
Monday
Toxic Holocaust – An Overdose Of Death… (2008) – Relapse
Esta é uma one-man-band da responsabilidade de Joel Grind. O novo trabalho “An Overdose Of Death…” é o primeiro através da Relapse e contém 13 temas em pouco mais de 36 minutos e meio. A base do som Toxic Holocaust é o Thrash Metal dos 80s, mas descortinam-se por aqui elementos Punk / Core / Crust que lhe dão um ar mais cru e sujo. A isto alia-se ainda uma roupagem Rock ‘N’ Roll mais descontraída. Algures entre Motörhead e Venom, Slayer (inícios) e Discharge, Celtic Frost (inícios) e Exploited, Bathory e D.R.I. As influências são mais que notórias e assentam exclusivamente na velha escola. Apesar de não ser nada de transcendental, gostei do que ouvi e está a dar-me um gozo enorme “voltar atrás no tempo”. A salientar a produção crua e suja a fazer lembrar as produções de antanho, cortesia de Jack Endino (Nirvana, Soundgarden, Zeke, High On Fire, Dwarves). Para os amantes do som retro Metal / Thrash / Black / Punk / Crust dos 80s. 75% http://www.toxicthrashmetal.com/ / www.myspace.com/toxicholocaust / http://www.relapse.com/
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Toxic Holocaust - Wild Dogs
Labels:
80s Heavy Metal,
Black Metal,
CD,
Crossover,
Punk 'N' Roll,
Rock 'N' Roll,
Thrash Metal,
Thrashcore,
Video
Hero Destroyed – Hero Destroyed (2008) – Relapse
Das cinzas dos Norte-Americanos Commit Suicide surgem os Hero Destroyed. Estes iniciam o seu ataque com um EP homónimo através da Relapse. São apenas 7 temas em pouco mais de 22 minutos. E digo apenas porque soube a pouco! O som da banda encontra-se algures entre o Metal / Sludge / Crust mais sujo, pesado e agressivo e o Hardcore / Noisecore de tendências técnicas. Gostei deste balanço entre a vertente crua e suja Sludge / Crust e a vertente mais técnica de linhagem Math / Tech. Riffs bem sujos e rasgados, voz arranhada e grave (algures entre Crowbar e Pro-Pain), secção rítmica demolidora. Falta apenas uma coisa, a meu ver, que é alguns ritmos mais rápidos onda D-Beat / Hardcore. A coisa assim ficava mais brutal. De qualquer modo, esta “amostra” promete! Aguarda-se com expectativa a estreia de longa duração. Para fãs de Crowbar, Pro-Pain, Soilent Green, Melvins, Converge, Burst, Burnt By The Sun, The Dillinger Escape Plan ou Mastodon. 70% http://www.relapse.com/
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Agenda Of Swine – Waves Of Human Suffering (2008) – Relapse
Incluindo no seu line-up elementos de bandas como Benumb (Pete Ponitkoff, vocalista), Vulgar Pigeon (Jeff Lenormand na guitarra, John Gotelli na bateria) ou Alter Ego (Jason Benham, guitarra), estes Agenda Of Swine (completa-se a banda com Emad Jaghab no baixo) apresentam-nos o seu disco de estreia “Waves Of Human Suffering”. São cerca de 35 minutos divididos por 13 temas de fusão Grindcore, Crust e Crossover (inícios dos 90s). Alternando entre o material mais rápido e o mais lento e groovy, entre o material de orientação mais metaleira e o de linhagem Punk / Crust, os Agenda Of Swine conseguem manter o ouvinte atento do início ao fim. O som está suficientemente nítido e poderoso mas mantém a crueza necessária ao género. Para quem gosta do seu Grindcore mais old-school com a mistura certa de elementos Punk e Thrashcore. Para fãs de Napalm Death, Brutal Truth, Benediction, D.R.I., Cryptic Slaughter, Adrenalin O.D., Nausea, Die Kreuzen ou Benumb. 80% www.myspace.com/agendaofswine / http://www.relapse.com/
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Friday
The Adicts – Songs Of Praise (25th Anniversary) (2008) – People Like You
Começaram em 1975 como Afterbirth & The Pinz mas pouco tempo depois mudaram o nome para The Adicts. É a única banda Punk, ainda no activo, que se conseguiu manter sempre com a formação original. Em 2008, além da reedição da clássica estreia “Songs Of Praise” na sua forma original, estes ainda foram para estúdio regravar todos os temas do mesmo. Há 3 edições portanto: gravação original de 1981, regravação de 2008 e edição especial tripla com as duas gravações e um DVD bónus. O que dizer de um clássico como é “Songs Of Praise”? É sempre difícil falar de um disco destes e da sua relevância na época da edição, assim como actualmente. Quem conhece, já sabe, palavras para quê? Quem não conhece, bem, “shame on you”! Já é altura. Há uma pequena discrepância entre o subtítulo e o ano de edição pois 1981 + 25 = 2006, e isto tem lançamento em 2008. Atrasos na edição do mesmo? Talvez. Seja como for, não interessa, já está na rua e devemos estar gratos por isso! O promocional que tenho em mãos contém a regravação. Não muda muito ao que já se conhece, sendo apenas uma revisão com mais mestria instrumental (muitos anos de experiência em cima) realizada com novas tecnologias digitais (em contraste com a analógica de antanho). Mas a original é sempre a original, nenhuma versão actual a pode suplantar, dizem vocês. O espírito muda muito? Pergunto eu. Nada! Parece o mesmo disco! Após estes anos todos a garra, vontade, adrenalina e força ainda estão lá. Soa fresco, novo, válido. Recomenda-se, tanto na forma original como a regravação. E se puderem agarrar a edição especial, não percam a oportunidade! 90% http://www.adicts.us/ / www.myspace.com/adicts / http://www.peoplelikeyourecords.com/
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Monday
Paganini – Medicine Man (2008) – PaZouZou / GerMusica
Marco Paganini já foi vocalista dos Britânicos Tygers Of Pan Tang e dos Alemães Viva. Depois de deixar os Viva, embarcou numa carreira solo, na qual já trabalhou com diversas nomes da cena Hard Rock. Hard Rock melódico de influências Glam e Blues Rock é o que ouvimos nos 11 temas de “Medicine Man”. Nada de original por aqui, soa até datado. Parece que ainda há pessoal que ficou agarrado aos 80s. Não que isso seja mau mas, uma modernização do som não fazia nada mal ao senhor Paganini. A voz faz-me lembrar uma fusão entre Alice Cooper, Tom Keifer (Cinderella) e Jesper Binzer (D.A.D.). Isto já foi feito nos 80s. Para efeitos de saudosismo, eu prefiro ouvir os originais. Para trintões fãs de Alice Cooper (fase Trash / Hey Stoopid), D.A.D., Cinderella, Ramones, Guns ‘N’ Roses, Poison, Quiet Riot ou White Lion, por exemplo, e que viveram a era Glam Rock. 50% http://www.paganini.ch/ / http://www.germusica.com/
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Charing Cross – We Are… Charing Cross (2008) – Metal Heaven
Apesar de terem tido uma breve existência nos 80s e, após isso, uma reformulação em 1993, só em 2008 é que estes Suíços vêem a sua estreia em disco. Produzido pela própria banda, este “We Are… Chring Cross” inclui 12 temas de Hard ‘N’ Heavy com muito Groove, forte, melódico e com boa onda. Infelizmente, o que nos oferecem não é muito original e já foi feito inúmeras vezes por outras bandas. E com resultados bem mais positivos. Mas não me interpretem mal, o que aqui está é bom, mas não atinge a meta do genial. Nem de longe. Alternam entre os temas de Hard Rock mais melódicos e groovy e os temas mais rápidos de Heavy Metal (com algumas tendências Power). Como não podia deixar de ser, a famigerada “power ballad” também marca presença. Pretty Maids, Stratovarius, Europe, Victory, Ratt ou Edguy são nomes a ter em conta quando se fala dos Charing Cross. Ouve-se bem mas acaba por se esgotar rapidamente. Para os completistas e fãs “diehard” do género. 65% http://www.charing-cross.ch/ / http://www.metalheaven.net/
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Dreamtide – Dream And Deliver (2008) – AOR Heaven
Este é já o terceiro disco dos Germânicos Dreamtide e o primeiro para a AOR Heaven. A banda inclui músicos que tocam ou tocaram com Fair Warning, Scorpions ou Uli John Roth. Hard Rock melódico de tendências AOR é o que nos oferecem nestes 14 temas (são 70 longos minutos de música). Excelentes músicos, uma voz fantástica, melodias cativantes, refrões cantaroláveis, tudo faz as delícias do amante deste tipo de sonoridade. Os Dreamtide apostam naquele típico formato de canção que já fazia falta. Hoje em dia todos querem demonstrar uma técnica instrumental exacerbada, com aquelas tendências progressivas, e acabam por se esquecer do mais importante: a canção em si. Gostei do que ouvi mas, como já disse, o álbum é muito longo e peca por isso mesmo. Os “velhinhos” 40 minutos servem o seu propósito. É mesmo necessário encher o CD ao máximo? Então incluam alguns extras em formato multimédia, se a intenção é agradar o consumidor (leia-se: os desgraçados dos fãs que pagam balúrdios por um CD em detrimento de o “baixar” da net). São muitos temas que acabam por saturar e, principalmente, porque a maior parte dos temas alinha na power ballad melosa. Queremos mais “rockers” e menos “ballads”! Para fãs de Scorpions, Whitesnake, Europe, Pretty Maids, Survivor ou Helloween (na sua faceta mais Hard Rock). 65% http://www.dreamtide.de/ / http://www.aorheaven.com/
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Fuck The Facts – Disgorge Mexico (2008) – Relapse
Novo trabalho para os canadianos Fuck The Facts. Estes inserem-se num conjunto de bandas da nova cena extrema que faz a fusão de estilos como Grindcore, Crust, Hardcore, Sludge, e tudo o mais que vier à rede. Vale tudo para criar um som extremo mas original (ou com intenções disso). Isto pode ser bom ou pode ser mau. Pode resultar ou não. Depende sempre da banda em questão, da sua motivação, das suas capacidades musicais, da percentagem de cada estilo adicionada à mistura, entre outros factores. E os Fuck The Facts? Não são propriamente novatos, mas também não são veteranos. Não conheço muito bem o corpo da sua obra mas, pelo que ouço neste novo “Disgorge Mexico”, as variáveis acima referidas verificam-se pela positiva. Há capacidades instrumentais, boas ideias bem encaixadas, atitude, espírito. Alternando entre o Grind mais desenfreado, o groove de orientação Sludge / Crust ou passagens mais experimentais, a música dos FTF é tudo menos monótona. Não é das minhas favoritas nesta linha mas é uma boa opção em detrimento de inúmeras bandas com uma tendência mais Metalcore / Deathcore. Estes fogem mais para o lado Grind / Gore / Experimental. Para fãs de nomes como Brutal Truth, Nasum, Misery Index, Converge, Botch, Job For A Cowboy, Gorerotted, The Black Dahlia Murder, The Red Chord, Tragedy ou Integrity. 75% www.myspace.com/fuckthefacts / http://www.relapse.com/ / www.myspace.com/relapserecordseurope
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Wednesday
Deadly Sins – Selling Our Weaknesses (2008) – People Like You
Deadly Sins é mais uma banda saída da cena Punk Rock de Boston e inclui músicos que já fizeram parte, ou colaboraram, em bandas como Dropkick Murphys, Roger Miret & The Disasters, Crash And Burn ou Reach The Sky. O álbum de estreia através de PLY inclui 12 temas de Punk Rock com toques de Hardcore melódico e Streetpunk. A voz feminina não me agrada muito. Não me interpretem mal, pois não tenho nada contra raparigas a liderar bandas, muito pelo contrário mas, salvo raras excepções, não me agrada o tom de voz de uma mulher no Punk e/ou no Hardcore. Além disso, em termos musicais, os Deadly Sins enveredam por um estilo mais Pop-ish e meloso que não me agrada particularmente. Ainda lhe tentam dar um certo som cru, ríspido, de Punk de rua, mas não conseguem resultados positivos. Pode haver quem goste do estilo, com certeza, mas eu nem digo que sim, nem que não. É-me indiferente. Fica a pontuação pelo trabalho desenvolvido e pela vontade que demonstram. 65% http://www.deadlysinstheband.com/ / www.myspace.com/officialdeadlysins / http://www.peoplelikeyourecords.com/
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Born To Lose – Saints Gone Wrong (2008) – People Like You

Os Norte-Americanos Born To Lose regressam com um novo trabalho de estúdio intitulado “Saints Gone Wrong”. A sua fusão de Streetpunk, Rock ‘N’ Roll e Hardcore é a mesma de sempre. E isso é bom, muito bom! Muitos “whoa” para cantarolar junto, muita energia, adrenalina, atitude a rodos, ritmos que involuntariamente põem os nossos membros a mexer, riffs contagiantes. Está tudo na dose certa. São 11 novos temas para ouvir bem alto com os amigos, cerveja na mão, punhos no ar, cabeça erguida, boa disposição e diversão garantidas. Mas o melhor será apanhar os Born To Lose ao vivo e conferir “in loco”. Recomenda-se! 80% http://www.borntoloserocks.com/ / www.myspace.com/borntolose / http://www.peoplelikeyourecords.com/
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Colour Haze – All (2008) – Elektrohasch
Novo trabalho para os Alemães Colour Haze. Este é já o 7º disco de originais da banda, entre outro material que têm vindo a editar desde 1995 como 7”s, LPs, splits, etc. São 10 temas em cerca de 65m17s de Psychedelic / Heavy / Stoner Rock com um balanço perfeito entre a vertente Heavy Rock, o lado mais psicadélico e até uma certa influência world music. Influências e aproximações a nomes como Cream, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Kyuss, Queens Of The Stone Age ou The Doors, entre outros, são notórias. À sua sonoridade característica, os Colour Haze adicionam agora vozes femininas, uma cítara e passagens acústicas, o que expande ainda mais o seu Universo sonoro. Mais um excelente capítulo na história dos Colour Haze. Recomenda-se a amantes do género. 75% http://www.colourhaze.de/ / http://www.elektrohasch.de/
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COLOUR HAZE Live At Rockpalast
Labels:
70s Heavy Rock,
CD,
Krautrock,
Psychedelic Rock,
Stoner,
Video
Lagwagon – I Think My Older Brother Used To Listen To Lagwagon EP (2008) – Fat Wreck Chords
Os Lagwagon foram a primeira banda a assinar pela Fat Wreck Chords, e por lá permaneceram desde esse dia. Neste ano de 2008 completam 20 anos de carreira. Sempre a mesma editora, a mesma atitude, o mesmo estilo musical, o mesmo tipo de letras. É isso mesmo que encontramos neste EP. É a mesma fórmula repetida à exaustão. Como habitual, os temas balançam entre os mais rápidos e os midtempo. Ao todo são 9 temas de estúdio, em cerca de 19 minutos, do mesmo Punk Rock melódico com toques de Pop e Hardcore a que a banda Norte-Americana já nos habituou. Nada de novo, nada de original, nada de refrescante. Isso pode ser bom, ou pode ser mau, depende do ponto de vista. Na minha modesta opinião, fica a meio caminho. Gostei do que ouvi mas, fica aquela sensação estranha de déjà-vu. 65% http://www.fatwreck.com/ / http://www.lagwagon.com/
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Tuesday
Contrastate – A Live Coal Under The Ashes (1992 / 2008) – Tesco Organization
Os Contrastarte formaram-se em 1987 e separaram-se em 2000. Este é um dos seus discos mais aclamados, “A Live Coal Under The Ashes”. Foi originalmente editado em 1992 através da Tesco, e, por se encontrar indisponível há alguns anos, a editora disponibiliza novamente esta pérola do Dark Ambient / Ritual com os temas devidamente remasterizados e uma faixa bónus (gravada também em 1992 mas nunca antes editada). O disco foi inspirado pelos eventos que deram lugar às mudanças na Europa Central e do Leste em 1989. A partir deste disco, a banda passou a focar a sua atenção em assuntos políticos contemporâneos. Drones, percussões, ambientes negros e místicos, narrações ritualistas, tudo isto faz parte do universo Contrastarte. Para fãs de Industrial, Ritual e Drone. 75% http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany / http://radiantslab.com/Contrastate / www.myspace.com/srmeixner
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CD,
Dark Ambient,
Drone,
Industrial,
Re-edição,
Remaster,
Ritual
Der Blutharsch – When All Else Fails! (2001 / 2008) – WKN / Tesco
“When All Else Fails!”, o disco de estúdio de 2001 dos Der Blutharsch, volta a estar disponível numa reedição em formato digipack. 13 temas do habitual Neo-Folk / Martial compõem esta rodela cinzenta. Como habitual também nos Der Blutharsch, os temas não têm título. Participações de Geoffroy D. (Derniere Volonte), Jürgen Weber (Novy Svet), Lina Baby Doll (Deutsch Nepal / Janitor), Martynna e Maya C-Mc-C dão outro colorido à música da banda Austríaca. Apesar do digipack estar fabuloso em termos estéticos, com direito a logótipo em relevo, é pena não termos direito a mais material como textos, fotografias e outras informações. Outro ponto que poderia aumentar o interesse nesta edição seria a adição de temas extra, o que não acontece. De qualquer modo, para quem não tem ainda este disco, uma boa oportunidade de o adquirir. 80% http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany
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6Comm & Freya Aswynn – The Fruits Of Yggdrasil (1987 / 2008) – HauRuck / Tesco
Este disco foi originalmente editado em 1987 e, após 21 anos, tem direito a reedição de luxo em CD. No belíssimo digipack encontramos o artwork original, assim como textos, fotografias e letras de todas as faixas. “The Fruits Of Yggdrasil” foi uma colaboração entre 6comm e a auto-proclamada ocultista Nórdica, Freya Aswynn. Musicalmente, 6comm trabalha nos terrenos do Industrial, experimental e electrónica. Quanto a Freya Aswynn, o seu passado musical inclui participações com os Current 93. Neste disco encontramos 9 faixas obscuras e depressivas de Ritual / Neo-Folk / Industrial, cortesia de 6comm, acompanhadas por “spoken words” de Aswynn com temáticas apoiadas na mitologia Nórdica. Não me agradou particularmente mas, mesmo assim, tem alguns pontos de interesse e poderá ser uma boa aposta para quem gosta de sonoridades industriais / ritual e temáticas rituais e pagãs. 70% http://www.hauruck.org/ / http://www.tesco-germany.com/ / www.myspace.com/tescogermany / www.hagshadow.net/6comm / www.myspace.com/6comm66 / http://www.runemaker.com/ / http://www.aswynn.co.uk/
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CD,
Dark,
Dark Electro,
Dark Folk,
Industrial,
Neo-Folk,
Pagan,
Re-edição,
Ritual,
Spoken Word
Monday
Zero Tolerance Magazine #24
Já está disponível o novo número da revista Britânica Zero Tolerance. Este número 24 inclui nomes como Krisiun (capa), Soulfly, Violator, Melvins, Aborted, Cult Of Luna, The Gates Of Slumber, Grave, Moonsorrow, Cryptopsy, etc. Além das entrevistas, críticas a discos e habituais rúbricas, temos ainda direito a um CD com 16 bandas / temas do mais extremo que se vai fazendo por esse mundo fora. São 130 páginas repletas de material extremo e um CD por apenas £3.30.
Dengue Fever – Venus On Earth (2008) – M80 / Real World Records
Os Dengue Fever são, segundo eles mesmo se apresentam, a primeira banda de Psychedelic Rock do Cambodja. São do Cambodja mas estão radicados nos Estados Unidos. “Venus On Earth” é o seu mais recente trabalho, já o terceiro, e inclui 11 temas de estúdio mais um “live session” como bónus. A fusão de rock psicadélico dos 60s com as já esperadas, e mais que bem-vindas, influências de música tradicional agradam, e muito. A estes aliam-se ainda toques de lounge, surf, jazz, entre outras especiarias que apimentam ainda mais a coisa. Além da vertente “world music”, também a voz principal feminina adiciona um sabor exótico que me atrai imenso. Gostei muito do que ouvi nestes 47 minutos, os quais recomendo a ouvintes de psychedelia, world music, Pop alternativa, mentes abertas o suficiente para apreciar esta pérola e até, porque não, pessoal do Progressivo. 85% www.denguefevermusic.com / www.myspace.com/denguefevermusic / www.realworldrecords.com/denguefever
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60s Psychedelic,
CD,
Folk,
Jazz Rock,
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Psychedelic,
Psychedelic Rock,
Surf Rock,
World Music
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