Tuesday

Contrastate – A Live Coal Under The Ashes (1992 / 2008) – Tesco Organization

Os Contrastarte formaram-se em 1987 e separaram-se em 2000. Este é um dos seus discos mais aclamados, “A Live Coal Under The Ashes”. Foi originalmente editado em 1992 através da Tesco, e, por se encontrar indisponível há alguns anos, a editora disponibiliza novamente esta pérola do Dark Ambient / Ritual com os temas devidamente remasterizados e uma faixa bónus (gravada também em 1992 mas nunca antes editada). O disco foi inspirado pelos eventos que deram lugar às mudanças na Europa Central e do Leste em 1989. A partir deste disco, a banda passou a focar a sua atenção em assuntos políticos contemporâneos. Drones, percussões, ambientes negros e místicos, narrações ritualistas, tudo isto faz parte do universo Contrastarte. Para fãs de Industrial, Ritual e Drone. 75% http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany / http://radiantslab.com/Contrastate / www.myspace.com/srmeixner
RDS

Der Blutharsch – When All Else Fails! (2001 / 2008) – WKN / Tesco

“When All Else Fails!”, o disco de estúdio de 2001 dos Der Blutharsch, volta a estar disponível numa reedição em formato digipack. 13 temas do habitual Neo-Folk / Martial compõem esta rodela cinzenta. Como habitual também nos Der Blutharsch, os temas não têm título. Participações de Geoffroy D. (Derniere Volonte), Jürgen Weber (Novy Svet), Lina Baby Doll (Deutsch Nepal / Janitor), Martynna e Maya C-Mc-C dão outro colorido à música da banda Austríaca. Apesar do digipack estar fabuloso em termos estéticos, com direito a logótipo em relevo, é pena não termos direito a mais material como textos, fotografias e outras informações. Outro ponto que poderia aumentar o interesse nesta edição seria a adição de temas extra, o que não acontece. De qualquer modo, para quem não tem ainda este disco, uma boa oportunidade de o adquirir. 80% http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany
RDS

6Comm & Freya Aswynn – The Fruits Of Yggdrasil (1987 / 2008) – HauRuck / Tesco

Este disco foi originalmente editado em 1987 e, após 21 anos, tem direito a reedição de luxo em CD. No belíssimo digipack encontramos o artwork original, assim como textos, fotografias e letras de todas as faixas. “The Fruits Of Yggdrasil” foi uma colaboração entre 6comm e a auto-proclamada ocultista Nórdica, Freya Aswynn. Musicalmente, 6comm trabalha nos terrenos do Industrial, experimental e electrónica. Quanto a Freya Aswynn, o seu passado musical inclui participações com os Current 93. Neste disco encontramos 9 faixas obscuras e depressivas de Ritual / Neo-Folk / Industrial, cortesia de 6comm, acompanhadas por “spoken words” de Aswynn com temáticas apoiadas na mitologia Nórdica. Não me agradou particularmente mas, mesmo assim, tem alguns pontos de interesse e poderá ser uma boa aposta para quem gosta de sonoridades industriais / ritual e temáticas rituais e pagãs. 70% http://www.hauruck.org/ / http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany / www.hagshadow.net/6comm / www.myspace.com/6comm66 / http://www.runemaker.com/ / http://www.aswynn.co.uk/
RDS

Monday

Zero Tolerance Magazine #24

Já está disponível o novo número da revista Britânica Zero Tolerance. Este número 24 inclui nomes como Krisiun (capa), Soulfly, Violator, Melvins, Aborted, Cult Of Luna, The Gates Of Slumber, Grave, Moonsorrow, Cryptopsy, etc. Além das entrevistas, críticas a discos e habituais rúbricas, temos ainda direito a um CD com 16 bandas / temas do mais extremo que se vai fazendo por esse mundo fora. São 130 páginas repletas de material extremo e um CD por apenas £3.30.

Festivais Underground em Setembro




Dengue Fever – Venus On Earth (2008) – M80 / Real World Records

Os Dengue Fever são, segundo eles mesmo se apresentam, a primeira banda de Psychedelic Rock do Cambodja. São do Cambodja mas estão radicados nos Estados Unidos. “Venus On Earth” é o seu mais recente trabalho, já o terceiro, e inclui 11 temas de estúdio mais um “live session” como bónus. A fusão de rock psicadélico dos 60s com as já esperadas, e mais que bem-vindas, influências de música tradicional agradam, e muito. A estes aliam-se ainda toques de lounge, surf, jazz, entre outras especiarias que apimentam ainda mais a coisa. Além da vertente “world music”, também a voz principal feminina adiciona um sabor exótico que me atrai imenso. Gostei muito do que ouvi nestes 47 minutos, os quais recomendo a ouvintes de psychedelia, world music, Pop alternativa, mentes abertas o suficiente para apreciar esta pérola e até, porque não, pessoal do Progressivo. 85% www.denguefevermusic.com / www.myspace.com/denguefevermusic / www.realworldrecords.com/denguefever
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Sunday

Trancelike Void – Destroying Something Beautiful (2008) – De Tenebrarum Principio / ATMF

O disco é composto por 3 temas de Black Metal lo-fi, arrastado, depressivo. Um prelúdio, um epílogo e dois interlúdios, todos na linha ambiental, ajudam a perfazer 41 minutos e 21 segundos de duração. A música dos Trancelike Void é, já por si, sofrível, e o som lo-fi da gravação não ajuda mesmo nada. Repetitivo, monótono, sem motivo de interesse. Dispenso. 5% http://www.detenebrarumprincipio.eu/ / http://www.atmf.net/
RDS

Empty – The Last Breath Of Thy Mortal Despair (2008) – De Tenebrarum Principio / ATMF

Novo trabalho para os Espanhóis Empty, no activo desde 1995. Lembro-me de uma vez ter ouvido uma maquete (“Eternal Cycle Of Decay”, 2000) que me chegou às mãos e de ter gostado da banda. Este é já o segundo disco deste Black-Metallers, editado originalmente em 2005 e agora reeditado pela De Tenebrarum Principio, editora irmã da ATMF. E que disco que aqui temos! Rápido, agressivo, brutal, negro. É assim o som destes Empty. Passagens ambientais, frias e sinistras dão uma dimensão inumana a este “Tbe Last Breath Of Thy Mortal Despair”. Embora não seja a minha sonoridade de eleição para o dia-a-dia, gostei do que ouvi. 75% http://www.emptyhorder.com/ / http://www.detenebrarumprincipio.eu/ / http://www.atmf.net/
RDS

Melencolia Estatica – Letum (2008) – ATMF

O que esperar da ATMF (Aeternitas Tenebrarum Musica Foundation)? Black metal do mais puro, cru, duro, agressivo, negro, sombrio. E é isto mesmo que ouvimos em “Letum”, o segundo disco dos Melencolia Estatica. “Letum” é a designação para uma criatura do submundo da mitologia romana, cujo nome significa “morte”. Este é um disco conceptual que descreve uma experiência de quase-morte na fronteira entre a vida e o além. Black Metal sombrio e frio, com toques ambientais e sinfónicos é o que nos oferecem nestes 5 temas, que não ultrapassam os 38 minutos de duração. Na minha modesta opinião, não é nada do outro mundo, mas tem os seus pontos de interesse. Talvez uma pessoa mais versada no subgénero poderá encontrar aquele “je ne sais quoi” que eu não encontrei, e que poderá pôr os Melencolia Estatica acima dos seus pares. Apenas para fãs do Black Metal mais extremo. 70% http://www.atmf.net/
RDS

Stonefuze – Stonefuze (2008) – CM Sweden / Rivel Records

Desde 1989 até hoje, estes Suecos Stonefuze passaram por diversas mudanças a nível de denominação (Cornerstone, Cornerstone SWE, Stonefuze) e de sonoridade (desde os inícios Southern Rock com algum material acústico, passando por um Blues Rock, até ao som Heavy / Hard Rock de hoje em dia). Este é o primeiro disco sob esta denominação Stonefuze e o mais pesado da banda. Hard Rock com tomates, pesadão, duro, com muita melodia, atitude e alma é o que podemos ouvir nestes 11 temas (40 minutos de duração). As influências do seu passado notam-se muito bem, desde o Southern ao Blues Rock, passando pelo Heavy Rock dos 70s. Há até alguns toques de Heavy / Doom clássico que me agradam muito. Gostei muito do que ouvi. Para fãs de AC/DC, Thin Lizzy, Black Sabbath, Deep Purple, Saxon, Rose Tattoo, Tygers Of Pan Tang, Trouble, Candlemass, Witchfinder General, Saint Vitus, Iron Maiden (inícios), Judas Priest (inícios), Godsmack, etc. 85% http://www.stonefuze.com/ / www.myspace.com/stonefuze / http://www.cmsweden.com/ / http://www.rivelrecords.com/ / http://www.germusica.com/
RDS

ReinXeed – The Light (2008) – CM Sweden / Rivel Records

Disco de estreia para este projecto do Sueco Tommy Johansson. Mais uma banda de Power Metal criada por um mestre da guitarra que toca desde os 9 anos de idade. Quando leio este tipo de coisas nas notas de imprensa fico logo de pé atrás. Quase nunca resultam estes projectos. Os tipos tocam muito bem e tal mas, a alma na música que criam é quase inexistente. É tudo muito mecânico. E depois são todos multi-instrumentistas e gravam quase todos os instrumentos, cantam e produzem o disco. É este o caso? Sim. Todo o discurso anterior se aplica. Power Metal ultra-melódico, ultra-rápido, com toques sinfónicos, muito bem tocado, com muitos pormenores e intrincadas composições, mas com pouco sumo, é isto o que ReinXeed apresenta em “The Light”. E para saturara ainda mais, um teor lírico conceptual, de teor cristão, sobre o mal e o bem. Não é que isto seja mau de todo (a voz é sofrível, isso sim) mas, com tantas propostas semelhantes bem melhores, para que mais uma de baixo nível (não em termos instrumentais, já o referi, mas a nível de “alma” e/ou originalidade)? 50% http://www.reinxeed.tk/ / www.myspace.com/reinxeednorth / http://www.cmsweden.com/ / http://www.rivelrecords.com/ / http://www.germusica.com/
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Divinefire – Farewell (2008) – CM Sweden / Rivel Records

Este é já o 4º trabalho dos Suecos Divinefire. Infelizmente, e como o título do álbum indica, este é o último disco da banda. Como se costuma dizer, quando um cisne está a morrer, o seu último canto é o mais belo. Pois, este é o “canto do cisne” dos Divinefire. O mais épico, o mais sinfónico, o mais pesado, o mais rápido, o mais groovy, o mais melódico, o aprimorar da fórmula e, portanto, o melhor dos 4 discos. O único senão, pelo menos para mim, é a constante e abusiva vertente cristã no conteúdo lírico. Mas se alguém tem problemas com isso, apenas lhe posso recomendar o seguinte (que foi o que eu fiz): concentrem-se apenas na parte instrumental e já têm material mais que satisfatório para vos ocupar os sentidos. Para quem não conhece ainda (“shame on you”) os Divinefire tocam um Metal sinfónico bem épico, algures entre o Power Metal mais melódico e o Metal mais extremo. Recomendo a fãs de Therion, Symphony X, Narnia, Yngwie Malmsteen, Haggard, Nightwish, At Vance, e outros que tais. 85% http://www.divinefire.net/ / http://www.cmsweden.com/ / http://www.rivelrecords.com/ / http://www.germusica.com/
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Saturday

Austrian Death Machine – Total Brutal (2008) – Metal Blade Records

Austrian Death Machine é um projecto solo de Tim Lambesis dos As I Lay Dying. O disco “Total Brutal” é exclusivamente “dedicado” a Arnold Schwarzenegger e aos seus filmes. Sempre com muito humor, por vezes até a rondar o ridículo (humor tipicamente Norte-Americano diria eu), ao longo de pouco mais de 38 minutos vão desfilando temas como “Get To The Choppa”, “I Am A Cybernetic Organism, Living Tissue Over (Metal) Endoskeleton” ou “Screw You (Benny)”. A interligar os temas temos várias passagens faladas pelo próprio Arnold (a voz é mesmo parecida!). Supostamente o vocalista da banda é o sr.universo/actor/governador. O som? Thrash Metal da velha escola com toques Crossover / Hardcore e algumas influências mais modernas. Tim Lambesis compôs, produziu e gravou quase tudo no disco, à excepção de alguns solos gravados por amigos. A música é brutalíssima, Thrash / Crossover do melhor, linha Exodus, Nuclear Assault, SOD, DRI e até nomes mais recentes como os próprios As I Lay Dying. A nível lírico, a coisa até tem graça por momentos, mas depois esgota-se e acaba por retirar algum valor à parte musical. A capa, desenhada por Ed Repka (Megadeth, Death, Nuclear Assault, Atheist, etc), reflecte bem essa componente velha guarda, típica dos discos do estilo nos 90s. Um disco deste levado mais a sério teria um lugar cimeiro no actual cenário metálico e, principalmente, neste presente reviver do Thrash old school. Uma mera curiosidade, talvez, mas que vale a pena experimentar. 70% http://www.metalblade.de/
RDS

Wednesday

V/A - "Círculo de Fogo #5 Convergências" - Disponível online para download gratuito

V/A - "CÍRCULO DE FOGO #5 CONVERGÊNCIAS"

download + info @ http://www.circulodefogo.com/
[metal rock punk hardcore gothic prog]

Visitem http://www.circulodefogo.com/ e façam o download (gratuito & autorizado) da e-compilação "CÍRCULO DE FOGO #5 CONVERGÊNCIAS".
Contém 18 bandas portuguesas, direccionadas para as várias tribos do metal, do rock, do punk, do hardcore, do gótico e do progressivo: Banshee And Something Else We Can't Remember, Casablanca, Concealment, Damien's Trail Of Blood, Dead Meat, Dinosaur, Epping Forest, Gargula, Heavenly Bride, If Lucy Fell, Last Hope, MaNtRa Projekt, Project Creation, Qwentin, Rolls Rockers, Secrecy, The Godiva, X-Cons.

01. CASABLANCA - "The perfect meal"
02. X-CONS - "Far away"
03. QWENTIN - "Casualty friday"
04. MANTRA PROJEKT - "Jaya Shiva Shankara Bhôm"
05. LAST HOPE - "Estás acabado!"
06. IF LUCY FELL - "Lady Sam" [EDIT VERSION]
07. SECRECY - "Another dimension" [UNRELEASED]
08. HEAVENLY BRIDE - "Wonder"
09. PROJECT CREATION - "Flying thoughts"
10. BANSHEE AND SOMETHING ELSE WE CAN'T REMEMBER - "This place is a zoo"
11. ROLLS ROCKERS - "Bitch"
12. GARGULA - "V12"
13. DINOSAUR - "Life is for the living"
14. DAMIEN'S TRAIL OF BLOOD - "Fake times"
15. CONCEALMENT - "Resonance"
16. THE GODIVA - "Spiral"
17. EPPING FOREST - "Sphinx's riddle"
18. DEAD MEAT - "Smell over the rotten pussy"

Download em:

http://www.circulodefogo.com/

Checksound #5 - Julho 2008

O número #5 da revista online Checksound, respeitante ao mês de Julho de 2008, já está disponível. Como habitual, algumas das críticas apresentadas no Fénix podem ser lá encontradas, além de muito outro material de interesse. O download do pdf é no mesmo local de sempre: http://www.checksound.eu/

The Battalion – Stronghold Of Men (2008) – Dark Essence / Karisma

The Battalion é uma nova banda Norueguesa que inclui ex-elementos de bandas como Old Funeral, Taake, Borknagar, Grimfist, Bombers, etc. Depois de um 7” eis que surge o disco de estreia através da Dark Essence. 36 minutos e meio de Black / Death / Thrash bem old-school é o que nos apresentam nestes 11 temas. Ruidoso, cru, sujo, agressivo, sem regras. É assim o som deste Battalion. Nomes como Iron Maiden, Motörhead, Venom, Possessed, Celtic Frost, Discharge, Amebix, GBH, Sodom, Kreator (inícios), Sepultura (inícios), Destruction, Nuclear Assault, e outros que tais, não são estranhos a estes senhores. Gostei do som, gostei da atitude, gostei da alma (bem negra., como se quer!). Muito bom! Recomendado a fãs do Thrash / Death da velha escola. Realce ainda para uma participação especial de Abbath dos Immortal. 85% www.myspace.com/thebatallion666 / http://www.karismarecords.no/ / http://www.darkessencerecords.no/
RDS

Helheim – Kaoskult (2008) – Dark Essence / Karisma

“Kaoskult” é o novo trabalho de estúdio dos Helheim, veteranos do Viking Metal Norueguês. Ao todo são 41 minutos divididos em 9 novos temas. O estilo é o mesmo de sempre, portanto, mais Viking Metal do mais alto nível, mas neste “Kaoskult” estão muito mais épicos e sinfónicos do que antes. Além desta vertente épica mais acentuada, os Helheim introduzem na sua música alguns momentos progressivos e experimentais, factor que aumenta o interesse em “Kaoskult”. Este trabalho marca o regresso do teclista Lindheim à banda, assim como o regresso às letras na língua mãe (apenas duas faixas são vocalizadas em inglês). Outros pontos de interesse são as participações especiais dos vocalistas Marius Lynghjem (Corvine), Royce (HellHikers) e Bjornar Nilsen (Vulture Industries, também produtor deste disco). Recomendo vivamente a fãs da banda, de Viking Metal e das últimas propostas mais Avantgarde vindas da Noruega. 80% http://www.helheim.com/ / www.myspace.com/helheimnorway / http://www.karismarecords.no/ / http://www.darkessencerecords.no/
RDS

Tuesday

Concertos




The Rotted - Interview

1 – New record, new band name. Why did you decided to change the name from Gorerotted to The Rotted?
It’s basically due to a combination of things that have made it clear to us that we’re not Gorerotted anymore. There’s only Tim and me left from the first album now, our sound has expanded hugely, the gore lyrics have gone and it just feels like we’ve done everything we wanted to with Gorerotted. Starting again as The Rotted has given us all a new enthusiasm and a new sense of freedom, and any limitations Gorerotted had put on us have gone. We’ve laid our old band to rest in a respectful manner, and we’ll always be proud of the things we did in those days, but now we’re looking to the future.

2 – Are you satisfied with this new album “Get Dead Or Die Trying”, the songs, the recording process, production, final product?
Yes, very, when we were in the rehearsal studio at the beginning of the year the songs just took on this whole new life. I don’t think any band should release an album that they’re not totally satisfied with and that doesn’t feel completely relevant to them. We’re all 100% behind this album and everything that went into it

3 – In the recording process you worked with producer Russ Russell and James Dunkley. How did you ended up working with them? Are you satisfied with their work?
We found a video documentary about Russ on the internet when we were looking for producers, and after watching him talk about his work and after seeing how much enthusiasm and skill he has, we knew we wanted to work with him. We wanted a crisp and clear production, but we didn’t want a robotic, lifeless production like a lot stuff we hear these days, when everything’s been totally processed. This sounds like a band playing, it’s a very organic record, very intense, and very aggressive. But it’s also very catchy and musical too.

4 – Right now, your music is a blend of several styles, Punk, Crust, Thrash, Death, Grind, Black and even some Classic Rock and Heavy Doom. Which bands do you listen to and influence you to write music for The Rotted? And books? And movies?
There’s no specific bands that we’ve taken ideas from, it’s not been a case of hearing someone doing something that we like and then trying to incorporate it into our work, but more the fact that the styles we’re all into is obviously going to have shaped the way we write, so our music’s basically a mix of extreme metal, punk and rock, or any decent guitar-based music, like you said. I don’t feel anyone should surpress anything when writing, I think all of your personality should go into your music, and if you’re into a range of styles, you shouldn’t discount certain ideas just to fit into a specific genre or to appeal to a specific group of people. Write from the heart and write what you believe in and your music will come out interesting and passion filled.

5 – “Get Dead Or Die Trying” is a funny title (and so are some of the song titles). What does it means? What kind of subjects influenced you to write the lyrics for this record?
It’s basically the idea that in order to live a fulfilling life on this earth, we sometimes do things that are bad for our mental and physical wellbeing. It’s something we’re all guilty of, it’s kind of like the whole ‘killing yourself to live’ idea. It sums up the ideas behind pretty much every song on the record. Lots of things that have actually happened to me have influenced what I write, it makes much more sense that I tell of the horrors of reality than of made up horror and violence. Speaking of things I’ve experienced first hand means I can offer a more genuine and intense performance than if I were to simply sing about made up subjects I have no real experience of.

6 – The cover artwork by Mick Kenney is awesome. I don’t know why but it reminds me of 77 Punk style and, mainly, Sex Pistols. What does it mean? Is it connected somehow with the lyrics?
It’s based on the lyrics to the song Get Dead Or Die Trying, it’s about being out on the street, alone, broke, desperate and just not wanting to be a part of the society that walks on by, but instead drinking yourself to death and taking the easy way out. The British flag is there because we have a very British sound, and we’re paying homage to the incredible metal and punk bands that were spawned on our tiny island. My lyrics are about life here in London, so it fits with us perfectly

7 – Do you have a tour prepared to promote the record?
We have some summer festivals like Wacken and Summer Breeze, but right now we’re working on a full European tour. We want to take this album to as many people as possible and we’re all very focused on just getting back on the road right now.

8 – You have now some space for a final message.
I’d like to say thank you to everyone who’s supported us over the years, especially those who can see what we have done as being a positive thing. I hope everyone new to the band will get a chance to see us live and have as good a time as we always do. We’ve only been to Portugal once but we’d love to come back and party with you guys again.

Questions: RDS
Answers: Ben McCrow, Vocals

www.myspace.com/therotted / www.myspace.com/gorerottedmetal / www.myspace.com/mbpreview / http://www.metalblade.de/ / www.myspace.com/metalbladeeurope