomammut.com/ / www.myspace.com/ufomammut / http://www.supernaturalcat.com/
RDS

The Peacocks – Gimme More (The Best Of The Rest & Leftovers) (2008) – People Like You

Os Suiços Peacocks regressam em Maio de 2008 com nova edição. Não se trata de um novo de originais mas sim de um EP que inclui 7 temas que sobraram das sessões de gravação do novíssimo “Touch & Go”. A estes 15 minutos de música adicionam ainda o vídeo do tema “Gimme More” na faixa multimédia. Não traz nada de novo, é mais do mesmo, mas é mais do bom! Rockabilly entre o “midtempo” e o “uptempo” com toques Punk, Psychobilly e Grassroots é o que nos apresentam. Quem já conhece, sabe o que esperar. Uma edição direccionada apenas para os fãs “diehard” e completistas, mas que pode perfeitamente servir de introdução à banda a quem ainda não conhece. 70% http://www.thepeacocks.ch/ / http://www.peoplelikeyourecords.com/
RDS

Amebix – No Sanctuary: The Spiderleg Recordings (2008) – Alternative Tentacles

Antes de terem lançado o clássico “Arise”, em 1985, os míticos Amebix editaram algum material na Spiderleg, editora da responsabilidade de membros de Flux Of Pink Indians. “Who’s The Enemy” (EP 1982), “Winter” (Single 1983) e “No Sanctuary” (EP 1984) são os títulos em causa. Ao longo dos anos, estas gravações têm vindo a ser alvo de inúmeras edições pirata de baixa qualidade. Quase 25 anos depois, a banda conseguiu pôr as mãos nos masters, que se encontravam nos Southern Studios a apanhar mofo. Este disco é o resultado dessa recuperação e, pela primeira vez em cerca de 25 anos, temos direito a uma edição oficial destas raridades. Devidamente remasterizados por Jello Biafra e George Horn, estes temas vêm embalados no sempre bemvindo formato digipack e acompanhados por livrete com artwork original, artwork novo da autoria de John Yates, letras e texto escrito pelo vocalista / baixista Rob “The Baron” Miller. Quanto à música, o que dizer? São os Amebix! São os primórdios de uma das mais míticas bandas Anarcho-Punk / Metal. Um nome que influenciou inúmeras bandas nos cenários Punk e Metal e cuja música, mensagem e atitude ainda hoje continuam a ser válidas. Além das razões óbvias, este disco tem um sabor especial extra porque marca a reunião da banda, neste ano de 2008. Resta ainda informar os fanáticos do vinil de que há uma edição especial em LP com um 7” bónus. Aproveitem. Em CD ou LP, é uma aquisição obrigatória. 100% http://www.amebix.net/ / www.myspace.com/amebixuk / http://www.alternativetentacles.com/
RDS

Friday

Fires Of Babylon – Fires Of Babylon (2008) – Metal Heaven

Fires Of Babylon é mais um dos inúmeros super projectos que abundam o cenário metálico hoje em dia. Este inclui o vocalista Rob Rock (ex-Impellitteri, Warrior, Axel Rudi Pell, etc), o guitarrista Lou St.Paul (Winters Bane), o baixista Kelly Conlon (ex-Death, ex-Monstrosity) e o baterista Robert Falzo (Shatter Messiah, ex-Annihilator). Como eu disse, mais um entre outros. Mas passará despercebido ou irá destacar-se? Fica um pouco acima da média, é um disco de bom Heavy Metal, mas não é um título que se irá tornar num clássico. Longe disso. Este disco homónimo do projecto inclui 10 temas, em cerca de 48 minutos, de Heavy Metal com pés assentes na década de 80, em particular, na vertente US do género. A qualidade dos músicos envolvidos é inegável (a voz de Rob Rock é, só por si, metade do disco), a composição está acima da média, e conseguem criar malhas fantásticas mas, no final, não ficamos com nenhum refrão ou melodia a “tocar” na nossa cabeça. Mas não fiquem com a ideia errada! O disco é bom, muito bom, mas apenas enquanto dura pois, depois de se ouvir a última nota, não há “ecos”. São 48 minutos de bom Heavy Metal para curtir, “headbanging”, “air guitar” e “horns up” incluídos. E só de olhar para esta fantástica capa, já temos disco! Para fãs do US Heavy / Power dos 80s. 75% http://www.metalheaven.net/ / http://www.germusica.com/
RDS

Incrave – Dead End (2008) – Ulterium Records / Metal Heaven

No meu primeiro contacto com a banda, fui induzido em erro em relação à sua orientação musical. A estética e apresentação geral da banda podem confundir. Cabelo curto, camisa branca, fato e gravata. A primeira ideia que me veio à cabeça foi: Metalcore / Hardcore com orientações melódicas e/ou Emo. Depois é que peguei na nota de imprensa e descobri as andanças deste sexteto Sueco. Nomes como Morgana Lefay, Tad Morose, Nocturnal Rites ou Dream Evil são apresentados. Ainda fiquei mais confuso. Ok, agora tenho mesmo de ouvir isto. E não é que é os jovens sabem o que fazem?! A música enquadra-se perfeitamente nos territórios de acção das bandas atrás citadas. Heavy / Power da linha Europeia, de contornos melódicos, com ideias da velha escola, mas com uma orientação mais moderna. Algumas ideias de Hard Rock, AOR e até Metal Gótico, assim como alguns samplers electrónicos, dão o ar de sua graça ao todo. Não é nada de novo ou original, mas é bem tocado, contém boas ideias, riffs direccionados essencialmente para a melodia, secção rítmica competente e uma voz fenomenal. Gostei muito disto. Mais informações essenciais: este é o segundo disco, foi misturado e masterizado por Per Ryberg (Morgana Lefay, Tad Morose, Bloodbound) e a capa é da responsabilidade de Kristian Wahlin (At The Gates, Emperor, Therion). Recomendo aos amantes de um Heavy Metal mais melódico. 70% http://www.incrave.se/ / www.myspace.com/incrave / http://www.ulterium-records.com/ / http://www.metalheaven.net/ / http://www.germusica.com/
RDS

Wednesday

Concertos











Nosey Joe & The Pool Kings – Tunes From The Bighouse (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

Nosey Joe & The Pool Kings é uma banda Sueca composta por 9 elementos. A sua música, de velha escola, é uma fusão de Swing, Rhythm & Blues e algum Rock ‘N’ Roll de raiz. Este “Tunes From The Bighouse” é o seu segundo trabalho e inclui 13 temas, entre originais e versões. Não é que seja nada de muito apelativo, mas ouve-se muito bem. Se procuram algo de diferente, mais dançável, mais “limpo”, para desanuviar do material mais alternativo, esta é uma boa proposta. Se não vão muito à bola com esta linha Swing, então afastem-se rapidamente. De outro modo, dêem uma oportunidade. 60% www.myspace.com/noseyjoe / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
RDS

Astrolites – Hard Luck (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

“Hard Luck” é o disco de estreia para o trio Sueco Astrolites.12 temas originais e uma versão de “Prison Bound” dos Social Distortion, a fechar o disco, fazem a festa. Cerca de 36 minutos são marcados no cronómetro. Fusão Rockabilly, Punk, Surf, Swing e Be-Bop, a música do trio é apelidada, pelos mesmos, de Hi-Speed Rockabilly. Também não é assim tão rápido quanto isso, mas tem energia, força e velocidade quanto baste. Temas curtos, directos, sem muitos rodeios, são oferecidos pela banda. Gostei muito do que ouvi. Poder, energia, adrenalina, feeling, groove e muita diversão são garantidos. Ideal para fãs de um Rockabilly mais mexido e mais modernaço mas que não gosta dos excessos do Psychobilly. Este fica a meio caminho dos dois estilos. 85% http://www.astrolites.com/ / www.myspace.com/astrolitesband / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
RDS

The Buckshots – 3 Jacks High (2008) – Heptown Records / Evil Bitch 666

The Buckshots é um trio Sueco e este é o seu terceiro trabalho de originais. São pouco mais de 39 minutos de Rockabilly da velha escola, toques Swing, bem forte, dançante, cheio de groove e feeling. Tem certos ares 50s mas um toque mais moderno na produção deixou o som mais forte e cheio do que o habitual lo-fi do género. 14 temas fazem as delícias dos amantes do género. Nada de novo, nada de original. “Apenas” Rockabilly de raiz tocado por gente que sabe o que faz e que, pelo que se ouve, se diverte muito com isso. E isso já é muito bom. É bom, mas é apenas para os fanáticos. 70% http://www.thebuckshots.net/ / http://www.heptownrecords.com/ / www.myspace.com/heptwonrecords / http://www.evilbitch666.com/ / www.myspace.com/evil_bitch_666
RDS

Monday

Dornenreich – In Luft Geritzt (2008) – Prophecy

Eviga, responsável pelo projecto Austríaco Dornenreich, está de volta com um novo trabalho. Desta feita faz-se acompanhar por Inve. Esta nova proposta intitula-se “In Luft Geritzt” e direcciona a sonoridade da banda para territórios mais Folk do que o anterior “Durch Den Traum” de 2006. Folk, Dark Folk, Ambient e Neoclassical são alguns dos termos para categorizar estes 10 temas (pouco mais de 44 minutos). Negra, melancólica, intensa, sentida, é assim a música de Dornenreich. Eviga encarrega-se da voz (quase sempre num tom sussurrado), da guitarra acústica e das percussões, enquanto que Inve encarrega-se do violino. Gostei do anterior, mas este chama-me mais a atenção, talvez por ser mais orgânico, mais visceral, mais sentido. Gostei muito e recomendo a fãs de Dark Folk, Pagan Folk, música acústica e world music em geral. Atenção à já habitual (na Prophecy) edição especial dupla. 85% http://www.dornenreich.com/ / http://www.prophecyproductions.de/
RDS

Sunday

Concertos

Mourning Beloveth – A Disease For The Ages (2008) – Grau

Os Irlandeses Mourning Beloveth estão de volta com o seu quarto trabalho. Este é composto por 5 temas que são executados ao longo de 56 minutos. Doom / Death arrastado, depressivo, pesado, intenso, com uma melodia cativante e um certo toque épico é o que nos apresentam. A dualidade voz gutural / limpa (num tom épico) é outro dos atractivos. Como a própria nota de imprensa refere, aqui não há vozes femininas ou teclados, apenas puro Doom da velha escola. Salvo raras excepções, ultimamente não tenho ouvido álbuns na linha Doom que me chamassem verdadeiramente a atenção. Este novo opus dos Mourning Beloveth é, na minha modesta opinião, uma obra-prima. Fãs dos inícios de bandas como Anathema, My Dying Bride e até Paradise Lost; bandas numa linha mais tradicional Heavy / Doom como Witchfinder General e Candlemass; ou ainda nomes mais recentes como Primordial ou os “nossos” Desire, vão apreciar esta negra obra de arte. Aconselho vivamente aos maníacos do género. 90% http://www.mourningbeloveth.com/ / www.myspace.com/mourningbeloveth / http://www.grau.cd/
RDS